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Anedotas de Bêbados

Preciso de um empurro!

De madrugada, um casal acorda ao som insistente da campainha.

O dono da casa levanta-se e, pela janela, pergunta:

- O que é que você quer?

- Preciso que alguém me empurre. A sua casa é a única na região. Só você me pode empurrar!

Revoltado, o homem replica:

- São quatro da madrugada e pede-me para o empurrar! Você está bêbado!

E volta para a cama. A mulher não gostou da atitude do marido:

- Exageraste! Bem podias ter ajudado o indivíduo.

- Empurrá-lo? Ele está é bêbado!

- Mais um motivo. Ele não vai conseguir andar sozinho. Logo tu, que és sempre tão prestável…

Mordido pelos remorsos, o marido veste-se e vai para a rua:

- Hei, eu vou ajudá-lo. Onde está?

E o bêbado, gritando do fundo do jardim:

- Aqui, no baloiço!

Mais anedotas de Bêbados

Um belo dia na piscina!

Certo dia, num hospício, o diretor vai ao pé de um enfermeiro e diz:

- O hospício está superlotado, vamos ter que fazer uma seleção para decidir quem está bom para ir embora.

Então o enfermeiro e o diretor vão ao pátio onde estavam todos os loucos na hora do recreio e os observam.

Os loucos estavam todos na caixa de areia, e o diretor perguntou ao enfermeiro:

- O que é que eles estão fazendo?

O enfermeiro responde:

- Eles estão brincando de piscina! Repare bem, aquele está nadando de borboleta, mas já este é de costas.

O diretor meio confuso repara que havia um louco que estava só no cantinho olhando para todos e pergunta ao enfermeiro:

- E aquele o que faz?

- Aquele é o salva-vidas!

Têm de me ajudar

Um rapaz morava no 15.º andar de um prédio.

Certo dia a sua sogra teve um ataque de nervos e queria se matar.

Ele corre com o telemóvel:

- Pelo amor de Deus, alguém tem de me ajudar! A minha sogra quer se atirar pela janela do apartamento!

Do outro lado da linha respondem:

- Meu senhor, o senhor deve estar enganado, aqui é uma carpintaria.

E o rapaz:

- Eu sei! A janela não está a abrir!

Árabes e judeus

O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.

O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.

O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.

O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.

Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.

O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.

Diz o árabe:

- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.