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Anedotas de Ignorância

A rusga

Zé da Boina, que estava só devido à maternidade da sua mulher, vai a uma casa de meninas e saca logo três para a cama.

Entretanto vem a rusga da polícia e grita:

- O que se passa aqui e quem são vocês?

Diz uma delas:

- Eu sou cabeleireira!

Diz a outra:

- Eu sou manicura!

Por fim diz a terceira:

- Eu sou pédicure!

Zé da Boina assustado grita:

- Mauuu… Querem ver que a p*** aqui sou eu!?

Mais anedotas de Ignorância

Porque razão?

Numa cidade do interior, o Presidente da Câmara vai ter com um famoso advogado.

- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor obteve no ano passado quase 1 milhão de euros, é verdade?

- Sim, é verdade - confirma o advogado.

- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.

- Isso também é verdade, Presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?

- Nã… nã… não, doutor!

- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem rendimento nenhum?

- Nã… não… me informaram, doutor!

- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?

- Não, não sabia, desculpe-me… eu…

- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?

Dois é demais

O chefe de uma empresa foi testar a bondade de seus funcionários: aumentou 500 euros no salário de um deles.

Passou um mês assim.

No outro mês foi diferente: tirou 500 euros de seu salário.

Um dia o funcionário foi reclamar:

- Patrão, por que esse mês foi diferente? Teve algum problema? O senhor tirou 500 euros do meu salário?

- Estranho. No mês passado eu aumentei seu salário 500 euros. Por que você não veio reclamar mês passado?

- Porque um erro tudo bem, mas dois já é demais!

Um chouriço

Dois caranguejos encontram um chouriço e um deles diz:

- Vamos comê-lo!

E diz o outro:

- Vamos… Mas olha, isto era bom era se tivéssemos um pãozito para acompanhar!

- Pois era! Mas onde é que vamos agora arranjar o pão?

- Tu vais procurá-lo e eu fico aqui a guardar o chouriço!

- Ah, não! Eu já te conheço! Mal eu fosse buscar o pão tu comias o chouriço sozinho!

- Não como nada! Eu só fico aqui a guardá-lo para ninguém o comer! Eu espero por ti!

- Hum… Não sei se devo confiar em ti…

- Confia, confia! Vá, vai lá buscar o pão!

- Pronto, está bem! Mas que nem te passe pela cabeça comeres o chouriço sozinho!

- Não te preocupes!

O caranguejo lá vai e o outro fica a guardar o chouriço, com as tenazes no ar.

Passa-se uma hora, duas horas, três horas, uma tarde, um dia, dois dias, três dias, uma semana, duas semanas e um mês!

Finalmente o caranguejo lá se apercebe que o amigo já não vem e decide comer o chouriço sozinho.

Mal ele baixa uma tenaz para dar o primeiro corte no chouriço, salta o outro caranguejo detrás de uma pedra a gritar:

- Ahh Ah! Eu sabia! Já não vou buscar o pão!