Ícone Anedotas

Anedotas de Políticos

Uma carta com esperança

Um rapaz de cinco anos queria ganhar 100 euros e pediu a Deus, rezando durante duas semanas.

Como nada acontecia, resolveu mandar uma carta para Deus, com seu pedido.

Os correios receberam a carta endereçada para Deus e então os funcionários decidiram remetê-la para a Assembleia do país.

A Assembleia acabou por ficar comovida com o pedido e acabaram por se juntar e enviar uma nota de 50 euros para o rapaz, pois acharam que 100 euros era muito dinheiro para uma criança tão pequena.

O rapaz recebeu os 50 euros e imediatamente sentou-se para escrever uma carta de agradecimento:

- Deus, muito obrigado por mandares-me o dinheiro que eu pedi. Contudo, notei que, por alguma razão, Deus o mandou da Assembleia. Como sempre, aqueles miseráveis ficaram com 50 euros de comissão.

Mais anedotas de Políticos

Até tenho vergonha!

“Querido pai.

São Paulo é lindo e as pessoas são simpáticas, mas eu tenho vergonha de chegar à faculdade com um carro desportivo banhado em ouro quando a maioria dos alunos e até alguns professores chegam de metro.

Com amor, Nassar.”


“Querido filho.

Acabei de transferir 100 milhões de dólares para a tua conta. Por favor, não envergonhes a nossa família, compra um metro para ti também.

Com amor, pai.”

Quase que acertava!

Dois amigos encontram-se, diz um:

- Então, estás melhor?

- Estou na mesma! - responde o amigo.

Pergunta o primeiro:

- Então, não foste ao médico que te disse?

Responde o outro:

- Fui…

E o primeiro:

- E o médico acertou o que tinhas?

Responde o segundo:

- Quase! Eu tinha 100 euros… e ele levou-me 90!

Vamos fingir!

O padre e a freira estão viajando pelo Canadá e acabam ficando presos numa tempestade de neve.

Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.

Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.

Logo ele ouve a voz da freira:

- Padre, estou com frio!

Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.

- Padre, ainda estou com frio! - geme a freira.

Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.

- Padre, ainda estou com muito frio! - geme a freira, pela terceira vez.

- Escuta irmã - diz ele, sem se levantar. - Eu tenho uma ideia, já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?

- Por mim está ótimo! - responde a freira.

- Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!