Um rapaz de cinco anos queria ganhar 100 euros e pediu a Deus, rezando durante duas semanas.
Como nada acontecia, resolveu mandar uma carta para Deus, com seu pedido.
Os correios receberam a carta endereçada para Deus e então os funcionários decidiram remetê-la para a Assembleia do país.
A Assembleia acabou por ficar comovida com o pedido e acabaram por se juntar e enviar uma nota de 50 euros para o rapaz, pois acharam que 100 euros era muito dinheiro para uma criança tão pequena.
O rapaz recebeu os 50 euros e imediatamente sentou-se para escrever uma carta de agradecimento:
- Deus, muito obrigado por mandares-me o dinheiro que eu pedi. Contudo, notei que, por alguma razão, Deus o mandou da Assembleia. Como sempre, aqueles miseráveis ficaram com 50 euros de comissão.
Anedotas de Políticos
Mais anedotas de Políticos
Alta golpada
Um alentejano apanha um comboio até ao Porto e senta-se ao lado de um senhor muito bem vestido.
Mete conversa:
- Por acaso o senhor nunca apareceu na televisão?
- Sim, eu costumo ir a muitos concursos de cultura geral. Como a viagem vai ser longa, não quer fazer um jogo comigo?
- Vamos a isso!
- Então fazemos assim: como eu tenho mais cultura do que o meu amigo, você faz-me uma pergunta sobre um assunto qualquer e se eu não souber responder, dou-lhe 20 euros. A seguir faço-lhe eu uma pergunta e se não souber a resposta, dá-me só 10 euros. Concorda?
- Parece-me bem…
- Então, eu faço-lhe a primeira pergunta: diga-me o nome do autor da peça "Who's afraid of Virgínia Wolf"…
- Por acaso não estou a ver quem seja…
- A resposta era Edward Albee… Dê-me os 10 euros e faça-me uma pergunta qualquer.
- Tome lá o dinheiro. Bem, agora é a minha vez: qual o animal que vive na planície alentejana, tem dois focinhos e cinco patas?
- Olhe, essa nem eu sei.
- Então, passe para cá 20 euros.
- Faz favor. Mas agora diga-me, que raio de animal é esse?
- Também não sei. Tome lá 10 euros.
Mete conversa:
- Por acaso o senhor nunca apareceu na televisão?
- Sim, eu costumo ir a muitos concursos de cultura geral. Como a viagem vai ser longa, não quer fazer um jogo comigo?
- Vamos a isso!
- Então fazemos assim: como eu tenho mais cultura do que o meu amigo, você faz-me uma pergunta sobre um assunto qualquer e se eu não souber responder, dou-lhe 20 euros. A seguir faço-lhe eu uma pergunta e se não souber a resposta, dá-me só 10 euros. Concorda?
- Parece-me bem…
- Então, eu faço-lhe a primeira pergunta: diga-me o nome do autor da peça "Who's afraid of Virgínia Wolf"…
- Por acaso não estou a ver quem seja…
- A resposta era Edward Albee… Dê-me os 10 euros e faça-me uma pergunta qualquer.
- Tome lá o dinheiro. Bem, agora é a minha vez: qual o animal que vive na planície alentejana, tem dois focinhos e cinco patas?
- Olhe, essa nem eu sei.
- Então, passe para cá 20 euros.
- Faz favor. Mas agora diga-me, que raio de animal é esse?
- Também não sei. Tome lá 10 euros.
Uma banana e um morango
O que a banana diz ao morango?
- Eu é que me dispo e tu é que ficas vermelho!
- Eu é que me dispo e tu é que ficas vermelho!
O que foi que eu fiz!
De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se!
Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.
Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.
O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.
Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.
Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:
- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!
Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.
Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.
O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.
Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.
Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:
- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!