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Anedotas de Ignorância

Uma carta ao Pai Natal

Carta de uma criança ao Pai Natal:

“Querido Pai Natal, por favor envia-me um irmão.”

Resposta do Pai Natal:

“Querido João, envia-me a tua mãe!”

Mais anedotas de Ignorância

Fui roubada!

Uma loira ligou para a polícia para avisar que ladrões tinham entrado em seu carro:

- Eles levaram o painel do carro, o volante, o pedal do freio, do acelerador e até a alavanca do câmbio! - reclamou ela, irada.

Antes que uma viatura saísse para a ajudar, o telefone tocou de novo e a mesma loira explicou:

- Desculpem-me… sou eu de novo! É que sem querer eu entrei pela porta errada e sentei-me no banco de trás… dá para retirar a queixa?

Maldita carne!

A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:

- Amor… amor!

- O quê?!

- Acorda!

- O que é?!

- Acorda!

Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:

- O que é que aconteceu?!

- Estou com um desejo.

- Desejo?

- Sim… de comer carne de corvo!

- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?

- Vai ao zoo.

- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.

- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.

Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.

Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:

- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.

A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:

- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.

Oferta de casaco de peles

Um homem economiza o dinheiro necessário para comprar um casaco de peles para a sua esposa.

No dia de aniversário dela, à noite, a grande surpresa: ele entrega-lhe o valioso presente.

Ela recebe o casaco, encosta-o ao pescoço e fica a fazer-lhe festas com grande contentamento.

Diz ela:

- Não é incrível? Uma coisa destas, tão linda, tão maravilhosa, vir de um animal tão desajeitado, pequeno, feio e insignificante.

- Ouve lá, pá… se não queres o presente, tudo bem, mas ao menos não me insultes!