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Anedotas de Ignorância

Imediato! O meu casaco vermelho!

O capitão do navio encontra-se no seu camarote quando o imediato lhe vem dizer que avistaram um navio pirata que vem na sua direção.

O capitão sobe até ao convés, observa o navio ao longe com um telescópio e diz:

- Traz-me o meu casaco vermelho.

O imediato pergunta:

- Casaco vermelho? Mas… para quê? - Vamos combater daqui a nada.

- Se eu for ferido, não quero que a minha tripulação veja o meu sangue e se amedronte. Quero que combatam até ao fim sabendo que vamos ganhar!

O imediato vai buscar o casaco e a tripulação é vitoriosa na batalha.

Passado uma semana o imediato torna a chamar o capitão por causa de outro navio pirata.

O capitão torna a observar o navio, verifica que este é maior e diz:

- Traz-me o meu casaco vermelho e as minhas calças vermelhas.

O imediato assim faz, o capitão veste-se e travam nova batalha.

Uma vez mais, são vitoriosos.

Duas semanas depois o imediato torna a chamar o capitão para ver mais um navio pirata.

O capitão observa o navio ao longe e repara que este é de um tamanho colossal.

Diz o capitão:

- Imediato… traz-me as minhas calças castanhas…

Mais anedotas de Ignorância

A televisão

Uma loira foi a uma loja onde se vendiam eletrodomésticos e material eletrónico.

Chega-se a um empregado e pergunta-lhe:

- Desculpe, quanto custa aquela televisão?

- Não vendemos televisões a loiras.

A loira indignada decide regressar no dia seguinte usando uma peruca ruiva.

Quando chega a loja, dirige-se ao empregado e diz-lhe:

- Pode-me dizer quanto custa aquela televisão?

- Não vendemos televisões a loiras.

A loira fica espantada, mas mesmo assim decide regressar no dia seguinte com uma peruca morena.

Quando chega, vai ter com o empregado e diz:

- Quanto custa aquela televisão?

- Não vendemos televisões a loiras.

A loira já farta da situação pergunta:

- Mas como é que sabe que eu sou loira e porque é que não me vendem a televisão?

- Porque aquilo não é uma televisão, é um micro-ondas!

Um para mim, um para ti

Numa cidade do interior havia uma figueira carregada dentro do cemitério.

Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e levar todos os figos.

Eles saltaram o muro, subiram a árvore com as mochilas penduradas no ombro e começaram a distribuir o prémio:

- Um para mim, um para ti. Um para mim, um para ti.

- Meu, deixaste cair dois para o lado de fora do muro!

- Não faz mal, depois de nós terminarmos aqui vamos buscar os outros dois.

- Então está bem, mais um para mim, um para ti.

Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, ouviu esse negócio de "um para mim e um para ti" e saiu correndo para a esquadra.

Chegando lá, contou para o polícia:

- Guarda, vem comigo! Deus e o Diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!

- Ah, cala a boca bêbado, vai dormir!

- Juro que é verdade! Vem comigo!

Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a ouvir:

- Um para mim, um para ti.

O guarda assustado:

- É verdade! É o dia do Apocalipse! Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois?

- Um para mim, um para ti. Pronto, acabamos aqui. E agora?

- Agora nós vamos lá fora e levar os dois que estão do outro lado do muro.

- Cooooorrrreeeee… Poooooorrrrrra!

Resposta correta

O professor diz aos alunos:

- Hoje estou feliz, e por isso, quem responder corretamente à próxima pergunta que eu farei, pode sair de imediato.

Ouvindo isto, o Joãozinho, traquinas como é, atira o lápis para o fundo da sala!

- Quem é que fez isso? - pergunta o professor.

- Fui eu! - responde o Joãozinho - sempre já posso sair?