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Anedotas de Bêbados

O prazer de uma dança

Começa a música e um bêbado vai cambaleando e trocando as pernas.

Ele dirige-se a uma senhora de preto e pede:

- Madame, a senhora dá-me o prazer desta dança?

A senhora responde:

- Não, e por três motivos!

O bêbado diz:

- Três? E que motivos são esses?

A senhora muito séria explica:

- Primeiro, o senhor está bêbado num funeral. Segundo, não se dança o hino nacional. E terceiro, não sou Madame, sou sim o padre!

Mais anedotas de Bêbados

Sapatos apertados

Uma loira foi a uma loja de sapatos.

Escolheu, escolheu e acabou por se decidir por um par de sapatos de cromo alemão.

O vendedor entregou o sapato, mas foi logo advertindo-a:

- Menina, estes sapatos costumam apertar os pés nos primeiros cinco dias.

E responde a loira:

- Não tem problema! Eu só vou usá-los na próxima semana.

Um fogo difícil

Uns bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.

O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.

A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse um grupo voluntário vizinho.

Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio.

Assim foi.

Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.

Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio!

Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.

Estupefacta a população assistiu a tudo.

Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.

Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.

Impressionado com o trabalho dos voluntários, o dono do monte respirou de alivio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas.

Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5.000 euros à corporação voluntária.

Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:

- 5.000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?

- Penso que é óbvio, não é? - responde o comandante a sacudir a cinza do capacete - a primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porcaria dos travões do camião!

Tristezas da vida

Uma loira chega ao trabalho num pranto.

- O que se passa? - pergunta-lhe o patrão.

- A minha mãe morreu - diz a loira a soluçar.

- Os meus sentimentos - diz o patrão - olhe, vá para casa, descanse.

- Não - replica a loira - se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.

Passado umas horas, o patrão repara que a loura está a chorar compulsivamente.

Preocupado, diz-lhe o patrão:

- Sente-se bem?

- Não - responde a loira - acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.