Anedotas Club

Anedotas de Bêbados

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O prazer de uma dança

Começa a música e um bêbado vai cambaleando e trocando as pernas. Ele dirige-se a uma senhora de preto e pede:

- Madame, a senhora dá-me o prazer desta dança?

A senhora responde:

- Não, e por três motivos!

O bêbado diz:

- Três? E que motivos são esses?

A senhora muito séria explica:

- Primeiro, o senhor está bêbado num funeral. Segundo, não se dança o hino nacional. E terceiro, não sou Madame, sou sim o padre!

Mais anedotas de Bêbados

Últimas palavras

Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações. Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever. O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer. O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler. No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo. Ele aproveita a presença de todos e diz:

- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.

Ele abre o bloco e lê em voz alta:

- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!

Problemas pouco saudáveis

Um grande apreciador de copos vai ao médico, acompanhado da sua mulher. Explica o homem:

- Doutor, sinto náuseas, dores no corpo, boca seca…

- Você fuma? – pergunta o médico.

Diz o homem:

- Uns cinquenta cigarros por dia!

- Ah! Aí está o problema – interrompeu o médico – Pare de fumar imediatamente e voltará a ter uma saúde de ferro!

Já fora do consultório a sua mulher o interpela:

- Tu nunca fumaste um único cigarro. Porque é que mentiste?

Explica o homem:

- Se eu dissesse que não fumava ele iria perguntar se eu bebia, e aí, meu Deus, lá se ia os vinhos, cervejas!

Escrevendo uma carta

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que esta escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!