Zé da Boina, que estava só devido à maternidade da sua mulher, vai a uma casa de meninas e saca logo três para a cama.
Entretanto vem a rusga da polícia e grita:
- O que se passa aqui e quem são vocês?
Diz uma delas:
- Eu sou cabeleireira!
Diz a outra:
- Eu sou manicura!
Por fim diz a terceira:
- Eu sou pédicure!
Zé da Boina assustado grita:
- Mauuu… Querem ver que a p*** aqui sou eu!?
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Aparelho auditivo
Após testar por uma semana o novo aparelho auditivo, o idoso regressa ao médico.
- O senhor está gostando do aparelho? - pergunta o médico.
- Está funcionando que é uma maravilha - responde o senhor.
O médico pergunta:
- E o que é que a sua família achou de o senhor voltar a ouvir?
E o senhor responde:
- Bem, eu ainda não contei a eles, mas já mudei o meu testamento três vezes.
- O senhor está gostando do aparelho? - pergunta o médico.
- Está funcionando que é uma maravilha - responde o senhor.
O médico pergunta:
- E o que é que a sua família achou de o senhor voltar a ouvir?
E o senhor responde:
- Bem, eu ainda não contei a eles, mas já mudei o meu testamento três vezes.
Empresas atrás de um funcionário
O empregado chega ao pé do patrão e diz:
- Chefe preciso muito que me aumente o salário, já andam 4 empresas atrás de mim.
O patrão com receio de perder o bom funcionário decide dobrar-lhe o salário.
Dias depois pergunta ao empregado:
- Ó Zé, mas afinal que empresas é que andavam atrás de si?
- A da água, a da luz, a do gás, e a dos telefones.
- Chefe preciso muito que me aumente o salário, já andam 4 empresas atrás de mim.
O patrão com receio de perder o bom funcionário decide dobrar-lhe o salário.
Dias depois pergunta ao empregado:
- Ó Zé, mas afinal que empresas é que andavam atrás de si?
- A da água, a da luz, a do gás, e a dos telefones.
Presidente da República e a tragédia
O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!