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Anedotas de Crianças

Que grande traquinice!

Desesperado, o diretor olhou para o relógio e, já sem acreditar que o assistente chegaria a tempo de lhe entregar um documento importante para a reunião que estava prestes começar, ligou ao dito cujo.

Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.

- 'Tá?

- O teu pai está?

- 'Tá… - ainda a sussurrar.

- Posso falar com ele?

- Não.

Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:

- E a tua mãe? Está aí?

- 'Tá.

- Ela pode falar comigo?

- Não. 'Tá ocupada.

- Há mais alguém aí?

- Sim… - sussurrou.

- Quem?

- Um polícia.

Um pouco surpreendido, o diretor continuou:

- O que é que o polícia está a fazer aí?

- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.

Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:

- Que barulho é esse?

- É do helicóptero que acabou de chegar.

- Um helicóptero!?

- É… ele trouxe uma equipa de busca.

- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.

E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:

- Eles 'tão à minha procura…

Mais anedotas de Crianças

O que aconteceu?

O cara acorda morrendo de ressaca e encontra no criado mudo um copo de água e duas aspirinas.

Olha em volta e vê sua roupa passada e pendurada.

O quarto está em perfeita ordem.

Há um bilhete de sua mulher:

"Querido, deixei teu café pronto na copa. Fui ao supermercado. Beijos!"

Ele desce, encontra o café esperando por ele, não entende o fato de estar tudo tão perfeito e pergunta ao filho:

- Filho! O que aconteceu ontem?

- Foi normal, pai… Você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou alguns móveis, mijou no guarda-roupa e machucou teu olho ao bater na porta do quarto.

- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da tua mãe?

- Ah, é que quando você chegou a mamãe te arrastou até a cama e quando estava tirando tuas calças, você disse: "Não faça isso moça, eu sou casado!"

Vamos fingir!

O padre e a freira estão viajando pelo Canadá e acabam ficando presos numa tempestade de neve.

Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.

Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.

Logo ele ouve a voz da freira:

- Padre, estou com frio!

Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.

- Padre, ainda estou com frio! - geme a freira.

Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.

- Padre, ainda estou com muito frio! - geme a freira, pela terceira vez.

- Escuta irmã - diz ele, sem se levantar. - Eu tenho uma ideia, já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?

- Por mim está ótimo! - responde a freira.

- Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!

Estupidez genética

Dois homens estão à conversa num bar:

- O meu filho é mais estúpido do que o teu!

- Não é nada! - respondeu o outro.

- Queres apostar?

- Tudo bem. Apostamos 20 euros!

- Ok. Gaspar, anda cá.

- Sim, pai.

- Toma estes 5 euros e vai ali à loja comprar uma televisão a cores.

- Está bem - respondeu o rapaz, saindo depois do bar com os 5 euros na mão.

O outro homem, por sua vez, chama o seu filho e diz-lhe:

- Tomás, vai lá a casa, num instante, e vê se eu lá estou.

- Está bem, pai - responde o filho, saindo igualmente do bar.

Os dois miúdos encontram-se na rua, por acaso, e comentam um com o outro:

- O meu pai é mais estúpido do que o teu!

- Não é nada! O meu é que é!

- Ah, sim? É que o meu pai deu-me 5 euros para comprar uma televisão a cores, e nem sequer disse qual era a cor que queria!

- Então e o meu? - continua o outro - disse-me para ir a casa ver se ele lá estava, e nem sequer me deu a chave!