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Anedotas de Médicos

Médico brilhante

Um médico, que não conseguia encontrar emprego, abre uma clínica e coloca uma placa a dizer: "Tenha o tratamento que precisa por 20 euros. Se não ficar curado, dou 100 euros".

Um homem passa pela clínica, e ao ler a placa pensa que é uma grande oportunidade de ganhar 100 euros e entra na clínica.

O homem diz o problema:

- Eu perdi o meu sentido do paladar.

Ao que o médico diz:

- Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente.

Ao que o homem responde:

- Credo, isto é apenas xarope para a tosse!

O médico então diz:

- Parabéns, o seu paladar foi restaurado. Dê-me 20 euros.

O homem acaba por ficar irritado, e volta depois de alguns dias para recuperar o seu dinheiro:

- Eu perdi a minha memória, já não me lembro de nada.

O médico:

- Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente.

O homem:

- Mas aquilo é o xarope para a tosse de novo. Você deu-me isso da última vez para restaurar o meu paladar!

O médico:

- Parabéns, você recuperou a sua memória. Dê-me 20 euros.

O homem, já fumegante, paga o chinês, e volta uma semana mais tarde determinado a ganhar os 100 euros.

O homem:

- A minha visão está muito fraca, e eu não consigo ver nada.

O médico:

- Bem, eu não tenho nenhum remédio para isso, sendo assim tome 100 euros.

O homem:

- Mas isto é uma nota de 20 euros!

O médico:

- Parabéns, a sua visão foi restaurada. Dê-me os 20 euros.

Mais anedotas de Médicos

Carta de despedida

O pai entra no quarto do filho e vê um bilhete em cima da cama.

Lê bilhete, temendo o pior:

“Pai, é com grande pesar que te informo que fugi com meu novo namorado, o João, um italiano muito lindo que conheci no Algarve. Estou apaixonado por ele. Ele é muito gato, com todos aqueles ‘piercings’, tatuagens e aquela supermoto BMW que comprou há dias. Como sei que não vais consentir com isso, decidimos fugir e ser muito felizes neste mundo. Ele quer adotar filhos comigo, e isso é tudo o que eu sempre desejei para mim. Aprendi com ele que o charro é ótimo, uma coisa natural, que não faz mal a ninguém, e ele garante que no nosso pequeno lar não vai faltar marijuana. O João acha que eu, os nossos filhos adotivos e os seus colegas ‘gays’ vamos viver em perfeita harmonia. Não te preocupes pai, eu já sei cuidar de mim, apesar dos meus 15 anos já tive várias experiências com outros tipos e tenho certeza que o João é o homem da minha vida. Um dia eu volto, para que tu e a mãe conheçam os nossos filhos. Um grande abraço e até algum dia. Do teu filho, com amor.”

O pai quase a desmaiar, continua a ler:

“PS: Pai, não te assustes, é tudo mentira! Estou na casa da Cátia! Só queria te animar um pouco antes que visses as minhas notas escolares, que estão na primeira gaveta. :D”

Vai uma dança?

Começou a música e um bêbado levantou-se cambaleando, dirigiu-se a uma senhora de preto e pediu:

- Hic… A madame me dá o prazer desta dança?

E ouviu a seguinte resposta:

- Não, por quatro motivos:

1.º O senhor está bêbado!
2.º Isto é um velório!
3.º Não se dança o Pai Nosso!
4.º Porque “Madame” é a p*** que te p*riu… Eu sou o padre!

Sou uma ervilha!

Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.

De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.

Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.

Então levaram o homem a um psiquiatra.

- Diga-me, qual é o seu problema?

- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.

- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?

- Sim, mas e daí?

- O senhor já viu uma ervilha com braços?

- Não…

- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?

- Não… nunca pensei nisso…

- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!

- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!

Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.

Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.

Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:

- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?

- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?