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Anedotas de Polícia

Despedida de solteiro

No outro dia fui a uma despedida de solteiro de um grande amigo meu.

Quando voltava para casa, fui mandado parar pela Brigada de Trânsito à entrada da cidade…

Ora eu estava num estado lastimável, quase caí ao sair de dentro do carro, e vi três polícias a pedirem-me para soprar ao balão…

Só que, felizmente, do outro lado da estrada há um camião que sobe a divisória e capota espalhando um carregamento de tijolos pela estrada toda.

Vendo isto os polícias começam a correr em direção ao sinistro e mandam-me embora.

E eu lá peguei no carro e fui todo contente (grande sorte!).

No dia seguinte a minha mãe acorda-me e diz:

- Escuta lá! O que faz um carro da Brigada de Trânsito na nossa garagem?

Mais anedotas de Polícia

Tenho uma má notícia!

A família jantava quando a filha de 12 anos diz:

- Tenho uma má notícia. Já não sou virgem! Sou uma vaca! - e começa a chorar.

Silêncio na mesa! Diz o marido a mulher:

- Estava-se mesmo a ver! É por te vestires como uma pega. Com o mau exemplo que dás à menina todos os dias!

E vira-se para a outra filha, de 25 anos:

- E tu também lhe dás um péssimo exemplo. Ficas no sofá a lamber aquele teu namorado…

A mãe não aguenta mais e grita:

- Ai é?!… E quem é que gasta metade do ordenado com prostitutas!? Achas que é um bom exemplo passares os fins-de-semana a veres filmes para adultos, seu porco?

Desconsolada, com os olhos cheios de lágrimas e voz trémula, a mãe pega na mão da menina e pergunta:

- E como é que isso aconteceu, minha filha?

Entre soluços, a menina responde:

- Foi a professora! Ela mudou o presépio!… A Virgem agora é a Luísa. Eu agora sou a vaca!

Vou-te apanhar!

Um homem estava passando à frente de um hospício, quando de repente olha para o muro e vê a metade da cabeça de um louco olhando para ele.

O louco então diz:

- Eu vou te apanhar!

O homem nem liga e continua a andar.

O louco diz de novo:

- Eu vou te apanhar! Cuidado!

O homem fica meio apreensivo e apressa o passo, até que ele diz de novo:

- Eu vou te apanhar! - e de repente solta o muro do hospício.

O homem corre e o louco segue-o atrás.

Começa uma verdadeira perseguição, o homem fugindo do louco e o louco indo atrás dele, estando cada vez mais perto a cada passo dado.

Até que chega uma hora em que o homem se vê encurralado num beco sem saída, e o louco chega cada vez mais perto.

Então o homem fica desesperado e começa a gritar:

- Por favor, não me mate! Por favor!

O louco chega ao pé do homem, toca nele e diz:

- Apanhei-te, agora és tu! - e sai a correr.

O inferno perfeito

Um homem pacato, morre e vai para o inferno.

Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.

Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:

- O que fazem aqui?

- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.

O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.

Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.

Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.

Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:

- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.

Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:

- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?

- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.