Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
Anedotas de Animais
Mais anedotas de Animais
Alentejano responde a questão num concurso na TV
Um alentejano vai a um concurso de televisão e o apresentador pergunta:
- Como se chamam os habitantes de Évora?
O alentejano pensa, pensa, pensa… e finalmente diz:
- Quer dizer… Todos, todos, não sei…
- Como se chamam os habitantes de Évora?
O alentejano pensa, pensa, pensa… e finalmente diz:
- Quer dizer… Todos, todos, não sei…
Estava escrito!
Um polícia estava na estrada, e ao chegar ao posto onde trabalha, avista um carro andando em baixíssima velocidade.
Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.
Aliás, a motorista.
É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.
- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?
- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?
A velhinha não diz nada.
Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".
- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?
- Está bem. Está bem.
- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!
- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".
Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.
Aliás, a motorista.
É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.
- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?
- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?
A velhinha não diz nada.
Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".
- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?
- Está bem. Está bem.
- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!
- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".
Joãozinho incomoda a Dona Maria
Alguém toca a campainha da casa da Dona Maria. Ao abrir ela encontra o Joãozinho.
- Dona Maria, eu posso entrar lá no seu quintal?
- Não. Deixa que eu vou lá por ti. Que é que foi que caiu lá desta vez?
- A minha flecha.
- E onde é que ela está?
- Espetada no seu gato.
- Dona Maria, eu posso entrar lá no seu quintal?
- Não. Deixa que eu vou lá por ti. Que é que foi que caiu lá desta vez?
- A minha flecha.
- E onde é que ela está?
- Espetada no seu gato.