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Anedotas de Família

Não rir!

Um homem apresenta-se com um lenço atado, dando a volta por cima da cabeça e por baixo do queixo, apertado.

- O que é isso, pá? - pergunta-lhe um amigo - Dói-te a cabeça? Os dentes? Ou foi algum desastre?

- Nada disso. Morreu a minha sogra.

- Então?… Morreu-te a sogra… e porque é que trazes os queixos amarrados?

- É para não me rir!

Mais anedotas de Família

Promessas e promessas

Certo dia um político, em plena campanha eleitoral deslocou-se ao Alentejo.

O homem falava e ninguém batia palmas, então passou a fazer promessas e mesmo assim… nada, ninguém se manifestava.

Já desesperado tentou a última promessa que no Alentejo não devia falhar… o homem disse em plenos pulmões:

- E eu… prometo… que… se for eleito… aqui no Alentejo… os Alentejanos… só trabalham 1 dia por ano…

Mesmo assim ninguém se mexeu, apenas se ouviu uma voz lá no fundo:

- ATÃO E AS FÉRIAS PAH… NÃO HÀ?

Carta misteriosa

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que está escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!

O baú

O João casou-se com a Joana e no dia do casamento a Joana levou para casa um grande baú.

Pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.

Durante 50 anos de casamento, o João nunca abriu o baú.

No entanto, o João não aguentou e perguntou à Joana o que tinha naquele baú.

Ela resolve mostrar o baú.

Ao abrir, João viu 60 mil euros e quatro batatas.

Curioso, perguntou porquê quatro batatas.

Ela confessa:

- De cada vez que te trai, coloquei uma batata no baú.

O João ficou furioso, mas pensou um pouco e disse para si mesmo:

- "Vou perdoar… Quatro batatas em 50 anos, significam uma traição a cada 12,5 anos."

Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.

Responde a Joana:

- Sempre que o baú ficava cheio de batatas, eu vendia-as.