Um homem pacato, morre e vai para o inferno.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
- O que fazem aqui?
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.
Anedotas de Religião
Mais anedotas de Religião
A piscina
O hospício estava lotado, e os médicos precisavam urgentemente de saber quem é que já podia ir embora.
Então eles colocaram todos os loucos para saltar de um trampolim para uma piscina.
Só que ela estava vazia.
O primeiro saltou e caiu no chão.
O segundo, o terceiro, e todos os outros também caíram para o fundo da piscina.
Depois chega a vez de mais um louco.
Ele sobe ao trampolim, olha para baixo e volta para trás.
O médico pensou:
- "Olha, este pode sair. Não saltou."
- Porque é que não saltaste? - pergunta o médico ao louco.
- Não conte a ninguém, mas é que eu não sei nadar.
Então eles colocaram todos os loucos para saltar de um trampolim para uma piscina.
Só que ela estava vazia.
O primeiro saltou e caiu no chão.
O segundo, o terceiro, e todos os outros também caíram para o fundo da piscina.
Depois chega a vez de mais um louco.
Ele sobe ao trampolim, olha para baixo e volta para trás.
O médico pensou:
- "Olha, este pode sair. Não saltou."
- Porque é que não saltaste? - pergunta o médico ao louco.
- Não conte a ninguém, mas é que eu não sei nadar.
Miúdo contente
O miúdo chega a casa todo contente e diz ao pai:
- Pai! Eu sou mais esperto do que a professora!
- Mais esperto do que a professora? Como assim?
- Ora, eu passei para a escola secundária e a professora ficou na escola primária!
- Pai! Eu sou mais esperto do que a professora!
- Mais esperto do que a professora? Como assim?
- Ora, eu passei para a escola secundária e a professora ficou na escola primária!
Um idoso muito romântico
Um casal de idosos resolve ir a um restaurante para comemorar os 65 anos de casamento.
Dizem ao empregado qual o tipo de comemoração que estão a fazer, e ele dá-lhes um lugar romântico para aproveitar o jantar.
O velho diz:
- Minha Rainha, onde queres sentar-te?
- Aqui, diz a senhora de idade.
- Minha princesa, queres um aperitivo para começar?
- Sim, um Porto, obrigada.
- Meu anjo, o que vais comer?
- Ela pediu a ementa e encomendou.
- Meu Doce, que vinho queres?
O empregado não podia acreditar nos seus ouvidos.
A certa altura, a senhora vai à casa de banho, e o marido diz:
- Vai, minha vida, fico à espera.
O rapaz, surpreendido, pergunta ao velho:
- Há quanto tempo o senhor chama a patroa com palavras tão bonitas? "Minha rainha, meu anjo, minha vida princesa", eu estou admirado.
O velho olha para ele e responde:
- Não consigo lembrar-me do nome dela!
Dizem ao empregado qual o tipo de comemoração que estão a fazer, e ele dá-lhes um lugar romântico para aproveitar o jantar.
O velho diz:
- Minha Rainha, onde queres sentar-te?
- Aqui, diz a senhora de idade.
- Minha princesa, queres um aperitivo para começar?
- Sim, um Porto, obrigada.
- Meu anjo, o que vais comer?
- Ela pediu a ementa e encomendou.
- Meu Doce, que vinho queres?
O empregado não podia acreditar nos seus ouvidos.
A certa altura, a senhora vai à casa de banho, e o marido diz:
- Vai, minha vida, fico à espera.
O rapaz, surpreendido, pergunta ao velho:
- Há quanto tempo o senhor chama a patroa com palavras tão bonitas? "Minha rainha, meu anjo, minha vida princesa", eu estou admirado.
O velho olha para ele e responde:
- Não consigo lembrar-me do nome dela!