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Anedotas de Bêbados

Preciso de um empurro!

De madrugada, um casal acorda ao som insistente da campainha.

O dono da casa levanta-se e, pela janela, pergunta:

- O que é que você quer?

- Preciso que alguém me empurre. A sua casa é a única na região. Só você me pode empurrar!

Revoltado, o homem replica:

- São quatro da madrugada e pede-me para o empurrar! Você está bêbado!

E volta para a cama. A mulher não gostou da atitude do marido:

- Exageraste! Bem podias ter ajudado o indivíduo.

- Empurrá-lo? Ele está é bêbado!

- Mais um motivo. Ele não vai conseguir andar sozinho. Logo tu, que és sempre tão prestável…

Mordido pelos remorsos, o marido veste-se e vai para a rua:

- Hei, eu vou ajudá-lo. Onde está?

E o bêbado, gritando do fundo do jardim:

- Aqui, no baloiço!

Mais anedotas de Bêbados

Não abriu!

Numa segunda-feira um indivíduo andava muito triste, quando aparece um amigo:

- Então, o que foi que se passou?

- Eu avisei o Joaquim que o povo desta terra é muito religioso.

- Eu sei, já cá estou há vinte anos. Mas o que é que isso tem a ver com o Joaquim?

- Ele ontem saltou de paraquedas e morreu.

- O paraquedas não abriu?

- Exatamente. Apesar de estar cá há pouco tempo, ele já devia saber que nada abre aos domingos…

Estivemos

O Joãozinho estava a fazer os trabalhos das férias em casa da avó, quando se depara com a seguinte tarefa: "Escrever uma frase acerca de um passeio dado."

A avó, que estava ao lado, aconselha-o a dizer a frase em voz alta, antes de ela a escrever.

- Está bem - diz o rapaz - Então a frase é: "No domingo passado, eu e os meus pais estivamos na praia."

- "Estivemos" - corrige a avó.

- Não avó! - contraria o Joãozinho - tu não estavas!

Esquecimento

Três idosas estavam a comentar os seus problemas de velhice.

A primeira diz:

- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.

A segunda diz:

- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.

A terceira, dando três batidas na madeira, diz:

- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.

E continuou:

- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.