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Anedotas de Animais

Que dores de cabeça!

Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.

O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.

O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.

Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:

- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?

O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.

Afinal de contas era o papagaio do capitão.

Então, um dia o navio afundou.

O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.

Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.

Isto continuou por vários dias.

Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:

- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?

Mais anedotas de Animais

Quer emagrecer?

Um jovem que queria emagrecer decide ir ao médico.

Ele diz:

- Sr. Doutor, eu quero emagrecer e preciso muito da sua ajuda da sua ajuda!

Ao que o médico diz:

- Isso é fácil, basta abanar a cabeça da esquerda para a direita e vice-versa.

Ele, estranhando, pergunta:

- Quantas vezes? E porquê?

- De forma a rejeitar sempre que lhe derem comida.

De novo?!

Dois GNR na berma de uma estrada no distrito de Beja vêm passar um carro a mais de 160 km/h.

Diz um para o outro:

- Aquele não é o gajo a quem apreendemos a carta a semana passada por excesso de velocidade?

- Era pois - respondeu o segundo - vamos caçá-lo!

Uns quilómetros mais adiante já com o carro parado, um dos GNR chega-se ao pé dele e pergunta-lhe:

- A sua carta de condução?

- Mau! Perderam-na?!

Já sei andar de bicicleta

O Joãozinho diz à mãe:

- Mãe, hoje vou aprender a andar de bicicleta!

A mãe concordou.

Lá foi o Joãozinho todo contente.

Passado algum tempo chama pela mãe e grita:

- Mãe, olha, eu sem mãos!

Passado mais um bocado, grita:

- Mãe, olha, eu sem pés!

Passado outro bocado diz ele:

- Mãe, olha, eu sem dentes!