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Anedotas de Bêbados

Bêbado e assombração

O bêbado chega a casa cambaleando.

Mal encontra a porta.

Entra, faz xixi e diz à mulher que estava no quarto:

- Querida, acho que a nossa casa de banho está assombrada.

- Porquê, querido? - pergunta a mulher admirada.

- Não acreditas que quando eu abri a porta, a luz acendeu-se sozinha? Depois, quando a fechei, ela apagou-se. Deve ter alguma assombração!

- Oh não! Mijaste no frigorifico novamente!

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Bêbados e Deus

O bêbado chegou ao bar e diz:

- Compadre, eu sou Deus!

O dono do bar responde:

- Para de blasfemar, tu já disseste isso mais de mil vezes!

O bêbado então diz:

- Eu vou-te provar, vem comigo!

Dirigem-se à igreja, e quando lá chegam o padre começa a reclamar:

- Ó Meu Deus, eu não acredito que tu estás aqui de novo!

Risco no sete

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.

Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.

Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.

Quando chegou no sete, Moisés disse:

- Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!

Árabes e judeus

O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.

O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.

O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.

O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.

Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.

O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.

Diz o árabe:

- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.