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Anedotas de Ignorância

Imediato! O meu casaco vermelho!

O capitão do navio encontra-se no seu camarote quando o imediato lhe vem dizer que avistaram um navio pirata que vem na sua direção.

O capitão sobe até ao convés, observa o navio ao longe com um telescópio e diz:

- Traz-me o meu casaco vermelho.

O imediato pergunta:

- Casaco vermelho? Mas… para quê? - Vamos combater daqui a nada.

- Se eu for ferido, não quero que a minha tripulação veja o meu sangue e se amedronte. Quero que combatam até ao fim sabendo que vamos ganhar!

O imediato vai buscar o casaco e a tripulação é vitoriosa na batalha.

Passado uma semana o imediato torna a chamar o capitão por causa de outro navio pirata.

O capitão torna a observar o navio, verifica que este é maior e diz:

- Traz-me o meu casaco vermelho e as minhas calças vermelhas.

O imediato assim faz, o capitão veste-se e travam nova batalha.

Uma vez mais, são vitoriosos.

Duas semanas depois o imediato torna a chamar o capitão para ver mais um navio pirata.

O capitão observa o navio ao longe e repara que este é de um tamanho colossal.

Diz o capitão:

- Imediato… traz-me as minhas calças castanhas…

Mais anedotas de Ignorância

Presidente da República e a tragédia

O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.

A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".

Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.

Um garoto se levanta e diz:

- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.

- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.

Uma rapariga levanta a mão.

- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?

- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.

A sala fica em silêncio.

Nenhum voluntário.

O Presidente olha para a turma:

- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?

Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.

Com uma voz tranquila ele diz:

- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!

- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?

- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!

O incêndio

Uma morena, uma ruiva e uma loira escapam a um incêndio fugindo para o telhado do prédio.

Os bombeiros estão na rua, 10 andares abaixo, com um grande pano para que elas saltem.

Os bombeiros gritam à morena:

- Salte! Salte! É a sua única hipótese de sobreviver!

A morena salta e… OOOOLLLÉÉ! Os bombeiros puxam o pano no último instante e… a morena esborracha-se como um tomate.

- Força! Salte! Tem que saltar! - dizem os bombeiros à ruiva.

- Oh não! Vocês vão me fazer a mesma coisa! - responde a ruiva.

- Não! Nós só não gostamos é de morenas! De ruivas gostamos!

- OK - diz a ruiva, ao mesmo tempo que salta.

OOOOOOOOOOOLÉ! Os bombeiros desviam o pano e a ruiva espeta-se no chão, mesmo ao lado da morena.

Finalmente, a loira chega-se à beira do telhado. Mais uma vez, os bombeiros gritam:

- Salte! Tem que saltar!

- Nem pensem! Vocês vão tirar o pano de baixo quando eu saltar! - grita a loira.

- Não! De maneira nenhuma! Tem que saltar! Nós não vamos tirar o pano!

- Olhem - diz a loira - nada do que possam dizer me vai convencer que não vão tirar o pano! Por isso, o que eu quero que façam é que pousem o pano e se afastem todos dele…

Como conseguiu?

Num tribunal, pergunta o juiz:

- Então, explique-me como conseguiu arrombar o cofre.

Diz o ladrão:

- Não vale a pena tentar, senhor doutor juiz.

- Não vale? Para seu bem, é melhor que o diga! - avisa o juiz.

E diz o ladrão:

- Não é isso, o senhor é que nunca será capaz de o fazer…