Família

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Só quando eu pagar o trator!

Era uma vez um pai com 3 filhos. O mais velho pediu:

- Quero um carro. Na faculdade só eu é que não tenho carro!

- Só quando eu pagar o trator.

Vem o outro filho:

- Quero uma moto!

- Só quando eu pagar o trator.

A seguir vem o filho mais novo.

- Pai, quero uma bicicleta!

- Só quando eu pagar o trator.

O miúdo vai para o quintal amuado, vê o galo em cima da galinha, dá-lhe um pontapé e diz:

- Nesta casa enquanto o pai não pagar o trator anda tudo a pé!

Mais anedotas de família

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Mesmo ninguém?

Um tipo fez análise durante cinco anos, até que descobriu que ele, o pai, o avô e os cinco tios tinham tendências homossexuais. O psicólogo estupefacto perguntou-lhe:

- Mas não há ninguém na sua família que goste de mulheres?

- Claro que há! As minhas quatro irmãs!
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O baú

O João casou-se com a Joana e no dia do casamento a Joana levou para casa um grande baú. Pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú. Durante 50 anos de casamento, o João nunca abriu o baú. No entanto, o João não aguentou e perguntou à Joana o que tinha naquele baú. Ela resolve mostrar o baú. Ao abrir, João viu 60 mil euros e quatro batatas. Curioso, perguntou porquê quatro batatas. Ela confessa:

- De cada vez que te trai, coloquei uma batata no baú.

O João ficou furioso, mas pensou um pouco e disse para si mesmo:

- Vou perdoar… Quatro batatas em 50 anos, significam uma traição a cada 12,5 anos. Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros. Responde a Joana:

- Sempre que o baú ficava cheio de batatas, eu vendia-as.
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Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador. Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português. Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções. Ele pegou na arma e entrou na sala. Durante 5 minutos tudo muito calmo. Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português! Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher. Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro. A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir. Após alguns minutos fica tudo muito calmo. A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.