Numa rua iam dois bêbados, um atrás do outro.
O bêbado da frente diz:
- Se eu fosse o primeiro-ministro, isto era uma maravilha. As casas eram de borla, não havia inflação, toda a gente recebia bem, não existia pobreza, …
Falando sem parar, o homem caminha em direção a uma tampa do esgoto aberta e cai lá dentro.
Então o bêbado de trás diz:
- É sempre a mesma coisa. Um governo que prometia e já caiu!
Anedotas de Bêbados
Mais anedotas de Bêbados
Maldita carne!
A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.
Boneca divorciada
Carlos sai um pouco tarde do trabalho e no caminho para sua casa lembra-se que é o aniversário da sua filha e que ainda não tinha comprado o presente para ela.
Ele para o carro diante de uma loja de brinquedos, entra e pergunta à vendedora:
- Quanto custa a boneca que está na vitrine?
De uma forma educada a vendedora responde:
- Qual boneca? Pois nós temos:
"Boneca vai à academia", por 50 euros,
"Boneca joga Volley", por 50 euros,
"Boneca vai às compras", por 50 euros,
"Boneca vai à praia", por 50 euros,
"Boneca vai dançar", por 50 euros e
"Boneca divorciada", por 1.000 euros.
Carlos, surpreendido, pergunta:
- Porque é que a Boneca Divorciada custa mil euros enquanto as outras custam apenas 50 euros?
A vendedora responde:
- Caro senhor… a "Boneca divorciada" vem com:
o carro do marido,
a casa do marido,
o iate do marido e
os móveis do marido.
Ele para o carro diante de uma loja de brinquedos, entra e pergunta à vendedora:
- Quanto custa a boneca que está na vitrine?
De uma forma educada a vendedora responde:
- Qual boneca? Pois nós temos:
"Boneca vai à academia", por 50 euros,
"Boneca joga Volley", por 50 euros,
"Boneca vai às compras", por 50 euros,
"Boneca vai à praia", por 50 euros,
"Boneca vai dançar", por 50 euros e
"Boneca divorciada", por 1.000 euros.
Carlos, surpreendido, pergunta:
- Porque é que a Boneca Divorciada custa mil euros enquanto as outras custam apenas 50 euros?
A vendedora responde:
- Caro senhor… a "Boneca divorciada" vem com:
o carro do marido,
a casa do marido,
o iate do marido e
os móveis do marido.
Que dores de cabeça!
Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?