Família

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Trabalho ou enterro

O homem chega ao pé do amigo e diz:

- A minha sogra morreu e agora fiquei na dúvida, não sei se vou trabalhar ou se vou para o enterro dela. O que é que tu achas?

E o amigo:

- Primeiro o trabalho, depois a diversão!

Mais anedotas de família

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O sonho

Um homem estava na cozinha, quando veio a sua esposa toda contente:

- Sabes querido, hoje sonhei que estava a andar de bicicleta!

- Ai sim? Eu sonhei que estava na cama com uma mulher lindíssima, super inteligente, e muito interessante...

- Essa mulher era eu, querido? - interrompe.

- Não, tu estavas a andar de bicicleta!
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Noites fora de casa

A esposa passou a noite fora de casa. Na manhã seguinte, explicou ao marido que tinha dormido na casa de uma amiga. O marido, então, telefonou para dez amigas. Nenhuma delas confirmou.

O marido passou a noite fora de casa. Na manhã seguinte, explicou à mulher que tinha dormido na casa de um amigo. A esposa, então, telefonou para dez amigos do marido. Sete deles confirmaram, e os três restantes, além de confirmarem, garantem que ele ainda estava lá.
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Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador. Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português. Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções. Ele pegou na arma e entrou na sala. Durante 5 minutos tudo muito calmo. Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português! Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher. Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro. A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir. Após alguns minutos fica tudo muito calmo. A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.