O português vai ao banco com um amigo e enfrenta uma enorme fila.
De repente, o amigo sai para comprar cigarros e volta esbaforido:
- Manuel, Manuel - grita quase sem fôlego - estão roubando o seu carro.
O Manuel sai em disparada e volta dois minutos depois.
- E aí? - pergunta o amigo - conseguiu pegar o cara?
- Não! Mas anotei a placa!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Últimas palavras
Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!
Fui roubada!
Uma loira ligou para a polícia para avisar que ladrões tinham entrado em seu carro:
- Eles levaram o painel do carro, o volante, o pedal do freio, do acelerador e até a alavanca do câmbio! - reclamou ela, irada.
Antes que uma viatura saísse para a ajudar, o telefone tocou de novo e a mesma loira explicou:
- Desculpem-me… sou eu de novo! É que sem querer eu entrei pela porta errada e sentei-me no banco de trás… dá para retirar a queixa?
- Eles levaram o painel do carro, o volante, o pedal do freio, do acelerador e até a alavanca do câmbio! - reclamou ela, irada.
Antes que uma viatura saísse para a ajudar, o telefone tocou de novo e a mesma loira explicou:
- Desculpem-me… sou eu de novo! É que sem querer eu entrei pela porta errada e sentei-me no banco de trás… dá para retirar a queixa?
Qual peixe?
Havia uma pessoa que adorava pescar num rio perto da sua casa.
Já lá ia durante muitos anos, até que certo dia ao chegar ao local depara-se com um sinal a proibir a pesca naquela zona, mas como já pescava por ali durante tanto tempo acabou por ignorar o sinal e deu início à pesca.
Algumas horas mais tarde, já com alguns peixes no seu balde, aparece um agente da GNR:
- Boa tarde, o senhor tem conhecimento da proibição de pesca neste local?
- Por acaso sim sabia, mas eu também não estou a pescar.
- Não? E esses peixes aí no balde, são o quê?
- Eu ando a treinar estes peixes. Eu atiro-os ao rio e assim que assobiar, eles nadam até mim e saltam para o balde.
O agente da GNR, intrigado e a rir, comenta:
- Gostaria de ver isso!
Então o pescador acaba por atirar o peixe de volta ao rio e o agente fica à espera.
Alguns minutos depois o agente pergunta:
- Então?! Não vai chamar o peixe de volta?
Ao que o pescador responde:
- Peixe? Qual peixe?
Já lá ia durante muitos anos, até que certo dia ao chegar ao local depara-se com um sinal a proibir a pesca naquela zona, mas como já pescava por ali durante tanto tempo acabou por ignorar o sinal e deu início à pesca.
Algumas horas mais tarde, já com alguns peixes no seu balde, aparece um agente da GNR:
- Boa tarde, o senhor tem conhecimento da proibição de pesca neste local?
- Por acaso sim sabia, mas eu também não estou a pescar.
- Não? E esses peixes aí no balde, são o quê?
- Eu ando a treinar estes peixes. Eu atiro-os ao rio e assim que assobiar, eles nadam até mim e saltam para o balde.
O agente da GNR, intrigado e a rir, comenta:
- Gostaria de ver isso!
Então o pescador acaba por atirar o peixe de volta ao rio e o agente fica à espera.
Alguns minutos depois o agente pergunta:
- Então?! Não vai chamar o peixe de volta?
Ao que o pescador responde:
- Peixe? Qual peixe?