O capitão do navio encontra-se no seu camarote quando o imediato lhe vem dizer que avistaram um navio pirata que vem na sua direção.
O capitão sobe até ao convés, observa o navio ao longe com um telescópio e diz:
- Traz-me o meu casaco vermelho.
O imediato pergunta:
- Casaco vermelho? Mas… para quê? - Vamos combater daqui a nada.
- Se eu for ferido, não quero que a minha tripulação veja o meu sangue e se amedronte. Quero que combatam até ao fim sabendo que vamos ganhar!
O imediato vai buscar o casaco e a tripulação é vitoriosa na batalha.
Passado uma semana o imediato torna a chamar o capitão por causa de outro navio pirata.
O capitão torna a observar o navio, verifica que este é maior e diz:
- Traz-me o meu casaco vermelho e as minhas calças vermelhas.
O imediato assim faz, o capitão veste-se e travam nova batalha.
Uma vez mais, são vitoriosos.
Duas semanas depois o imediato torna a chamar o capitão para ver mais um navio pirata.
O capitão observa o navio ao longe e repara que este é de um tamanho colossal.
Diz o capitão:
- Imediato… traz-me as minhas calças castanhas…
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
A luz de uma lâmpada
Um médico entra num manicômio e se depara com um louco pendurado no lustre e outro deitado no sofá, e pergunta para o que está no sofá:
- O que é que ele está fazendo no lustre?
- Ele acha que é uma lâmpada!
- E porque é que não tiras ele de lá?
- E porque é que quer que eu fique no escuro?
- O que é que ele está fazendo no lustre?
- Ele acha que é uma lâmpada!
- E porque é que não tiras ele de lá?
- E porque é que quer que eu fique no escuro?
Um a dez
Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
Funeral da sogra
A sogra morre e o genro liga para a funerária perguntando quanto seria o total do serviço funerário.
- 10.000 euros! - responde o atendente.
- Mas porque é tão caro assim? - pergunta o genro.
- Foi porque o senhor pediu muitas coisas. Se tirarmos o churrasco, as bebidas, os doces, os salgadinhos e o karaoke, fica muito mais barato.
- 10.000 euros! - responde o atendente.
- Mas porque é tão caro assim? - pergunta o genro.
- Foi porque o senhor pediu muitas coisas. Se tirarmos o churrasco, as bebidas, os doces, os salgadinhos e o karaoke, fica muito mais barato.