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Anedotas de Religião

Escorregamento na calçada

Numa certa paróquia havia, para as confissões, um código conhecido por todos os moradores, que era utilizado pelas mulheres quando se confessavam, fazendo com que em vez de dizerem que tinham praticado o adultério diziam antes que tinham escorregado na calçada.

Após alguns anos no serviço, o padre dessa paróquia, já com alguma idade, decidiu reformar-se mas esqueceu-se de falar sobre o código ao substituto.

Durante o confessionário, e sem saber da existência do código, o padre não sabia que penitência dar porque não via qualquer mal numa escorregadela na calçada.

Ao longo das semanas a ouvir sempre a mesma expressão decidiu que tinha de intervir.

Assim acabou por ir falar com o Presidente da Câmara da região:

- Boa tarde Sr. Presidente, eu vim falar consigo para resolver o problema das calçadas do município. Eu acho que elas estão a precisar de obras, muita gente anda a queixar-se de escorregar na calçada.

O Presidente, sabendo do significado, nada disse, apenas começou a rir-se.

O padre inconformado nem esperou por uma resposta:

- Olhe que não se devia rir de assuntos sérios, é só perguntar à sua esposa, que só esta semana já escorregou três vezes.

Mais anedotas de Religião

Um regresso complexo

O camionista passou muito tempo viajando e chegou a casa de madrugada.

Como estava com saudades, correu para o quarto, agarrou a esposa e fez amor com ela 3 vezes.

Quando acabou, foi para a cozinha beber água.

Chegando lá encontrou a esposa tomando café.

Intrigado perguntou:

- Amor, tu não estavas agora mesmo no quarto?

- Não, aquela é mãe que veio me fazer companhia enquanto você viajava.

- Teresa! Pelo amor de Deus!

Você nem imagina o que aconteceu!

Cheguei morrendo de saudades de ti, corri para o quarto, estava escuro e pensando que fosses tu e fiz amor três vezes com a tua mãe.

A esposa indignada foi correndo para falar com a mãe.

- Mãe! É verdade que o Pedro fez três vezes amor com você, pensando que fosse eu?

- Foi.

- E a senhora não disse nada?

- Tu sabes muito bem que eu não falo com ele há 5 anos, não era agora que eu ia falar!

Que pena!

Duas amigas encontram-se no céu e uma pergunta para a outra:

- Como morreste?

- Congelada.

- Ai que horror! Deve ter sido horrível! Como é morrer congelada?

- É péssimo: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo a congelar! Mas, depois veio um sono muito forte. E depois perdi a consciência! E tu, como morreste?

- Eu? De ataque cardíaco. Eu estava desconfiada que o meu marido me traía. Um dia cheguei a casa mais cedo! Corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente a ver televisão. Desconfiada, corro até à cave, para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém. Corri até ao segundo andar, mas também não vi ninguém. Subi até ao sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta!

- Oh, que pena! Se tivesses procurado na arca congeladora, estaríamos ambas vivas!

O prazer de uma dança

Começa a música e um bêbado vai cambaleando e trocando as pernas.

Ele dirige-se a uma senhora de preto e pede:

- Madame, a senhora dá-me o prazer desta dança?

A senhora responde:

- Não, e por três motivos!

O bêbado diz:

- Três? E que motivos são esses?

A senhora muito séria explica:

- Primeiro, o senhor está bêbado num funeral. Segundo, não se dança o hino nacional. E terceiro, não sou Madame, sou sim o padre!