Um motorista está preso num engarrafamento na avenida que passa ao lado da Assembleia.
Nenhum carro se movimentava.
De repente, um polícia bate na sua janela.
O motorista abre o vidro e pergunta:
- O que está a acontecer?
E o polícia explica:
- Há terroristas dentro da Assembleia e têm os deputados como reféns. Para libertar, estão a pedir 10 milhões de euros de resgaste. Caso contrário, eles vão pôr gasolina em tudo e queimar a Assembleia com todos os deputados lá dentro. Por isso estamos passando de carro em carro e pedindo doações urgentemente.
E o motorista pergunta:
- E quanto em média cada pessoa está doando?
O polícia responde:
- Por volta de uns 5 litros.
Anedotas de Políticos
Mais anedotas de Políticos
Uma carta ao Pai Natal
Carta de uma criança ao Pai Natal:
“Querido Pai Natal, por favor envia-me um irmão.”
Resposta do Pai Natal:
“Querido João, envia-me a tua mãe!”
“Querido Pai Natal, por favor envia-me um irmão.”
Resposta do Pai Natal:
“Querido João, envia-me a tua mãe!”
Fiquei com pena!
Irritado com os seus alunos, o professor lançou um desafio:
- Aqueles que se julgarem burros, façam o favor de se por de pé.
Continuaram todos sentados.
Alguns minutos depois, o Joãozinho levanta-se.
- Quer dizer que te achas burro Joãozinho? - perguntou o professor.
- Bem para dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí, em pé, sozinho!
- Aqueles que se julgarem burros, façam o favor de se por de pé.
Continuaram todos sentados.
Alguns minutos depois, o Joãozinho levanta-se.
- Quer dizer que te achas burro Joãozinho? - perguntou o professor.
- Bem para dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí, em pé, sozinho!
Últimas palavras
Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!