Maria Madalena estava para ser apedrejada quando Jesus intercedeu em seu favor diante da multidão que ali estava.
E então, Jesus disse:
- Quem nunca errou, que atire a primeira pedra.
O alentejano, presente em todos os lugares e épocas, empolgou-se, pegou num enorme calhau e acertou em cheio na testa de Maria Madalena que, caiu redonda no chão.
Jesus, muito entristecido, aproximou-se do alentejano, olhou-o bem nos olhos e perguntou:
- Meu filho, diz-me a verdade, tu nunca erraste na tua vida?
E o Alentejano respondeu:
- A esta distância, Senhor? Nunca!
Anedotas de Alentejanos
Mais anedotas de Alentejanos
O julgamento da toupeira
Um dia na floresta houve um julgamento de uma toupeira que acabou condenada à morte.
Quando o dia da execução chegou, perguntaram-lhe:
- Tem algum último desejo?
Ao que a toupeira respondeu:
- Enterrem-me viva!
Quando o dia da execução chegou, perguntaram-lhe:
- Tem algum último desejo?
Ao que a toupeira respondeu:
- Enterrem-me viva!
Um jantar na selva
O leão e a gazela entram num restaurante na selva e chamam o empregado:
- Eu queria uma salada mista de grama, relva e capim - pede a gazela.
- Pois não. E o senhor, o que vai pedir? - diz o empregado ao leão.
- Nada, obrigado.
- Ele não está com fome? - pergunta o empregado para a gazela acompanhante.
- Você acha que se ele estivesse com fome eu estaria aqui sentada?
- Eu queria uma salada mista de grama, relva e capim - pede a gazela.
- Pois não. E o senhor, o que vai pedir? - diz o empregado ao leão.
- Nada, obrigado.
- Ele não está com fome? - pergunta o empregado para a gazela acompanhante.
- Você acha que se ele estivesse com fome eu estaria aqui sentada?
O inferno perfeito
Um homem pacato, morre e vai para o inferno.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
- O que fazem aqui?
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
- O que fazem aqui?
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.