Um homem pacato, morre e vai para o inferno.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
- O que fazem aqui?
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.
Anedotas de Religião
Mais anedotas de Religião
Passou num vermelho!
Um homem é parado pela polícia:
- O senhor passou num semáforo vermelho!
- O quê? Não passei nada! Eu não vi!
- Passou sim, que eu vi! Quero ver os documentos do carro!
- Não tenho!
- Não tem?! Como não tem?!
- Como é que eu ia ter se o carro é roubado?!
- Roubado?! Saia já do carro!
- Afinal lembrei-me! Eu tenho os documentos! Estão no porta-luvas ao lado da pistola!
- O quê?! Uma pistola?
- Então?! Para matar o dono do carro!
- Você matou o dono do carro?!
- Sim, e pus o corpo no porta-bagagens!
Com a situação, o polícia chama reforços.
Quando o chefe do polícia chega, ele abre o porta-bagagens e não encontra nenhum corpo.
Abre o porta-luvas, não encontra pistola e encontra os documentos.
O chefe confuso pergunta:
- Então não tinha dito que tinha morto um homem, tinha uma pistola e tinha roubado o carro?!
- Não! O polícia que me parou é que é um mentiroso! Se calhar também lhe disse que eu parei no vermelho…
- O senhor passou num semáforo vermelho!
- O quê? Não passei nada! Eu não vi!
- Passou sim, que eu vi! Quero ver os documentos do carro!
- Não tenho!
- Não tem?! Como não tem?!
- Como é que eu ia ter se o carro é roubado?!
- Roubado?! Saia já do carro!
- Afinal lembrei-me! Eu tenho os documentos! Estão no porta-luvas ao lado da pistola!
- O quê?! Uma pistola?
- Então?! Para matar o dono do carro!
- Você matou o dono do carro?!
- Sim, e pus o corpo no porta-bagagens!
Com a situação, o polícia chama reforços.
Quando o chefe do polícia chega, ele abre o porta-bagagens e não encontra nenhum corpo.
Abre o porta-luvas, não encontra pistola e encontra os documentos.
O chefe confuso pergunta:
- Então não tinha dito que tinha morto um homem, tinha uma pistola e tinha roubado o carro?!
- Não! O polícia que me parou é que é um mentiroso! Se calhar também lhe disse que eu parei no vermelho…
Mê qrido filho
Mê qrido filho.
Escrêvo-te algumas linhas apenas pra saberes questou viva.
Estou-te a escrever devagar, pois ê sei que nâ sabes ler depressa. Nâ vais reconhecer a nossa casa quando voltares. Tê pai leu no jornal que os acidentes acontecem a vinte kilometros de casa, por isso agente mudou-se.
Nâ te posso mandar a morada, porque a última família caqui viveu levou os núeros com ela pra nâ terem de alterar a morada. Temos uma máqna de lavar roupa mas nâ trabalha muito bêm, a semana passada pus lá 14 camisas, puxei a correnti e nunca mais as vi.
Acerca do tê pai, ele arranjou um bom emprego, tem 1500 homens debaixo dêli, pois agora está cortando a relva no cemitério. A magana da tua irmã Maria teve bébé esta semana, mas sabes, ê nâ consegui saber sê é menino ó menina, portanto nâ sei sés tio ó tia. O tê Ti Patrício afogou-se a semana passada num depósito de vinho lá na adêga cuprativa, alguns cumpádris tentaram salvá-lo, porra! Massabes, ele lutou bravamente contra eles. O corpo foi cremado mas levou 3 dias pra apagar o incêndio.
Na quinta fêra fui ao mèdco e o tê pai foi comigo, o médco pós-me um pequeno tubo na boca e disse-me pra nâ falari durante 10 minutos. Atã nâ sabes que o tê pai ofereceu-se logo pra comprar o tubo ao médco. Esta semana só choveu duas vezes, na primeira vez choveu durante 3 dias, na segunda durante 4 dias. Nâ segunda-fêra teve tanto vento quma das galinhas pós o mesmo ovo 4 vezes.
