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Anedotas de Ignorância

Uma carta ao Pai Natal

Carta de uma criança ao Pai Natal:

“Querido Pai Natal, por favor envia-me um irmão.”

Resposta do Pai Natal:

“Querido João, envia-me a tua mãe!”

Mais anedotas de Ignorância

Burrice é passado!

Cansada das brincadeiras sobre a sua burrice, a loira resolveu pintar o cabelo de preto.

Para comemorar o novo visual, foi dar uma volta de carro pelo campo e lá encontrou um pastor de ovelhas.

- Bom dia, senhor pastor! Que lindo rebanho o senhor tem!

- Obrigado!

- Se eu acertar quantas ovelhas há no seu rebanho, eu ganho uma?

- Claro! Duvido que a senhora seja capaz!

- São 627!

- Impressionante! Esse é o número exato de ovelhas do meu rebanho! Pode escolher uma, e ela é sua!

A loira olhou com atenção todas aquelas ovelhas macias e, depois de muito acariciá-las, selecionou uma e quando a estava levando para o carro quando o pastor chamou:

- Senhora! Se eu adivinhar a cor original do seu cabelo, a menina devolve o meu cachorro?

Empresas atrás de um funcionário

O empregado chega ao pé do patrão e diz:

- Chefe preciso muito que me aumente o salário, já andam 4 empresas atrás de mim.

O patrão com receio de perder o bom funcionário decide dobrar-lhe o salário.

Dias depois pergunta ao empregado:

- Ó Zé, mas afinal que empresas é que andavam atrás de si?

- A da água, a da luz, a do gás, e a dos telefones.

O que foi que eu fiz!

De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se!

Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.

Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.

O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.

Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.

No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.

Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:

- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!