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Anedotas de Família

Não rir!

Um homem apresenta-se com um lenço atado, dando a volta por cima da cabeça e por baixo do queixo, apertado.

- O que é isso, pá? - pergunta-lhe um amigo - Dói-te a cabeça? Os dentes? Ou foi algum desastre?

- Nada disso. Morreu a minha sogra.

- Então?… Morreu-te a sogra… e porque é que trazes os queixos amarrados?

- É para não me rir!

Mais anedotas de Família

Com que então, com que então!

Um senhor já de idade estava lendo o seu jornal sentado na cadeira de balanço na varanda da sua casa.

De repente chega a sua mulher e mete a panela bem forte na cabeça de seu marido.

- Páaaaaaaaaaaaaaa!

Ele assustado pergunta:

- Mas o que foi?!

Ela responde:

- O que era aquele papel escrito com números e o nome de uma mulher chamada Marylu?

Ele explica:

- Mas amor do meu coração! Não te lembras daquele dia?

- Qual dia?

- Aquele em que apostei num cavalo!

- E então?

- O número era da quantia e o nome era do cavalo!

- Desculpa, por favor!

Passa alguns dias e ela volta a bater com a panela na cabeça dele!

- Então pá?!

- O cavalo está-te a ligar!

Um fogo difícil

Uns bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.

O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.

A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse um grupo voluntário vizinho.

Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio.

Assim foi.

Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.

Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio!

Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.

Estupefacta a população assistiu a tudo.

Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.

Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.

Impressionado com o trabalho dos voluntários, o dono do monte respirou de alivio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas.

Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5.000 euros à corporação voluntária.

Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:

- 5.000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?

- Penso que é óbvio, não é? - responde o comandante a sacudir a cinza do capacete - a primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porcaria dos travões do camião!

Sou uma ervilha!

Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.

De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.

Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.

Então levaram o homem a um psiquiatra.

- Diga-me, qual é o seu problema?

- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.

- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?

- Sim, mas e daí?

- O senhor já viu uma ervilha com braços?

- Não…

- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?

- Não… nunca pensei nisso…

- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!

- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!

Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.

Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.

Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:

- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?

- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?