Um médico, que não conseguia encontrar emprego, abre uma clínica e coloca uma placa a dizer: "Tenha o tratamento que precisa por 20 euros. Se não ficar curado, dou 100 euros".
Um homem passa pela clínica, e ao ler a placa pensa que é uma grande oportunidade de ganhar 100 euros e entra na clínica.
O homem diz o problema:
- Eu perdi o meu sentido do paladar.
Ao que o médico diz:
- Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente.
Ao que o homem responde:
- Credo, isto é apenas xarope para a tosse!
O médico então diz:
- Parabéns, o seu paladar foi restaurado. Dê-me 20 euros.
O homem acaba por ficar irritado, e volta depois de alguns dias para recuperar o seu dinheiro:
- Eu perdi a minha memória, já não me lembro de nada.
O médico:
- Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente.
O homem:
- Mas aquilo é o xarope para a tosse de novo. Você deu-me isso da última vez para restaurar o meu paladar!
O médico:
- Parabéns, você recuperou a sua memória. Dê-me 20 euros.
O homem, já fumegante, paga o chinês, e volta uma semana mais tarde determinado a ganhar os 100 euros.
O homem:
- A minha visão está muito fraca, e eu não consigo ver nada.
O médico:
- Bem, eu não tenho nenhum remédio para isso, sendo assim tome 100 euros.
O homem:
- Mas isto é uma nota de 20 euros!
O médico:
- Parabéns, a sua visão foi restaurada. Dê-me os 20 euros.
Anedotas de Médicos
Mais anedotas de Médicos
Que dores de cabeça!
Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
Inoportuno
- Mãe, mãe, na escola chamaram-me de inoportuno!
- Ó filho, e não podias esperar que eu saísse da casa de banho?
- Ó filho, e não podias esperar que eu saísse da casa de banho?
Onde está Deus?
Uma professora pergunta aos seus alunos onde Deus está. O Pedro levanta-se e diz:
- Deus está no céu!
A Maria levanta-se e diz:
- Deus está no céu e no nosso coração!
A professora contente pergunta:
- E tu Joãozinho, não vais dizer nada?
- Vou sim professora! Deus está na casa de banho! - responde o Joãozinho.
- Na casa de banho?! - pergunta a professora.
- Sim, porque a minha mãe está sempre a dizer: "Meu Deus, ainda estás na casa de banho?"
- Deus está no céu!
A Maria levanta-se e diz:
- Deus está no céu e no nosso coração!
A professora contente pergunta:
- E tu Joãozinho, não vais dizer nada?
- Vou sim professora! Deus está na casa de banho! - responde o Joãozinho.
- Na casa de banho?! - pergunta a professora.
- Sim, porque a minha mãe está sempre a dizer: "Meu Deus, ainda estás na casa de banho?"