Um alentejano ia pela primeira vez fazer uma viagem de avião, quando um computador com voz, que fazia a identificação dos passageiros, lhe cativa atenção.
Mal o alentejano passou, o computador acusou: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".
Impressionado, o Manuel vai ao WC, rapa o bigode e muda de camisa.
Ao passar pelo computador a voz acusou novamente: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".
Mas o Manuel não se deu por vencido.
Voltou ao WC, fez uma maquilhagem perfeita, colocou uma peruca e um vestido de mulher.
E pensou:
- "Agora sempre quero ver se a porcaria da máquina me reconhece…"
Ao passar, o computador diz: "Manuel, 52 anos, português, casado, por causa das suas tretas, acaba de perder o voo 1455".
Anedotas de Alentejanos
Mais anedotas de Alentejanos
Um chouriço
Dois caranguejos encontram um chouriço e um deles diz:
- Vamos comê-lo!
E diz o outro:
- Vamos… Mas olha, isto era bom era se tivéssemos um pãozito para acompanhar!
- Pois era! Mas onde é que vamos agora arranjar o pão?
- Tu vais procurá-lo e eu fico aqui a guardar o chouriço!
- Ah, não! Eu já te conheço! Mal eu fosse buscar o pão tu comias o chouriço sozinho!
- Não como nada! Eu só fico aqui a guardá-lo para ninguém o comer! Eu espero por ti!
- Hum… Não sei se devo confiar em ti…
- Confia, confia! Vá, vai lá buscar o pão!
- Pronto, está bem! Mas que nem te passe pela cabeça comeres o chouriço sozinho!
- Não te preocupes!
O caranguejo lá vai e o outro fica a guardar o chouriço, com as tenazes no ar.
Passa-se uma hora, duas horas, três horas, uma tarde, um dia, dois dias, três dias, uma semana, duas semanas e um mês!
Finalmente o caranguejo lá se apercebe que o amigo já não vem e decide comer o chouriço sozinho.
Mal ele baixa uma tenaz para dar o primeiro corte no chouriço, salta o outro caranguejo detrás de uma pedra a gritar:
- Ahh Ah! Eu sabia! Já não vou buscar o pão!
- Vamos comê-lo!
E diz o outro:
- Vamos… Mas olha, isto era bom era se tivéssemos um pãozito para acompanhar!
- Pois era! Mas onde é que vamos agora arranjar o pão?
- Tu vais procurá-lo e eu fico aqui a guardar o chouriço!
- Ah, não! Eu já te conheço! Mal eu fosse buscar o pão tu comias o chouriço sozinho!
- Não como nada! Eu só fico aqui a guardá-lo para ninguém o comer! Eu espero por ti!
- Hum… Não sei se devo confiar em ti…
- Confia, confia! Vá, vai lá buscar o pão!
- Pronto, está bem! Mas que nem te passe pela cabeça comeres o chouriço sozinho!
- Não te preocupes!
O caranguejo lá vai e o outro fica a guardar o chouriço, com as tenazes no ar.
Passa-se uma hora, duas horas, três horas, uma tarde, um dia, dois dias, três dias, uma semana, duas semanas e um mês!
Finalmente o caranguejo lá se apercebe que o amigo já não vem e decide comer o chouriço sozinho.
Mal ele baixa uma tenaz para dar o primeiro corte no chouriço, salta o outro caranguejo detrás de uma pedra a gritar:
- Ahh Ah! Eu sabia! Já não vou buscar o pão!
Uma corrida
Estava um carro lento a andar na estrada quando de repente devido a uma avaria, para na berma.
Após algumas horas e sem rede no telemóvel, vê um carro desportivo e pede ajuda para ser rebocado.
Depois de montado, devido à baixa velocidade, o dono do carro lento, diz que acende os piscas para o do desportivo abrandar a velocidade.
Pelo caminho, o dono do desportivo aumentava a velocidade e segundos depois o outro acendia os piscas para abrandar.
Alguns minutos depois passa outro desportivo e, com o objetivo de ser mais rápido que o outro, acelera a fundo.
Com esta corrida só se via os piscas do carro lento a ligarem e a desligarem.
Ao passar pelo radar de velocidade, já na Câmara Municipal, os vigilantes dizem um para o outro:
- Acabaste de ver o que eu vi?
- Sim, estavam dois carros desportivos a fazerem uma corrida e atrás vinha um carro lento a fazer sinal que queria ultrapassar!
Após algumas horas e sem rede no telemóvel, vê um carro desportivo e pede ajuda para ser rebocado.
Depois de montado, devido à baixa velocidade, o dono do carro lento, diz que acende os piscas para o do desportivo abrandar a velocidade.
Pelo caminho, o dono do desportivo aumentava a velocidade e segundos depois o outro acendia os piscas para abrandar.
Alguns minutos depois passa outro desportivo e, com o objetivo de ser mais rápido que o outro, acelera a fundo.
Com esta corrida só se via os piscas do carro lento a ligarem e a desligarem.
Ao passar pelo radar de velocidade, já na Câmara Municipal, os vigilantes dizem um para o outro:
- Acabaste de ver o que eu vi?
- Sim, estavam dois carros desportivos a fazerem uma corrida e atrás vinha um carro lento a fazer sinal que queria ultrapassar!
Tenho uma má notícia!
A família jantava quando a filha de 12 anos diz:
- Tenho uma má notícia. Já não sou virgem! Sou uma vaca! - e começa a chorar.
Silêncio na mesa! Diz o marido a mulher:
- Estava-se mesmo a ver! É por te vestires como uma pega. Com o mau exemplo que dás à menina todos os dias!
E vira-se para a outra filha, de 25 anos:
- E tu também lhe dás um péssimo exemplo. Ficas no sofá a lamber aquele teu namorado…
A mãe não aguenta mais e grita:
- Ai é?!… E quem é que gasta metade do ordenado com prostitutas!? Achas que é um bom exemplo passares os fins-de-semana a veres filmes para adultos, seu porco?
Desconsolada, com os olhos cheios de lágrimas e voz trémula, a mãe pega na mão da menina e pergunta:
- E como é que isso aconteceu, minha filha?
Entre soluços, a menina responde:
- Foi a professora! Ela mudou o presépio!… A Virgem agora é a Luísa. Eu agora sou a vaca!
- Tenho uma má notícia. Já não sou virgem! Sou uma vaca! - e começa a chorar.
Silêncio na mesa! Diz o marido a mulher:
- Estava-se mesmo a ver! É por te vestires como uma pega. Com o mau exemplo que dás à menina todos os dias!
E vira-se para a outra filha, de 25 anos:
- E tu também lhe dás um péssimo exemplo. Ficas no sofá a lamber aquele teu namorado…
A mãe não aguenta mais e grita:
- Ai é?!… E quem é que gasta metade do ordenado com prostitutas!? Achas que é um bom exemplo passares os fins-de-semana a veres filmes para adultos, seu porco?
Desconsolada, com os olhos cheios de lágrimas e voz trémula, a mãe pega na mão da menina e pergunta:
- E como é que isso aconteceu, minha filha?
Entre soluços, a menina responde:
- Foi a professora! Ela mudou o presépio!… A Virgem agora é a Luísa. Eu agora sou a vaca!