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Anedotas de Loiras

A loira e o casaco de peles

Um sujeito entra numa loja de peles com uma loira espetacular.

Ele diz ao vendedor:

- Quero que você dê a esta moça a mais linda estola de pele que você tiver nesta loja.

O vendedor mostra algumas à moça, que acaba se decidindo por uma.

Discretamente, o vendedor diz ao sujeito:

- Esta daqui custa 22 mil euros.

- Sem problema! - diz o homem - Emito-lhe já um cheque!

O vendedor desculpa-se:

- O senhor tem que entender que só posso lhe entregar a estola depois que o cheque for compensado. Como hoje é sexta-feira, terá que ser na segunda-feira.

- Entendo perfeitamente! - diz o sujeito - Venho pegá-la na segunda-feira!

Na segunda-feira o sujeito volta na loja.

O vendedor diz-lhe:

- Sinto muito, senhor, mas seu cheque voltou por falta de fundos.

- Eu já sabia. - diz o sujeito. - Eu só vim agradecer-lhe pelo mais fabuloso fim-de-semana da minha vida!

Mais anedotas de Loiras

Pouco tempo

Uma mulher pessimista vai ao posto de saúde, é atendida e pergunta para o médico:

- Doutor, quanto tempo eu tenho?

O médico responde:

- Você tem pouco tempo.

- Então quer dizer que eu posso morrer a qualquer momento?

- Não, é que eu tenho outras pessoas para atender.

Loiras e golfinhos

Qual é a semelhança entre loiras e golfinhos?

- Ambas têm inteligência não comprovada.

Alentejano contratado para pintar autoestrada

Um alentejano é contratado para pintar uma estrada.

O chefe explica-lhe como fazer o seu trabalho:

- Pegas nesta trincha e tens aqui este balde de tinta. Só tens que molhar a trincha no balde, pintas uma linha no centro da estrada, assim, e tornas a molhar a trincha na tinta para continuares a pintar.

O alentejano começa então a trabalhar.

No primeiro dia, o alentejano pintou 3 quilómetros de estrada.

No segundo dia, 2 quilómetros.

No terceiro dia, 500 metros.

E todos os dias o alentejano pintava menos um bocado, até ao dia em que já só pintou 2 metros.

Diz-lhe o patrão:

- Então? Como é? Andas a mandriar? Porque é que cada vez pintas menos?

- Ora essa, patrão… É que o balde está cada vez mais longe!