Num tribunal, pergunta o juiz:
- Então, explique-me como conseguiu arrombar o cofre.
Diz o ladrão:
- Não vale a pena tentar, senhor doutor juiz.
- Não vale? Para seu bem, é melhor que o diga! - avisa o juiz.
E diz o ladrão:
- Não é isso, o senhor é que nunca será capaz de o fazer…
Anedotas de Polícia
Mais anedotas de Polícia
O inferno perfeito
Um homem pacato, morre e vai para o inferno.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
- O que fazem aqui?
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
- O que fazem aqui?
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.
Erros à alentejana
Para testar a personalidade de um alentejano, o dono da empresa mandou pagar 500 euros a mais no salário dele.
Os dias passam e o funcionário não diz nada.
No mês seguinte, o patrão faz o inverso: manda tirar 500 euros.
Nesse mesmo dia, o funcionário entra na sala para falar com ele:
- Engenheiro, acho que houve um engano e tiraram-me 500 euros do meu salário.
- Ah?! Curioso porque no mês passado eu paguei-lhe 500 euros a mais e você não comentou nada!
- Pois, mas um erro eu ainda tolero, agora dois acho um abuso!
Os dias passam e o funcionário não diz nada.
No mês seguinte, o patrão faz o inverso: manda tirar 500 euros.
Nesse mesmo dia, o funcionário entra na sala para falar com ele:
- Engenheiro, acho que houve um engano e tiraram-me 500 euros do meu salário.
- Ah?! Curioso porque no mês passado eu paguei-lhe 500 euros a mais e você não comentou nada!
- Pois, mas um erro eu ainda tolero, agora dois acho um abuso!
Sapatos apertados
Uma loira foi a uma loja de sapatos.
Escolheu, escolheu e acabou por se decidir por um par de sapatos de cromo alemão.
O vendedor entregou o sapato, mas foi logo advertindo-a:
- Menina, estes sapatos costumam apertar os pés nos primeiros cinco dias.
E responde a loira:
- Não tem problema! Eu só vou usá-los na próxima semana.
Escolheu, escolheu e acabou por se decidir por um par de sapatos de cromo alemão.
O vendedor entregou o sapato, mas foi logo advertindo-a:
- Menina, estes sapatos costumam apertar os pés nos primeiros cinco dias.
E responde a loira:
- Não tem problema! Eu só vou usá-los na próxima semana.