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Anedotas de Políticos

Doações urgentes

Um motorista está preso num engarrafamento na avenida que passa ao lado da Assembleia.

Nenhum carro se movimentava.

De repente, um polícia bate na sua janela.

O motorista abre o vidro e pergunta:

- O que está a acontecer?

E o polícia explica:

- Há terroristas dentro da Assembleia e têm os deputados como reféns. Para libertar, estão a pedir 10 milhões de euros de resgaste. Caso contrário, eles vão pôr gasolina em tudo e queimar a Assembleia com todos os deputados lá dentro. Por isso estamos passando de carro em carro e pedindo doações urgentemente.

E o motorista pergunta:

- E quanto em média cada pessoa está doando?

O polícia responde:

- Por volta de uns 5 litros.

Mais anedotas de Políticos

Bêbado e assombração

O bêbado chega a casa cambaleando.

Mal encontra a porta.

Entra, faz xixi e diz à mulher que estava no quarto:

- Querida, acho que a nossa casa de banho está assombrada.

- Porquê, querido? - pergunta a mulher admirada.

- Não acreditas que quando eu abri a porta, a luz acendeu-se sozinha? Depois, quando a fechei, ela apagou-se. Deve ter alguma assombração!

- Oh não! Mijaste no frigorifico novamente!

Sempre atrasado!

O chefe para o funcionário:

- Você chega sempre atrasado à repartição! Não sabe a que horas começam os serviços?!

O funcionário:

- Não sei, não senhor.

O chefe:

- Não sabe?! Como assim, não sabe?

O funcionário:

- Porque quando aqui chego já estão todos a trabalhar…

Médico atende avô

Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:

- Como está indo a vida, meu neto?

- Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?

- Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!

- Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.

- Quanto custa?

- São sessenta euros cada comprimido, avô!

- Tens razão. É caro.

- Não disse?

- Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!

Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.

No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!

- Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.

- Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!