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Anedotas de Bêbados

Governos

Numa rua iam dois bêbados, um atrás do outro.

O bêbado da frente diz:

- Se eu fosse o primeiro-ministro, isto era uma maravilha. As casas eram de borla, não havia inflação, toda a gente recebia bem, não existia pobreza, …

Falando sem parar, o homem caminha em direção a uma tampa do esgoto aberta e cai lá dentro.

Então o bêbado de trás diz:

- É sempre a mesma coisa. Um governo que prometia e já caiu!

Mais anedotas de Bêbados

Uma grande surpresa

Três cegonhas estão a voar e uma pergunta a outra:

- Para onde é que vais?

- Vou a casa dum casal que há dez anos está a tentar ter um filho.

- Que bom!

- E tu?

- Eu vou a casa duma senhora que nunca teve filhos. Levo-lhe aqui um lindo rapaz.

- Que bom! Vais deixá-la muito feliz.

- E tu? - perguntaram as duas à terceira cegonha.

- Eu? Eu vou a um convento de freiras. Nunca levo nada, mas sempre lhes prego um susto do caraças!

Erros à alentejana

Para testar a personalidade de um alentejano, o dono da empresa mandou pagar 500 euros a mais no salário dele.

Os dias passam e o funcionário não diz nada.

No mês seguinte, o patrão faz o inverso: manda tirar 500 euros.

Nesse mesmo dia, o funcionário entra na sala para falar com ele:

- Engenheiro, acho que houve um engano e tiraram-me 500 euros do meu salário.

- Ah?! Curioso porque no mês passado eu paguei-lhe 500 euros a mais e você não comentou nada!

- Pois, mas um erro eu ainda tolero, agora dois acho um abuso!

Maldita carne!

A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:

- Amor… amor!

- O quê?!

- Acorda!

- O que é?!

- Acorda!

Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:

- O que é que aconteceu?!

- Estou com um desejo.

- Desejo?

- Sim… de comer carne de corvo!

- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?

- Vai ao zoo.

- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.

- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.

Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.

Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:

- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.

A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:

- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.