Família

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Traição

Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:

- Por favor, quero comprar arsénico.

- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?

- Matar meu marido.

- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender....

A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.

- Ah boooom!... Com receita é outra coisa!

Mais anedotas de família

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Divórcio por compatibilidade de feitios

Uma mulher apresentou ao juiz um pedido de divórcio. O juiz chamou-a a depor e perguntou-lhe:

- A dona Amélia tem a certeza do que está a pedir? A senhora quer o divórcio por compatibilidade de feitios? Não ser o contrário?

- Não, meritíssimo, é mesmo por compatibilidade. Eu gosto de cinema e o meu marido também. Eu gosto de ir à praia e ele também.

Eu gosto de teatro e ele também. Eu gosto de homens... e ele também.
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O pagamento!

O homem liga para a mãe e diz:

- Ela brigou comigo de novo e estou indo morar contigo.

A mãe responde:

- Não querido, ela tem que pagar por isso! Eu vou morar com vocês!!!
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Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador. Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português. Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções. Ele pegou na arma e entrou na sala. Durante 5 minutos tudo muito calmo. Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português! Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher. Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro. A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir. Após alguns minutos fica tudo muito calmo. A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.
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