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Anedotas de Animais

O que foi que eu fiz!

De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se!

Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.

Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.

O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.

Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.

No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.

Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:

- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!

Mais anedotas de Animais

Loiras num autocarro

Num autocarro de 2 andares iam as morenas em baixo e as loiras em cima.

As morenas iam na maior festa enquanto das loiras não se ouvia um pio.

Então diz uma morena para a outra:

- Olha lá! Vai lá ver o que é que se passa com as loiras!

Ela subiu ao primeiro andar e viu as loiras todas agarradas umas às outras a tremer, então ela pergunta a uma loira:

- Olha lá, o que é que se passa, porque é que estão tão caladas?

- Pois! Vocês têm condutor, nós não!

Encontrei uma carteira!

O Joãozinho chega a casa com uma carteira e diz:

- Pai, achei essa carteira com dinheiro dentro, mas tem o nome do dono nela. Eu devolvo para o dono ou gasto o dinheiro?

O pai diz:

- Não devolvas nada, podes gastar tudo, é teu. O dono que se dane.

Joãozinho, seguindo a dica do pai, gasta tudo. Algumas horas depois, o pai curioso pergunta:

- Você disse que aquela carteira tinha o nome do dono nela, afinal de contas de quem ela era?

E o Joãozinho responde:

- Tua.

Escrevendo uma carta

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que está escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!