Ignorância

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Final feliz

Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido. Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:

- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!

- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!

A mulher continua:

- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.

E ela entrega a garrafa ao homem. Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher. Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem. Ele não entende o gesto e pergunta:

- Você não vai querer beber?

- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro...

Mais anedotas de ignorância

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Não serviu de nada!

Uma brasileira vai visitar uma amiga portuguesa e, quando as duas estão passeando pelas ruas, um turista as aborda:

- Entschuldigung, koennen Sie Deutsch sprechen? - pergunta ele.

As duas garotas se entreolham e o sujeito tenta novamente:

- Excusez-moi, parlez vous Français?

As duas continuaram sem entender nada.

- Parlare Italiano?

Elas permaneceram caladas.

- Hablan ustedes Español?

Nada. Angustiado, o turista poliglota desiste e vai embora. Então a brasileira vira-se para a portuguesa e diz:

- Amiga… acho que a gente devia aprender uma língua estrangeira!

- Para quê? - perguntou a portuguesa - Aquele gajo ali sabia falar cinco línguas e não adiantou nada!
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Porque razão?

Numa cidade do interior, o presidente da Câmara vai ter com um famoso advogado.

- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor teve uma renda no ano passado de quase 1 milhão de euros, é verdade?

- Sim, é verdade - confirma o advogado.

- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.

- Isso também é verdade, presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?

- Nã... nã... não, doutor!

- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem renda nenhuma?

- Nã... não... me informaram, doutor!

- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?

- Não, não sabia, desculpe-me... eu...

- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?
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Uma máquina como esta

Um lisboeta foi passear ao Alentejo e grita em cima duma potente mota:

- Quem é que já viu uma máquina como esta?

Os alentejanos olham admirados e não respondem. O lisboeta vai gritando como um louco, por toda a aldeia:

- Quem é que já viu uma máquina como esta?

Mais adiante, o lisboeta e a máquina vão contra um muro. Então, um alentejano que o tinha ouvido, diz-lhe:

- Bem feito! É para não se armar em vaidoso…

Ao que ele todo magoado, responde:

- Mas eu só estava a perguntar quem é que já tinha visto uma máquina como esta, para me dizer onde eram os travões…