Anedotas Club

Anedotas de Médicos

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Chamado às pressas no meio da noite, o médico chega todo cansado à casa de um empresário, cuja esposa estava acamada.

- Com licença - diz ele, expulsando todas as pessoas do quarto. - preciso ficar só, com a paciente!

Apreensivo, o marido fica do lado de fora do quarto.

Ouve alguns barulhos estranhos, e depois de alguns minutos o médico enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido:

- O senhor tem um alicate?

O marido vai buscar um alicate.

A porta torna a se fechar.

Mais barulhos estranhos e alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta:

- O senhor tem uma chave de fendas?

Espantado, o marido vai buscar a chave de fendas.

Passam-se mais alguns minutos:

- O senhor tem um serrote?

E o marido, desesperado:

- Serrote? O caso dela é tão grave assim?

- Ainda não sei - explica o médico - não consigo abrir a minha mala!

Mais anedotas de Médicos

Um crime pouco grave

Na esquadra da polícia, aparece um cidadão e diz que quer se confessar.

O polícia pergunta:

- O que aconteceu?

E o homem:

- Doutor! Eu matei a minha sogra!

- Bem meu filho, você cometeu esse crime mas deveria estar muito alterado! Não se preocupe, vá para casa e descanse. Está tudo bem!

- Mas doutor, eu enterrei a velha!

- Ah meu filho, viu que boa alma você é? Enterrou a sua sogra e assim já evitou muita burocracia!

- Doutor! Mas quando eu estava enterrando, ela gritava que ainda estava viva!

- Ó meu filho! E você não sabe que todas as sogras são mentirosas?

Bêbados na ponte

Iam dois bêbados na ponte, quando um deles se desequilibra e cai no rio.

De imediato o outro foi pedir socorro, mas quando o tiraram da água já estava morto.

- Então, como é que ele está? - perguntou o outro bêbado.

- Bebeu água a mais.

- Está a ver. Bebe água pela primeira vez e morre.

Uma idosa vai a tribunal

Numa sessão, a defesa da vítima chama a sua avó.

Logo que ela chega para testemunhar, o advogado aproxima-se e pergunta:

- Sra. Joana, a senhora conhece-me?

E ela responde:

- Sim, eu te conheço, Guilherme. Eu te conheço desde jovem, e francamente, tu foste uma grande desilusão para mim. Tu mentiste, traíste a tua mulher e manipulas as pessoas para falarem mal das outras por detrás das suas costas. Tu pensas que és grande coisa, mas não passas de um idiota. E sim, eu conheço-te.

O advogado ficou paralisado.

Sem saber o que fazer, ele atravessa a sala e pergunta:

- Sra. Joana, a senhora conhece a vítima?

- Sim, eu o conheço, é meu neto. Eu conheço-o desde criança. Ele é preguiçoso, antipático e tem um problema com a bebida. Ele não consegue ter uma relação normal com ninguém e é a pior pessoa do estado porque nunca cumpre com a lei. E para não falar que ele já traiu a sua mulher com outras três. Uma delas é a tua mulher, Guilherme. E sim, eu conheço-o.

A defesa voltou a sentar.

O juiz aproxima-se dos seus colegas de trabalho e dos advogados e exclama baixinho:

- Se algum de vocês pergunta a ela se me conhece, eu vos garanto, e muito bem, que vocês todos passam pela cadeira elétrica, ouviram bem?!