Recebemos uma carta do cangalhêro, que informava que so último pagamento do enterro da tua avó nâ for fêto no prazo de 7 dias, devolvem-na. Olha, mê filho, cuida-ti.
Nâ te esqueças de beber o lête todas as nôtes, antes de enterrares os cornos na fronha.
Um bêjo
Joaquinha do Chaparro
PS: Era pra te mandar 50 êros, mas como jâ tinha fechado o invelope, nâ tos mandei. Olha, fica prâ próxima.
Escrêvo-te algumas linhas apenas pra saberes questou viva.
Estou-te a escrever devagar, pois ê sei que nâ sabes ler depressa. Nâ vais reconhecer a nossa casa quando voltares. Tê pai leu no jornal que os acidentes acontecem a vinte kilometros de casa, por isso agente mudou-se.
Nâ te posso mandar a morada, porque a última família caqui viveu levou os núeros com ela pra nâ terem de alterar a morada. Temos uma máqna de lavar roupa mas nâ trabalha muito bêm, a semana passada pus lá 14 camisas, puxei a correnti e nunca mais as vi.
Acerca do tê pai, ele arranjou um bom emprego, tem 1500 homens debaixo dêli, pois agora está cortando a relva no cemitério. A magana da tua irmã Maria teve bébé esta semana, mas sabes, ê nâ consegui saber sê é menino ó menina, portanto nâ sei sés tio ó tia. O tê Ti Patrício afogou-se a semana passada num depósito de vinho lá na adêga cuprativa, alguns cumpádris tentaram salvá-lo, porra! Massabes, ele lutou bravamente contra eles. O corpo foi cremado mas levou 3 dias pra apagar o incêndio.
Na quinta fêra fui ao mèdco e o tê pai foi comigo, o médco pós-me um pequeno tubo na boca e disse-me pra nâ falari durante 10 minutos. Atã nâ sabes que o tê pai ofereceu-se logo pra comprar o tubo ao médco. Esta semana só choveu duas vezes, na primeira vez choveu durante 3 dias, na segunda durante 4 dias. Nâ segunda-fêra teve tanto vento quma das galinhas pós o mesmo ovo 4 vezes.
Recebemos uma carta do cangalhêro, que informava que so último pagamento do enterro da tua avó nâ for fêto no prazo de 7 dias, devolvem-na. Olha, mê filho, cuida-ti.
Nâ te esqueças de beber o lête todas as nôtes, antes de enterrares os cornos na fronha.
Um bêjo
Joaquinha do Chaparro
PS: Era pra te mandar 50 êros, mas como jâ tinha fechado o invelope, nâ tos mandei. Olha, fica prâ próxima.
Um veterinário vai ao médico
Um veterinário sentia-se doente e foi ao médico.
O médico faz-lhe uma série de perguntas: quais os sintomas, qual a frequência dos mesmos, há quanto tempo os tem, etc.
A dada altura o veterinário chateia-se de estar a responder às perguntas e diz:
- Olhe lá! Eu sou veterinário e consigo descobrir o que os meus pacientes têm sem lhes fazer perguntas! Porque é que você não consegue fazer o mesmo?
O médico faz uma pausa, sem saber o que dizer.
Depois olha para os seus papéis e começa a escrever.
Quando termina, passa uma receita para as mãos do veterinário e diz-lhe:
- Aqui tem. Isto deve resolver o seu problema.
- Ótimo!
- Claro que se não resolver… vamos ter que o abater…
O médico faz-lhe uma série de perguntas: quais os sintomas, qual a frequência dos mesmos, há quanto tempo os tem, etc.
A dada altura o veterinário chateia-se de estar a responder às perguntas e diz:
- Olhe lá! Eu sou veterinário e consigo descobrir o que os meus pacientes têm sem lhes fazer perguntas! Porque é que você não consegue fazer o mesmo?
O médico faz uma pausa, sem saber o que dizer.
Depois olha para os seus papéis e começa a escrever.
Quando termina, passa uma receita para as mãos do veterinário e diz-lhe:
- Aqui tem. Isto deve resolver o seu problema.
- Ótimo!
- Claro que se não resolver… vamos ter que o abater…