Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
Anedotas de Animais
Mais anedotas de Animais
Se eu soubesse
A esposa diz para o marido:
- Se eu soubesse que você era tão pobre, nem teria casado contigo!
Ao que o marido responde:
- Mas não foi por falta de aviso! Eu sempre te disse: TU ÉS TUDO O QUE TENHO!
- Se eu soubesse que você era tão pobre, nem teria casado contigo!
Ao que o marido responde:
- Mas não foi por falta de aviso! Eu sempre te disse: TU ÉS TUDO O QUE TENHO!
Ferramentas
Chamado às pressas no meio da noite, o médico chega todo cansado à casa de um empresário, cuja esposa estava acamada.
- Com licença - diz ele, expulsando todas as pessoas do quarto. - preciso ficar só, com a paciente!
Apreensivo, o marido fica do lado de fora do quarto.
Ouve alguns barulhos estranhos, e depois de alguns minutos o médico enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido:
- O senhor tem um alicate?
O marido vai buscar um alicate.
A porta torna a se fechar.
Mais barulhos estranhos e alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta:
- O senhor tem uma chave de fendas?
Espantado, o marido vai buscar a chave de fendas.
Passam-se mais alguns minutos:
- O senhor tem um serrote?
E o marido, desesperado:
- Serrote? O caso dela é tão grave assim?
- Ainda não sei - explica o médico - não consigo abrir a minha mala!
- Com licença - diz ele, expulsando todas as pessoas do quarto. - preciso ficar só, com a paciente!
Apreensivo, o marido fica do lado de fora do quarto.
Ouve alguns barulhos estranhos, e depois de alguns minutos o médico enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido:
- O senhor tem um alicate?
O marido vai buscar um alicate.
A porta torna a se fechar.
Mais barulhos estranhos e alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta:
- O senhor tem uma chave de fendas?
Espantado, o marido vai buscar a chave de fendas.
Passam-se mais alguns minutos:
- O senhor tem um serrote?
E o marido, desesperado:
- Serrote? O caso dela é tão grave assim?
- Ainda não sei - explica o médico - não consigo abrir a minha mala!
Maldita carne!
A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.