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Anedotas de Crianças

Que grande traquinice!

Desesperado, o diretor olhou para o relógio e, já sem acreditar que o assistente chegaria a tempo de lhe entregar um documento importante para a reunião que estava prestes começar, ligou ao dito cujo.

Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.

- 'Tá?

- O teu pai está?

- 'Tá… - ainda a sussurrar.

- Posso falar com ele?

- Não.

Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:

- E a tua mãe? Está aí?

- 'Tá.

- Ela pode falar comigo?

- Não. 'Tá ocupada.

- Há mais alguém aí?

- Sim… - sussurrou.

- Quem?

- Um polícia.

Um pouco surpreendido, o diretor continuou:

- O que é que o polícia está a fazer aí?

- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.

Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:

- Que barulho é esse?

- É do helicóptero que acabou de chegar.

- Um helicóptero!?

- É… ele trouxe uma equipa de busca.

- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.

E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:

- Eles 'tão à minha procura…

Mais anedotas de Crianças

Estava escrito!

Um polícia estava na estrada, e ao chegar ao posto onde trabalha, avista um carro andando em baixíssima velocidade.

Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.

Aliás, a motorista.

É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.

- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.

- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?

- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?

A velhinha não diz nada.

Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".

- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?

- Está bem. Está bem.

- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!

- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".

Trabalho ou prazer?

Um presidente de uma empresa, casado há 25 anos, tinha dúvidas se ir para a cama com a mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho ou prazer.

Com dúvidas, ligou para o Diretor Geral e perguntou-lhe o que ele achava.

O Diretor Geral ligou para o Vice-Diretor e fez a mesma pergunta.

O Vice-Diretor ligou para o Gerente Geral e fez a mesma pergunta.

E assim seguiu-se a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao Sector Jurídico e o Advogado Chefe perguntou como praxe, para o Estagiário que estava todo atarefado fazendo mil coisas ao mesmo tempo.

- Rapaz, tens um minuto para responder-me se quando o presidente da empresa vai para a cama com a mulher dele é trabalho ou prazer!

- É prazer, Doutor! - respondeu o Estagiário prontamente e com segurança.

- O quê? Como é que consegues responder isso com tanta segurança e certeza?

- É que se fosse trabalho, já me tinham mandado fazer!

Coincidências

Um criador de galinhas vai ao bar local, senta-se ao lado de uma mulher e pede uma taça de champanhe.

A mulher comenta:

- Que coincidência! Eu também pedi uma taça de champanhe.

- Hoje é um dia especial para mim - diz o fazendeiro - Estou a festejar.

- Hoje é um dia especial para mim também! - diz a mulher - Eu também estou a festejar.

- Que coincidência! - diz o fazendeiro.

Enquanto abrem as taças ele pergunta:

- O que é que a senhora está a celebrar?

- Eu e meu marido há uns tempos que andamos a tentar ter um filho e hoje o meu ginecologista disse-me que estou grávida.

- Que coincidência! - diz o homem - Sou criador de galinhas e durante muitos anos as minhas galinhas não eram férteis. Mas consegui! Elas hoje começaram a pôr ovos férteis.

- Isso é ótimo - diz a mulher - Como é que conseguiu que as suas galinhas ficassem férteis?

- Usei um galo diferente - diz ele.

A mulher sorri, brinda novamente e diz:

- Que coincidência!