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Anedotas de Ignorância

No restaurante

Dois amigos, o Zé e o João, foram a um restaurante e acabam por pedir dois bifes.

Quando eles chegam, o Zé pergunta ao outro qual era o bife que queria, o grande ou o pequeno.

O João acaba por dizer que podia tirar qualquer um, e então o Zé, sem qual qualquer demora, acaba por tirar o maior.

O João vira-se para o Zé e diz:

- Eh pah! Tu também… Com que então tiras logo o bife maior!?

Ao que o Zé responde:

- Se fosses tu, qual era bife que tiravas?

- Por humildade, o mais pequeno!

- Ora, aí o tens!

Mais anedotas de Ignorância

Exijo um resgate!

A loira não conseguia passar nas entrevistas para nenhum emprego e então resolveu tomar uma atitude extrema para ganhar dinheiro:

- "Vou sequestrar uma criança!" - pensou - "Com o dinheiro do resgate eu resolvo a minha vida!"

Ela foi para um parque de baloiços, num bairro de luxo, e quando viu um menino muito bem vestido, puxou-o para trás da moita e foi logo escrevendo o bilhete:

- "Querida mãe isto é um sequestro. Estou com seu filho. Por favor deixe o resgate de 10.000 euros, amanhã, ao meio-dia, atrás da árvore do parque. Ass: Loira sequestradora."

Então ela pegou o bilhete, dobrou-o e colocou no bolso do casaco do menino, dizendo:

- Agora vai lá e entrega esse bilhete para a tua mãe.

No dia seguinte, a loira vai até o local combinado.

Encontra uma bolsa.

Ela abre, encontra 10.000 euros em dinheiro e um bilhete junto, dizendo:

- "Está aí o resgate que você pediu. Só não me conformo como uma loira pôde fazer isso com outra!"

Que dores de cabeça!

Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.

O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.

O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.

Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:

- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?

O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.

Afinal de contas era o papagaio do capitão.

Então, um dia o navio afundou.

O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.

Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.

Isto continuou por vários dias.

Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:

- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?

Mas está a chover?!

Um alentejano anda a regar a horta.

Começa a chover, mas ele continua a regar.

Passa um vizinho que lhe pergunta:

- Atão compadri! Está a choveri e vomeçê continua a regari?

Responde o agricultor:

- Ê cá nã preciso de favores de ninguém!