Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
Anedotas de Animais
Mais anedotas de Animais
Tristezas da vida
Uma loira chega ao trabalho num pranto.
- O que se passa? - pergunta-lhe o patrão.
- A minha mãe morreu - diz a loira a soluçar.
- Os meus sentimentos - diz o patrão - olhe, vá para casa, descanse.
- Não - replica a loira - se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.
Passado umas horas, o patrão repara que a loura está a chorar compulsivamente.
Preocupado, diz-lhe o patrão:
- Sente-se bem?
- Não - responde a loira - acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.
- O que se passa? - pergunta-lhe o patrão.
- A minha mãe morreu - diz a loira a soluçar.
- Os meus sentimentos - diz o patrão - olhe, vá para casa, descanse.
- Não - replica a loira - se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.
Passado umas horas, o patrão repara que a loura está a chorar compulsivamente.
Preocupado, diz-lhe o patrão:
- Sente-se bem?
- Não - responde a loira - acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.
Consola nova
Joaquim chega a casa muito cansado com um pacote nas mãos.
O filho dele corre para ver o que é.
Ao ver que é um presente para ele, o filho abre o pacote e vê que é uma consola nova.
- Fixe! Ganhei uma consola nova!
- Sim, é uma consola - respondeu o pai - mas joga com cuidado porque tivemos que vender a televisão para a comprar.
O filho dele corre para ver o que é.
Ao ver que é um presente para ele, o filho abre o pacote e vê que é uma consola nova.
- Fixe! Ganhei uma consola nova!
- Sim, é uma consola - respondeu o pai - mas joga com cuidado porque tivemos que vender a televisão para a comprar.
O que foi que eu fiz!
De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se!
Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.
Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.
O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.
Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.
Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:
- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!
Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.
Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.
O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.
Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.
Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:
- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!