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Anedotas de Médicos

Médico brilhante

Um médico, que não conseguia encontrar emprego, abre uma clínica e coloca uma placa a dizer: "Tenha o tratamento que precisa por 20 euros. Se não ficar curado, dou 100 euros".

Um homem passa pela clínica, e ao ler a placa pensa que é uma grande oportunidade de ganhar 100 euros e entra na clínica.

O homem diz o problema:

- Eu perdi o meu sentido do paladar.

Ao que o médico diz:

- Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente.

Ao que o homem responde:

- Credo, isto é apenas xarope para a tosse!

O médico então diz:

- Parabéns, o seu paladar foi restaurado. Dê-me 20 euros.

O homem acaba por ficar irritado, e volta depois de alguns dias para recuperar o seu dinheiro:

- Eu perdi a minha memória, já não me lembro de nada.

O médico:

- Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente.

O homem:

- Mas aquilo é o xarope para a tosse de novo. Você deu-me isso da última vez para restaurar o meu paladar!

O médico:

- Parabéns, você recuperou a sua memória. Dê-me 20 euros.

O homem, já fumegante, paga o chinês, e volta uma semana mais tarde determinado a ganhar os 100 euros.

O homem:

- A minha visão está muito fraca, e eu não consigo ver nada.

O médico:

- Bem, eu não tenho nenhum remédio para isso, sendo assim tome 100 euros.

O homem:

- Mas isto é uma nota de 20 euros!

O médico:

- Parabéns, a sua visão foi restaurada. Dê-me os 20 euros.

Mais anedotas de Médicos

Maldita carne!

A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:

- Amor… amor!

- O quê?!

- Acorda!

- O que é?!

- Acorda!

Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:

- O que é que aconteceu?!

- Estou com um desejo.

- Desejo?

- Sim… de comer carne de corvo!

- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?

- Vai ao zoo.

- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.

- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.

Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.

Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:

- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.

A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:

- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.

Esquecimento

Três idosas estavam a comentar os seus problemas de velhice.

A primeira diz:

- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.

A segunda diz:

- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.

A terceira, dando três batidas na madeira, diz:

- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.

E continuou:

- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.

Divórcio por compatibilidade de feitios

Uma mulher apresentou ao juiz um pedido de divórcio.

O juiz chamou-a a depor e perguntou-lhe:

- A dona Amélia tem a certeza do que está a pedir? A senhora quer o divórcio por compatibilidade de feitios? Não é o contrário?

- Não, meritíssimo, é mesmo por compatibilidade. Eu gosto de cinema e o meu marido também. Eu gosto de ir à praia e ele também. Eu gosto de teatro e ele também. Eu gosto de homens… e ele também.