Ignorância

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Nem aumenta, nem diminui!

Depois de dez anos, a moça do Censo voltou a uma pacata cidade do sertão e, depois de falar com todos os habitantes chegou à surpreendente conclusão que a população continuava exatamente a mesma! Nem aumentou, nem diminuiu! Espantada com o fato a moça foi perguntar à moradora mais antiga da cidade:

- Por acaso a senhora sabe explicar como isso pôde acontecer?

- É muito simples! - afirmou a velhinha - Cada vez que nasce um bebê na cidade, foge um rapaz!

Mais anedotas de ignorância

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Que pena!

Duas amigas encontram-se no céu e uma pergunta para a outra:

- Como morreste?

- Congelada.

- Ai que horror!!! Deve ter sido horrível! Como é morrer congelada?

- É péssimo: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo a congelar! Mas, depois veio um sono muito forte. E depois perdi a consciência! E tu, como morreste?

- Eu? De ataque cardíaco. Eu estava desconfiada que o meu marido me traía. Um dia cheguei a casa mais cedo! Corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente a ver televisão. Desconfiada, corro até à cave, para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém. Corri até ao segundo andar, mas também não vi ninguém. Subi até ao sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta!

- Oh, que pena! Se tivesses procurado na arca congeladora, estaríamos ambas vivas!
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Avião de grande qualidade

Alguns professores de uma universidade de engenharia foram convidados a entrar num avião. Após todos se sentarem confortavelmente, eles foram informados de que o avião tinha sido construído pelos seus alunos. Todos os professores acabam por se levantar e correm desesperadamente para fora do avião, quase em pânico. Somente um professor permaneceu, sereno, e sentado no seu lugar. Quando lhe perguntaram o motivo de tanta calma, ele explicou:

- Sei da capacidade dos meus alunos, e se foram eles que construíram, este avião nem vai levantar.
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Um a dez

Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa. Entra o primeiro candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

- Por que é que contou de trás para a frente?

- É que eu trabalhava na NASA.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o segundo candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

- Porque eu trabalhava como carteiro.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o terceiro e último candidato:

- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?

- Era funcionário público.

- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?

- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.