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Anedotas de Crianças

Que grande traquinice!

Desesperado, o diretor olhou para o relógio e, já sem acreditar que o assistente chegaria a tempo de lhe entregar um documento importante para a reunião que estava prestes começar, ligou ao dito cujo.

Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.

- 'Tá?

- O teu pai está?

- 'Tá… - ainda a sussurrar.

- Posso falar com ele?

- Não.

Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:

- E a tua mãe? Está aí?

- 'Tá.

- Ela pode falar comigo?

- Não. 'Tá ocupada.

- Há mais alguém aí?

- Sim… - sussurrou.

- Quem?

- Um polícia.

Um pouco surpreendido, o diretor continuou:

- O que é que o polícia está a fazer aí?

- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.

Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:

- Que barulho é esse?

- É do helicóptero que acabou de chegar.

- Um helicóptero!?

- É… ele trouxe uma equipa de busca.

- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.

E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:

- Eles 'tão à minha procura…

Mais anedotas de Crianças

A loira e o casaco de peles

Um sujeito entra numa loja de peles com uma loira espetacular.

Ele diz ao vendedor:

- Quero que você dê a esta moça a mais linda estola de pele que você tiver nesta loja.

O vendedor mostra algumas à moça, que acaba se decidindo por uma.

Discretamente, o vendedor diz ao sujeito:

- Esta daqui custa 22 mil euros.

- Sem problema! - diz o homem - Emito-lhe já um cheque!

O vendedor desculpa-se:

- O senhor tem que entender que só posso lhe entregar a estola depois que o cheque for compensado. Como hoje é sexta-feira, terá que ser na segunda-feira.

- Entendo perfeitamente! - diz o sujeito - Venho pegá-la na segunda-feira!

Na segunda-feira o sujeito volta na loja.

O vendedor diz-lhe:

- Sinto muito, senhor, mas seu cheque voltou por falta de fundos.

- Eu já sabia. - diz o sujeito. - Eu só vim agradecer-lhe pelo mais fabuloso fim-de-semana da minha vida!

Uma vida de sonho

Um homem de 80 anos está sentado num banco de jardim, chorando copiosamente.

Um homem, passando pelo local, fica comovido com a cena e senta-se ao seu lado, resolvendo puxar assunto:

- O que o aflige, senhor?

- Estou apaixonado por uma mulher de 22 anos.

- E o que há de mal nisso? O senhor não é correspondido?

- Claro que sim. Mas não é o que você está a pensar. Nós moramos juntos, ela é extremamente bonita, e ainda por cima, cozinha bem, nunca grita comigo e passamos quase todo o dia deitados na cama.

- Então eu não entendo. Parece-me que vocês estão vivendo uma relação perfeita. Porque é que o senhor está chorando?

- Esqueci-me onde eu moro!

O prazer de uma dança

Começa a música e um bêbado vai cambaleando e trocando as pernas.

Ele dirige-se a uma senhora de preto e pede:

- Madame, a senhora dá-me o prazer desta dança?

A senhora responde:

- Não, e por três motivos!

O bêbado diz:

- Três? E que motivos são esses?

A senhora muito séria explica:

- Primeiro, o senhor está bêbado num funeral. Segundo, não se dança o hino nacional. E terceiro, não sou Madame, sou sim o padre!