Um motorista está preso num engarrafamento na avenida que passa ao lado da Assembleia.
Nenhum carro se movimentava.
De repente, um polícia bate na sua janela.
O motorista abre o vidro e pergunta:
- O que está a acontecer?
E o polícia explica:
- Há terroristas dentro da Assembleia e têm os deputados como reféns. Para libertar, estão a pedir 10 milhões de euros de resgaste. Caso contrário, eles vão pôr gasolina em tudo e queimar a Assembleia com todos os deputados lá dentro. Por isso estamos passando de carro em carro e pedindo doações urgentemente.
E o motorista pergunta:
- E quanto em média cada pessoa está doando?
O polícia responde:
- Por volta de uns 5 litros.
Anedotas de Políticos
Mais anedotas de Políticos
Últimas palavras
Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!
Fui roubada!
Uma loira ligou para a polícia para avisar que ladrões tinham entrado em seu carro:
- Eles levaram o painel do carro, o volante, o pedal do freio, do acelerador e até a alavanca do câmbio! - reclamou ela, irada.
Antes que uma viatura saísse para a ajudar, o telefone tocou de novo e a mesma loira explicou:
- Desculpem-me… sou eu de novo! É que sem querer eu entrei pela porta errada e sentei-me no banco de trás… dá para retirar a queixa?
- Eles levaram o painel do carro, o volante, o pedal do freio, do acelerador e até a alavanca do câmbio! - reclamou ela, irada.
Antes que uma viatura saísse para a ajudar, o telefone tocou de novo e a mesma loira explicou:
- Desculpem-me… sou eu de novo! É que sem querer eu entrei pela porta errada e sentei-me no banco de trás… dá para retirar a queixa?
Gabinete do diretor
Estão três meninos no gabinete do diretor por se terem portado mal.
O diretor perguntou ao primeiro:
- Carlos, o que fizeste?
- Eu pintei grafites nas paredes da sala.
- Vai já imediatamente limpar essas bagunças e ficarás, como castigo, sem recreio durante uma semana. E tu, Henrique?
- Eu pus três alfinetes no assento do professor.
- Vai imediatamente pedir desculpa ao professor e ficarás, como castigo, sem recreio durante duas semanas. E tu, Filipe?
- Eu atirei o Caixote pela janela fora.
- Bem, para comparar com o que fizeram os teus amigos, isso não é grave. Não serás castigado. Agora depressa, desapareçam da minha vista e portem-se bem.
Os meninos saíram do gabinete, quando entra um quarto miúdo, coberto de pensos e ligaduras.
O diretor perguntou:
- O que te aconteceu? Como te chamas?
- Chamo-me Pedro, mas os meus amigos chamam-me Caixote por eu gostar muito de colecionar caixas!
O diretor perguntou ao primeiro:
- Carlos, o que fizeste?
- Eu pintei grafites nas paredes da sala.
- Vai já imediatamente limpar essas bagunças e ficarás, como castigo, sem recreio durante uma semana. E tu, Henrique?
- Eu pus três alfinetes no assento do professor.
- Vai imediatamente pedir desculpa ao professor e ficarás, como castigo, sem recreio durante duas semanas. E tu, Filipe?
- Eu atirei o Caixote pela janela fora.
- Bem, para comparar com o que fizeram os teus amigos, isso não é grave. Não serás castigado. Agora depressa, desapareçam da minha vista e portem-se bem.
Os meninos saíram do gabinete, quando entra um quarto miúdo, coberto de pensos e ligaduras.
O diretor perguntou:
- O que te aconteceu? Como te chamas?
- Chamo-me Pedro, mas os meus amigos chamam-me Caixote por eu gostar muito de colecionar caixas!