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Anedotas de Polícia

Despedida de solteiro

No outro dia fui a uma despedida de solteiro de um grande amigo meu.

Quando voltava para casa, fui mandado parar pela Brigada de Trânsito à entrada da cidade…

Ora eu estava num estado lastimável, quase caí ao sair de dentro do carro, e vi três polícias a pedirem-me para soprar ao balão…

Só que, felizmente, do outro lado da estrada há um camião que sobe a divisória e capota espalhando um carregamento de tijolos pela estrada toda.

Vendo isto os polícias começam a correr em direção ao sinistro e mandam-me embora.

E eu lá peguei no carro e fui todo contente (grande sorte!).

No dia seguinte a minha mãe acorda-me e diz:

- Escuta lá! O que faz um carro da Brigada de Trânsito na nossa garagem?

Mais anedotas de Polícia

Jardins zoológicos

Um menino pede à mãe:

- Mãe, pode me levar hoje no jardim zoológico?

E a mãe responde:

- Não, filho. Quem quiser te ver, que venha aqui a casa.

Amigos, amigos, porcos à parte

Há dois alentejanos que vão à feira de Beja e compram dois porcos, um para cada um.

Então, chegam à aldeia e metem os dois porcos na mesma pocilga.

Entretanto, anoitece e um dos compadres começa-se a lembrar:

"Os dois porcos estão na pocilga. Temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro."

No outro dia, diz um compadre para o outro:

- Compadre, temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro!

- Tá bem!

No outro dia encontram-se, e diz um para o outro:

- Então compadre, já fez o sinal ao porco?

- Já sim senhor! Cortei-lhe metade do rabo.

- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!

- Não há problema compadre! A gente faz outro sinal.

No outro dia:

- Então compadre, qual foi o sinal que fez desta vez ao porco?

- Olhe compadre, cortei-lhe metade da orelha direita!

- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!

- Mas olhe! Deixe lá isso, você fica com o branco que eu fico com o preto!…

Espetáculo com ventríloquo

Um ventríloquo está a fazer o seu número, com o seu boneco de madeira ao seu colo.

O seu reportório para o espetáculo incide maioritariamente sobre a burrice das loiras.

A dada altura, uma loira levanta-se no meio da audiência e desata a berrar:

- Já estou farta disto! Já ouvi piadas que cheguem a denegrir as loiras! O senhor é um idiota! O que é que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres dessa maneira? São homens como você que impedem que mulheres como nós sejam respeitadas! É por sua causa e por causa das pessoas da sua laia que esta discriminação se perpetua!

O ventríloquo fica embaraçado e tenta desculpar-se:

- Mas, minha senhora… isto é só um espetáculo…

- O senhor não se meta que eu não estou a falar consigo! Estou a falar com esse rapazinho que está sentado ao seu colo!