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Anedotas de Animais

O que foi que eu fiz!

De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se!

Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.

Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.

O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.

Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.

No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.

Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:

- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!

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Ainda não!

A dona da casa pergunta à empregada loira:

- Já mudou a água aos peixinhos?

- Não, senhora! Ainda está lá toda, pois eles têm bebido muito pouca!

Não tenho rolo!

Vai um homem à caça com a sua sogra.

Já na mata, e de repente, um urso sai de um arbusto e ataca violentamente a sogra.

Esta gritava desesperadamente:

- Dispara!… Dispara!…

- Não tenho rolo! - gritou o genro…

Funeral da sogra

A sogra morre e o genro liga para a funerária perguntando quanto seria o total do serviço funerário.

- 10.000 euros! - responde o atendente.

- Mas porque é tão caro assim? - pergunta o genro.

- Foi porque o senhor pediu muitas coisas. Se tirarmos o churrasco, as bebidas, os doces, os salgadinhos e o karaoke, fica muito mais barato.