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Anedotas de Ignorância

No restaurante

Dois amigos, o Zé e o João, foram a um restaurante e acabam por pedir dois bifes.

Quando eles chegam, o Zé pergunta ao outro qual era o bife que queria, o grande ou o pequeno.

O João acaba por dizer que podia tirar qualquer um, e então o Zé, sem qual qualquer demora, acaba por tirar o maior.

O João vira-se para o Zé e diz:

- Eh pah! Tu também… Com que então tiras logo o bife maior!?

Ao que o Zé responde:

- Se fosses tu, qual era bife que tiravas?

- Por humildade, o mais pequeno!

- Ora, aí o tens!

Mais anedotas de Ignorância

Sementes da inteligência

Um homem vende sementes de maçãs na rua.

Uma loira chega ao pé do homem e pergunta o que é que ele está vendendo.

- Estou vendendo sementes de maçã que fazem você ficar mais inteligente se comê-las.

- A sério? E elas realmente funcionam?

- Bem, a senhora pode comprar e ver por conta própria.

- Tudo bem, dê-me 5 sementes.

- Está bem, são 10 euros.

A mulher dá o dinheiro ao homem, comeu a semente e 2 minutos depois disse:

- Espere aí, 10 euros por 5 sementes? Eu podia comprar mais de 10 maçãs com este valor e conseguir 20 a 30 sementes.

- Está vendo? Já está fazendo efeito!

- Meu Deus, é verdade! Então dê-me lá mais 5 sementes!

Avião de grande qualidade

Alguns professores de uma universidade de engenharia foram convidados a entrar num avião.

Após todos se sentarem confortavelmente, eles foram informados de que o avião tinha sido construído pelos seus alunos.

Todos os professores acabam por se levantar e correm desesperadamente para fora do avião, quase em pânico.

Somente um professor permaneceu, sereno, e sentado no seu lugar.

Quando lhe perguntaram o motivo de tanta calma, ele explicou:

- Sei da capacidade dos meus alunos, e se foram eles que construíram, este avião nem vai levantar.

Maldita carne!

A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:

- Amor… amor!

- O quê?!

- Acorda!

- O que é?!

- Acorda!

Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:

- O que é que aconteceu?!

- Estou com um desejo.

- Desejo?

- Sim… de comer carne de corvo!

- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?

- Vai ao zoo.

- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.

- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.

Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.

Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:

- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.

A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:

- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.