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Anedotas de Crianças

Que grande traquinice!

Desesperado, o diretor olhou para o relógio e, já sem acreditar que o assistente chegaria a tempo de lhe entregar um documento importante para a reunião que estava prestes começar, ligou ao dito cujo.

Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.

- 'Tá?

- O teu pai está?

- 'Tá… - ainda a sussurrar.

- Posso falar com ele?

- Não.

Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:

- E a tua mãe? Está aí?

- 'Tá.

- Ela pode falar comigo?

- Não. 'Tá ocupada.

- Há mais alguém aí?

- Sim… - sussurrou.

- Quem?

- Um polícia.

Um pouco surpreendido, o diretor continuou:

- O que é que o polícia está a fazer aí?

- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.

Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:

- Que barulho é esse?

- É do helicóptero que acabou de chegar.

- Um helicóptero!?

- É… ele trouxe uma equipa de busca.

- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.

E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:

- Eles 'tão à minha procura…

Mais anedotas de Crianças

Dois é demais

O chefe de uma empresa foi testar a bondade de seus funcionários: aumentou 500 euros no salário de um deles.

Passou um mês assim.

No outro mês foi diferente: tirou 500 euros de seu salário.

Um dia o funcionário foi reclamar:

- Patrão, por que esse mês foi diferente? Teve algum problema? O senhor tirou 500 euros do meu salário?

- Estranho. No mês passado eu aumentei seu salário 500 euros. Por que você não veio reclamar mês passado?

- Porque um erro tudo bem, mas dois já é demais!

Um a dez

Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.

Entra o primeiro candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

- Por que é que contou de trás para a frente?

- É que eu trabalhava na NASA.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o segundo candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

- Porque eu trabalhava como carteiro.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o terceiro e último candidato:

- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?

- Era funcionário público.

- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?

- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.

Oferta de casaco de peles

Um homem economiza o dinheiro necessário para comprar um casaco de peles para a sua esposa.

No dia de aniversário dela, à noite, a grande surpresa: ele entrega-lhe o valioso presente.

Ela recebe o casaco, encosta-o ao pescoço e fica a fazer-lhe festas com grande contentamento.

Diz ela:

- Não é incrível? Uma coisa destas, tão linda, tão maravilhosa, vir de um animal tão desajeitado, pequeno, feio e insignificante.

- Ouve lá, pá… se não queres o presente, tudo bem, mas ao menos não me insultes!