Um rapaz vai a uma farmácia e diz ao farmacêutico:
- Senhor, dê-me um preservativo. A minha namorada convidou-me para ir jantar esta noite lá a casa, já saímos há três meses, e ela começa a querer desenvolvimentos! O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia.
De imediato, volta a entrar, dizendo:
- Senhor, é melhor dar-me outro, porque a irmã da minha namorada, é uma boazona de primeira e passa a vida a cruzar as pernas à minha frente. Acho que também quer algo, e como vou jantar hoje lá a casa…
O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia.
De imediato, volta a entrar, dizendo:
- Senhor, é melhor dar-me outro, porque a mãe da minha namorada também é boa como o milho. A velha, quando a filha não está ao pé, passa a vida a insinuar-se dum modo que me deixa atrapalhado, e como eu hoje vou jantar lá a casa…
Chega a hora da comida e o rapaz está sentado à mesa com a sua namorada ao lado, a mãe e a irmã à frente.
Nesse instante entra o pai da namorada e senta-se também à mesa. O rapaz, baixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar:
- Senhor, abençoa estes alimentos, …, damos-te graças por estes alimentos, …
Passa um minuto e o rapaz continua de cabeça baixa rezando:
- Obrigado Senhor por estes dons…
Passam cinco minutos e prossegue:
- Abençoa Senhor este pão…
Passam mais de dez minutos e o rapaz continua de cabeça baixa rezando.
Todos se entreolham surpreendidos e a namorada diz-lhe ao ouvido:
- Meu amor, não sabia que eras tão crente!
- E eu não sabia que o teu pai era farmacêutico!
Anedotas de Família
Mais anedotas de Família
Que dores de cabeça!
Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
Em rota de colisão
Durante manobras de navios espanhóis na costa portuguesa, o seguinte diálogo foi captado e gravado por um radioamador português.
O comandante de um navio espanhol estava perto da costa portuguesa quando avistou uma luz distante e resolveu enviar uma mensagem via rádio:
- "Aqui habla el capitan J. Alonso. El curso de su navio esta en ruta directa con el nuestro. Por favor alteren su curso 15 grados hacia el norte. Cambio".
O português respondeu:
- "Vocês é que estão em rota de colisão connosco. Alterem vocês o vosso rumo 15 graus para sul".
O comandante espanhol ficou irritado e respondeu:
- "Nosotros exigimos que alteren el vuestro curso 15 grados al norte!".
O português insistiu:
- "Alterem o vosso rumo 15 graus para sul".
O comandante (nuestro hermano) ficou irritadíssimo e gritou:
- "AQUI DEL REAL IBER ESP., EL MAYOR PORTA AVIONES DE GUERRA DE LA PENINSULA, DE LA REAL MARINA ESPANOLA - LE REPITO - AQUI DEL IBER ESP. EL MAYOR PORTA AVIONES DE GUERRA DE LA PENINSULA, DE LA REAL MARINA ESPANOLA E ESTAMOS EN MANIOBRAS CON MAS 2 FRAGATAS, 2 DESTROYERS Y NUMEROSOS NAVIOS DE APOYO. LES EXIGIMOS QUE VOSOTROS CAMBIEN RAPIDAMENTE DE CURSO 15 GRADOS HACIA EL NORTE. ESTAMOS PREPARADOS PARA TOMAR TODAS LAS CONTRA - MEDIDAS QUE SEAN NECESSARIAS PARA GARANTIZAR LA SEGURIDAD DE NUESTROS HOMBRES. CONTESTE PRONTO. CAMBIO".
Ao que o português respondeu:
- "E daqui é do Farol do Cabo de S. Vicente. Terminado!".
O comandante de um navio espanhol estava perto da costa portuguesa quando avistou uma luz distante e resolveu enviar uma mensagem via rádio:
- "Aqui habla el capitan J. Alonso. El curso de su navio esta en ruta directa con el nuestro. Por favor alteren su curso 15 grados hacia el norte. Cambio".
O português respondeu:
- "Vocês é que estão em rota de colisão connosco. Alterem vocês o vosso rumo 15 graus para sul".
O comandante espanhol ficou irritado e respondeu:
- "Nosotros exigimos que alteren el vuestro curso 15 grados al norte!".
O português insistiu:
- "Alterem o vosso rumo 15 graus para sul".
O comandante (nuestro hermano) ficou irritadíssimo e gritou:
- "AQUI DEL REAL IBER ESP., EL MAYOR PORTA AVIONES DE GUERRA DE LA PENINSULA, DE LA REAL MARINA ESPANOLA - LE REPITO - AQUI DEL IBER ESP. EL MAYOR PORTA AVIONES DE GUERRA DE LA PENINSULA, DE LA REAL MARINA ESPANOLA E ESTAMOS EN MANIOBRAS CON MAS 2 FRAGATAS, 2 DESTROYERS Y NUMEROSOS NAVIOS DE APOYO. LES EXIGIMOS QUE VOSOTROS CAMBIEN RAPIDAMENTE DE CURSO 15 GRADOS HACIA EL NORTE. ESTAMOS PREPARADOS PARA TOMAR TODAS LAS CONTRA - MEDIDAS QUE SEAN NECESSARIAS PARA GARANTIZAR LA SEGURIDAD DE NUESTROS HOMBRES. CONTESTE PRONTO. CAMBIO".
Ao que o português respondeu:
- "E daqui é do Farol do Cabo de S. Vicente. Terminado!".
Resposta correta
O professor diz aos alunos:
- Hoje estou feliz, e por isso, quem responder corretamente à próxima pergunta que eu farei, pode sair de imediato.
Ouvindo isto, o Joãozinho, traquinas como é, atira o lápis para o fundo da sala!
- Quem é que fez isso? - pergunta o professor.
- Fui eu! - responde o Joãozinho - sempre já posso sair?
- Hoje estou feliz, e por isso, quem responder corretamente à próxima pergunta que eu farei, pode sair de imediato.
Ouvindo isto, o Joãozinho, traquinas como é, atira o lápis para o fundo da sala!
- Quem é que fez isso? - pergunta o professor.
- Fui eu! - responde o Joãozinho - sempre já posso sair?