Maria Madalena estava para ser apedrejada quando Jesus intercedeu em seu favor diante da multidão que ali estava.
E então, Jesus disse:
- Quem nunca errou, que atire a primeira pedra.
O alentejano, presente em todos os lugares e épocas, empolgou-se, pegou num enorme calhau e acertou em cheio na testa de Maria Madalena que, caiu redonda no chão.
Jesus, muito entristecido, aproximou-se do alentejano, olhou-o bem nos olhos e perguntou:
- Meu filho, diz-me a verdade, tu nunca erraste na tua vida?
E o Alentejano respondeu:
- A esta distância, Senhor? Nunca!
Anedotas de Alentejanos
Mais anedotas de Alentejanos
Peixinho frito
Um homem muito pobre, que passava os dias a pedir de porta em porta, um dia bate à porta de uma senhora bastante rica…
- Minha senhora, dê-me qualquer coisa para comer…
A senhora:
- Gosta de peixe frito de um dia para o outro?
- Gosto sim - prontamente responde o pobre…
Ao qual a senhora diz:
- Então venha cá amanhã que eu vou fritá-lo hoje!
- Minha senhora, dê-me qualquer coisa para comer…
A senhora:
- Gosta de peixe frito de um dia para o outro?
- Gosto sim - prontamente responde o pobre…
Ao qual a senhora diz:
- Então venha cá amanhã que eu vou fritá-lo hoje!
Escrevendo uma carta
O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:
- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."
Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:
- Para quem é essa carta?
- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.
- E o que está escrito nela?
- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!
- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."
Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:
- Para quem é essa carta?
- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.
- E o que está escrito nela?
- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!
Traição
Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:
- Por favor, quero comprar arsénico.
- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?
- Matar meu marido.
- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender…
A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.
- Ah boooom!… Com receita é outra coisa!
- Por favor, quero comprar arsénico.
- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?
- Matar meu marido.
- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender…
A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.
- Ah boooom!… Com receita é outra coisa!