Um alentejano ia pela primeira vez fazer uma viagem de avião, quando um computador com voz, que fazia a identificação dos passageiros, lhe cativa atenção.
Mal o alentejano passou, o computador acusou: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".
Impressionado, o Manuel vai ao WC, rapa o bigode e muda de camisa.
Ao passar pelo computador a voz acusou novamente: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".
Mas o Manuel não se deu por vencido.
Voltou ao WC, fez uma maquilhagem perfeita, colocou uma peruca e um vestido de mulher.
E pensou:
- "Agora sempre quero ver se a porcaria da máquina me reconhece…"
Ao passar, o computador diz: "Manuel, 52 anos, português, casado, por causa das suas tretas, acaba de perder o voo 1455".
Anedotas de Alentejanos
Mais anedotas de Alentejanos
Alentejano no aeroporto
Um alentejano ia pela primeira vez fazer uma viagem de avião, quando um computador com voz, que fazia a identificação dos passageiros, lhe cativa atenção.
Mal o alentejano passou, o computador acusou: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".
Impressionado, o Manuel vai ao WC, rapa o bigode e muda de camisa.
Ao passar pelo computador a voz acusou novamente: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".
Mas o Manuel não se deu por vencido.
Voltou ao WC, fez uma maquilhagem perfeita, colocou uma peruca e um vestido de mulher.
E pensou:
- "Agora sempre quero ver se a porcaria da máquina me reconhece…"
Ao passar, o computador diz: "Manuel, 52 anos, português, casado, por causa das suas tretas, acaba de perder o voo 1455".
Mal o alentejano passou, o computador acusou: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".
Impressionado, o Manuel vai ao WC, rapa o bigode e muda de camisa.
Ao passar pelo computador a voz acusou novamente: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".
Mas o Manuel não se deu por vencido.
Voltou ao WC, fez uma maquilhagem perfeita, colocou uma peruca e um vestido de mulher.
E pensou:
- "Agora sempre quero ver se a porcaria da máquina me reconhece…"
Ao passar, o computador diz: "Manuel, 52 anos, português, casado, por causa das suas tretas, acaba de perder o voo 1455".
Não havia!
Um muçulmano devoto entra num táxi.
Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é música dos infiéis.
O motorista do táxi educadamente desliga o rádio, sai do carro, dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.
O árabe pergunta:
- O que é que você está a fazer?
- No tempo do profeta não havia táxis, por isso saia e espere pelo próximo camelo!
Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é música dos infiéis.
O motorista do táxi educadamente desliga o rádio, sai do carro, dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.
O árabe pergunta:
- O que é que você está a fazer?
- No tempo do profeta não havia táxis, por isso saia e espere pelo próximo camelo!
Árabes e judeus
O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.
O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.
O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.