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Anedotas de Políticos

Discursos e mais discursos

Depois de discursar, o político queixa-se à sua secretária:

- Caramba… Tinhas de me escrever um discurso tão longo? Já estava toda a gente a bocejar, e estava tudo de boca aberta, como se não estivessem a perceber nada…

- Eu até escrevi um discurso razoável… cometi foi o erro de lhe entregar as três cópias…

Mais anedotas de Políticos

Setas

Um polícia vai a perseguir um homem que conduzia muito bêbado.

Quando finalmente o consegue fazer encostar à berma, pergunta:

- Então o senhor não viu as setas?

O bêbado responde:

- Setas, que setas?! Eu nem sequer vi os índios!

Imediato! O meu casaco vermelho!

O capitão do navio encontra-se no seu camarote quando o imediato lhe vem dizer que avistaram um navio pirata que vem na sua direção.

O capitão sobe até ao convés, observa o navio ao longe com um telescópio e diz:

- Traz-me o meu casaco vermelho.

O imediato pergunta:

- Casaco vermelho? Mas… para quê? - Vamos combater daqui a nada.

- Se eu for ferido, não quero que a minha tripulação veja o meu sangue e se amedronte. Quero que combatam até ao fim sabendo que vamos ganhar!

O imediato vai buscar o casaco e a tripulação é vitoriosa na batalha.

Passado uma semana o imediato torna a chamar o capitão por causa de outro navio pirata.

O capitão torna a observar o navio, verifica que este é maior e diz:

- Traz-me o meu casaco vermelho e as minhas calças vermelhas.

O imediato assim faz, o capitão veste-se e travam nova batalha.

Uma vez mais, são vitoriosos.

Duas semanas depois o imediato torna a chamar o capitão para ver mais um navio pirata.

O capitão observa o navio ao longe e repara que este é de um tamanho colossal.

Diz o capitão:

- Imediato… traz-me as minhas calças castanhas…

Últimas palavras

Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.

Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.

O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.

O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.

No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.

Ele aproveita a presença de todos e diz:

- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.

Ele abre o bloco e lê em voz alta:

- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!