Um motorista está preso num engarrafamento na avenida que passa ao lado da Assembleia.
Nenhum carro se movimentava.
De repente, um polícia bate na sua janela.
O motorista abre o vidro e pergunta:
- O que está a acontecer?
E o polícia explica:
- Há terroristas dentro da Assembleia e têm os deputados como reféns. Para libertar, estão a pedir 10 milhões de euros de resgaste. Caso contrário, eles vão pôr gasolina em tudo e queimar a Assembleia com todos os deputados lá dentro. Por isso estamos passando de carro em carro e pedindo doações urgentemente.
E o motorista pergunta:
- E quanto em média cada pessoa está doando?
O polícia responde:
- Por volta de uns 5 litros.
Anedotas de Políticos
Mais anedotas de Políticos
Tinta fresca
Um pai e um filho foram passear ao Zoo.
Estavam a passear pelos jardins, quando o filho aproxima-se da jaula dos tigres.
O pai diz:
- Cuidado com os tigres!
Passam por outra, mas já a dos leões, e o pai diz:
- Cuidado com os leões!
Continuam a andar, quando passam por uma jaula que tinha a porta aberta e que dizia:
- Cuidado, tinta fresca!
Após ler o aviso o pai grita para o filho:
- Cuidado, cuidado! A tinta fresca fugiu!
Estavam a passear pelos jardins, quando o filho aproxima-se da jaula dos tigres.
O pai diz:
- Cuidado com os tigres!
Passam por outra, mas já a dos leões, e o pai diz:
- Cuidado com os leões!
Continuam a andar, quando passam por uma jaula que tinha a porta aberta e que dizia:
- Cuidado, tinta fresca!
Após ler o aviso o pai grita para o filho:
- Cuidado, cuidado! A tinta fresca fugiu!
Quem conseguirá?
A CIA resolveu recrutar um atirador.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.
Um atropelamento de um caracol
Um caracol ia a atravessar a estrada e foi atropelado por uma tartaruga.
Quando acordou nas urgências do hospital perguntaram-lhe o que é que lhe tinha acontecido:
- Como é que quer que eu saiba?! Foi tudo tão depressa!
Quando acordou nas urgências do hospital perguntaram-lhe o que é que lhe tinha acontecido:
- Como é que quer que eu saiba?! Foi tudo tão depressa!