O miúdo chega a casa todo contente e diz ao pai:
- Pai, tenho boas notícias!
- Aí sim? Ora conta lá.
- Lembras-te do computador que me prometeste se eu passasse de ano?
- Sim…
- Já não precisas de gastar dinheiro!
Anedotas de Crianças
Mais anedotas de Crianças
Mais um bilhete
Uma loira foi ao cinema.
Chega ao balcão e diz:
- Quero mais um bilhete para a próxima sessão.
- Mas já é a quarta vez que está a comprar o bilhete para a mesma sessão! - responde o homem intrigado.
E diz a loira:
- Pois é! Mas cada vez que vou entrar no cinema, está lá um homem que me rasga o bilhete!
Chega ao balcão e diz:
- Quero mais um bilhete para a próxima sessão.
- Mas já é a quarta vez que está a comprar o bilhete para a mesma sessão! - responde o homem intrigado.
E diz a loira:
- Pois é! Mas cada vez que vou entrar no cinema, está lá um homem que me rasga o bilhete!
Quem conseguirá?
A CIA resolveu recrutar um atirador.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.
Pense bem!
As pessoas que ainda trabalham, perguntam-me muitas vezes, o que é que eu faço todos os dias, agora que estou reformado.
Bem, por exemplo, outro dia eu fui tratar de um assunto no meu banco, não demorei muito, foi uma questão de cinco minutos.
Quando saí, um polícia estava preenchendo uma multa por mau estacionamento.
Rapidamente aproximei-me dele e disse:
- Vá lá, senhor Guarda, eu não demorei mais que cinco minutos! Deus irá recompensá-lo se tiver um gesto simpático para com um reformado!
Ele ignorou-me completamente e continuou a preencher a multa.
Aí eu passei-me, e disse-lhe que só tinha demorado 1 minuto, blá blá blá…!
Ele olhou-me friamente e começou a preencher outra infração alegando que também não tinha a vinheta comprovativa do seguro.
Então levantei a voz para lhe dizer que já tinha percebido que estava a lidar com um polícia idiota e mal formado, e que nem compreendia como é que ele tinha sido admitido na polícia de trânsito!
Ele terminou de autuar pela segunda infração, colocando-a no para-brisas, e começou com um terceiro preenchimento.
Eu já o estava a chatear há mais de 20 minutos, chamando-o de tudo.
Ele, a cada "mimo", respondia com uma nova infração e consequente preenchimento da respetiva multa acompanhada de um sorriso que refletia uma satisfação de vingança!
Depois da décima violação eu disse-lhe:
- Tenho pena senhor Guarda, mas tenho que me ir embora! Vem ali o meu autocarro!
Bem, por exemplo, outro dia eu fui tratar de um assunto no meu banco, não demorei muito, foi uma questão de cinco minutos.
Quando saí, um polícia estava preenchendo uma multa por mau estacionamento.
Rapidamente aproximei-me dele e disse:
- Vá lá, senhor Guarda, eu não demorei mais que cinco minutos! Deus irá recompensá-lo se tiver um gesto simpático para com um reformado!
Ele ignorou-me completamente e continuou a preencher a multa.
Aí eu passei-me, e disse-lhe que só tinha demorado 1 minuto, blá blá blá…!
Ele olhou-me friamente e começou a preencher outra infração alegando que também não tinha a vinheta comprovativa do seguro.
Então levantei a voz para lhe dizer que já tinha percebido que estava a lidar com um polícia idiota e mal formado, e que nem compreendia como é que ele tinha sido admitido na polícia de trânsito!
Ele terminou de autuar pela segunda infração, colocando-a no para-brisas, e começou com um terceiro preenchimento.
Eu já o estava a chatear há mais de 20 minutos, chamando-o de tudo.
Ele, a cada "mimo", respondia com uma nova infração e consequente preenchimento da respetiva multa acompanhada de um sorriso que refletia uma satisfação de vingança!
Depois da décima violação eu disse-lhe:
- Tenho pena senhor Guarda, mas tenho que me ir embora! Vem ali o meu autocarro!