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Anedotas de Religião

Escorregamento na calçada

Numa certa paróquia havia, para as confissões, um código conhecido por todos os moradores, que era utilizado pelas mulheres quando se confessavam, fazendo com que em vez de dizerem que tinham praticado o adultério diziam antes que tinham escorregado na calçada.

Após alguns anos no serviço, o padre dessa paróquia, já com alguma idade, decidiu reformar-se mas esqueceu-se de falar sobre o código ao substituto.

Durante o confessionário, e sem saber da existência do código, o padre não sabia que penitência dar porque não via qualquer mal numa escorregadela na calçada.

Ao longo das semanas a ouvir sempre a mesma expressão decidiu que tinha de intervir.

Assim acabou por ir falar com o Presidente da Câmara da região:

- Boa tarde Sr. Presidente, eu vim falar consigo para resolver o problema das calçadas do município. Eu acho que elas estão a precisar de obras, muita gente anda a queixar-se de escorregar na calçada.

O Presidente, sabendo do significado, nada disse, apenas começou a rir-se.

O padre inconformado nem esperou por uma resposta:

- Olhe que não se devia rir de assuntos sérios, é só perguntar à sua esposa, que só esta semana já escorregou três vezes.

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Maldita carne!

A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:

- Amor… amor!

- O quê?!

- Acorda!

- O que é?!

- Acorda!

Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:

- O que é que aconteceu?!

- Estou com um desejo.

- Desejo?

- Sim… de comer carne de corvo!

- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?

- Vai ao zoo.

- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.

- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.

Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.

Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:

- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.

A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:

- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.

Escrevendo uma carta

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que está escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!

No WC

Num WC público, daqueles antigos, com a sentina rente ao chão, um homem está muito aflito a tentar fazer as necessidades.

Repara num desenho na porta em frente, com um dístico, e aproxima-se um pouco para o conseguir ler:

- Já comi a Claudia Shiffer!

Mais acima, outro desenho e outra legenda:

- Já comi a Michelle Pfeiffer!

Há ainda outro mais acima.

O homem bastante curioso aproxima-se ainda mais:

- Olha, tem cuidado que estás a cag*r fora do buraco!