O miúdo chega a casa todo contente e diz ao pai:
- Pai, tenho boas notícias!
- Aí sim? Ora conta lá.
- Lembras-te do computador que me prometeste se eu passasse de ano?
- Sim…
- Já não precisas de gastar dinheiro!
Anedotas de Crianças
Mais anedotas de Crianças
Quanto custará?
Um Prefeito queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um japonês, um norte-americano e um brasileiro.
- Faço por 3 milhões de reais - disse o japonês - 1 milhão pela mão-de-obra, 1 milhão pelo material e 1 milhão para meu lucro.
- Faço por 6 milhões de reais - propôs o norte-americano - 2 pela mão-de-obra, 2 pelo material e 2 para mim. Mas o serviço é de primeira!
- Faço por 9 milhões de reais - disse o brasileiro.
- Nove?! - espantou-se o Prefeito. - Isso é demais! Por quê?
- 3 para mim, 3 para você e 3 para o japonês fazer a obra!
- Faço por 3 milhões de reais - disse o japonês - 1 milhão pela mão-de-obra, 1 milhão pelo material e 1 milhão para meu lucro.
- Faço por 6 milhões de reais - propôs o norte-americano - 2 pela mão-de-obra, 2 pelo material e 2 para mim. Mas o serviço é de primeira!
- Faço por 9 milhões de reais - disse o brasileiro.
- Nove?! - espantou-se o Prefeito. - Isso é demais! Por quê?
- 3 para mim, 3 para você e 3 para o japonês fazer a obra!
Missa
Numa pequena povoação, mesmo junto à fronteira com Espanha, a igreja fica cheia para a missa das 10, com portugueses, espanhóis, o presidente da junta, etc. O padre começa o sermão:
- Irmãos, estamos hoje aqui reunidos para falar dos Fariseus… Aquele povo desgraçado, como esses espanhóis que estão aqui…
O maior tumulto tomou conta da igreja. Os espanhóis ofenderam o padre. Houve porrada no adro. O presidente da junta levou as mãos à cabeça e, indignado, foi falar com o padre na sacristia:
- Sr. padre, vá devagar, os espanhóis vêm para este lado, gastam nas lojas, nos restaurantes, trazem euros para Portugal. Não faça mais provocações.
Durante a semana, a conversa entre todos era a mesma: o padre e o sermão do domingo. Aquele zum-zum todo foi fazendo com que as pessoas ficassem curiosas e a querer saber mais sobre o que tinha acontecido. Finalmente, chega domingo. O presidente da junta vai à sacristia e fala com o padre:
- Sr. padre, o senhor lembra-se da nossa conversa, certo? Por favor, não arranje nenhum problema hoje!
Chega a missa, e o padre começa o sermão:
- Irmãos… Estamos hoje aqui reunidos para falar de uma pessoa da Bíblia: Maria Madalena. Aquela mulher, prostituta que tentou Jesus, como essas espanholas que estão aqui…
De novo uma caldeirada: pancadaria na igreja, partiram velas nos corredores, chapadas, socos e alguns internamentos no hospital mais próximo que, por acaso, ficava em Espanha.
O presidente da junta foi novamente ter com o padre:
- Sr. padre, eu não lhe disse para ir com mais calma? Se o senhor não amansar, vou escrever uma carta ao Bispo e pedir a sua retirada imediata.
Naquela semana, as conversas sobre o sucedido abundavam ainda mais. Ninguém iria perder a missa do próximo domingo, nem que a vaca tossisse. Na manhã de domingo, o presidente da junta entra na sacristia com o graduado da GNR e adverte o padre:
- Sr. padre, não provoque os espanhóis desta vez, senão acuso-o de provocação de tumulto e vai preso!
A igreja estava abarrotada. Quase não se conseguia respirar de tanta gente. Começa o sermão:
- Irmãos… Estamos hoje aqui reunidos, para falar do momento mais importante da vida de Cristo: a Santa Ceia. (O presidente da junta respirou aliviado.) Jesus, naquele momento, disse aos apóstolos:
"- Esta noite, um de vós me trairá.
Então, João pergunta: Mestre, sou eu?
E Jesus responde: Não, João, não serás tu.
Pedro pergunta: Mestre, sou eu?
E Cristo responde: Não, Pedro, não serás tu.
Então, Judas pergunta: Mestre, soy yo?"
A pancadaria foi geral…
- Irmãos, estamos hoje aqui reunidos para falar dos Fariseus… Aquele povo desgraçado, como esses espanhóis que estão aqui…
O maior tumulto tomou conta da igreja. Os espanhóis ofenderam o padre. Houve porrada no adro. O presidente da junta levou as mãos à cabeça e, indignado, foi falar com o padre na sacristia:
- Sr. padre, vá devagar, os espanhóis vêm para este lado, gastam nas lojas, nos restaurantes, trazem euros para Portugal. Não faça mais provocações.
Durante a semana, a conversa entre todos era a mesma: o padre e o sermão do domingo. Aquele zum-zum todo foi fazendo com que as pessoas ficassem curiosas e a querer saber mais sobre o que tinha acontecido. Finalmente, chega domingo. O presidente da junta vai à sacristia e fala com o padre:
- Sr. padre, o senhor lembra-se da nossa conversa, certo? Por favor, não arranje nenhum problema hoje!
Chega a missa, e o padre começa o sermão:
- Irmãos… Estamos hoje aqui reunidos para falar de uma pessoa da Bíblia: Maria Madalena. Aquela mulher, prostituta que tentou Jesus, como essas espanholas que estão aqui…
De novo uma caldeirada: pancadaria na igreja, partiram velas nos corredores, chapadas, socos e alguns internamentos no hospital mais próximo que, por acaso, ficava em Espanha.
O presidente da junta foi novamente ter com o padre:
- Sr. padre, eu não lhe disse para ir com mais calma? Se o senhor não amansar, vou escrever uma carta ao Bispo e pedir a sua retirada imediata.
Naquela semana, as conversas sobre o sucedido abundavam ainda mais. Ninguém iria perder a missa do próximo domingo, nem que a vaca tossisse. Na manhã de domingo, o presidente da junta entra na sacristia com o graduado da GNR e adverte o padre:
- Sr. padre, não provoque os espanhóis desta vez, senão acuso-o de provocação de tumulto e vai preso!
A igreja estava abarrotada. Quase não se conseguia respirar de tanta gente. Começa o sermão:
- Irmãos… Estamos hoje aqui reunidos, para falar do momento mais importante da vida de Cristo: a Santa Ceia. (O presidente da junta respirou aliviado.) Jesus, naquele momento, disse aos apóstolos:
"- Esta noite, um de vós me trairá.
Então, João pergunta: Mestre, sou eu?
E Jesus responde: Não, João, não serás tu.
Pedro pergunta: Mestre, sou eu?
E Cristo responde: Não, Pedro, não serás tu.
Então, Judas pergunta: Mestre, soy yo?"
A pancadaria foi geral…
Esquecimento
Três idosas estavam a comentar os seus problemas de velhice.
A primeira diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.
A segunda diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.
A terceira, dando três batidas na madeira, diz:
- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.
E continuou:
- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.
A primeira diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.
A segunda diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.
A terceira, dando três batidas na madeira, diz:
- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.
E continuou:
- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.