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Anedotas de Polícia

Despedida de solteiro

No outro dia fui a uma despedida de solteiro de um grande amigo meu.

Quando voltava para casa, fui mandado parar pela Brigada de Trânsito à entrada da cidade…

Ora eu estava num estado lastimável, quase caí ao sair de dentro do carro, e vi três polícias a pedirem-me para soprar ao balão…

Só que, felizmente, do outro lado da estrada há um camião que sobe a divisória e capota espalhando um carregamento de tijolos pela estrada toda.

Vendo isto os polícias começam a correr em direção ao sinistro e mandam-me embora.

E eu lá peguei no carro e fui todo contente (grande sorte!).

No dia seguinte a minha mãe acorda-me e diz:

- Escuta lá! O que faz um carro da Brigada de Trânsito na nossa garagem?

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O acidente

Uma loira estava a passear e viu um acidente de alguém que tinha sido atropelado.

Esta queria ver mais perto mas estava lá muita gente, e então começou a gritar:

- Sou parente da vítima, sou parente da vítima! Deixem passar, sou parente da vítima!

Depois, quando finalmente chegou mais perto, reparou que afinal quem tinha sido atropelado tinha sido um burro.

Esposa furiosa

A esposa chega tarde a casa e vai para o quarto.

Na sua cama vê 4 pernas debaixo do lençol.

Irritada agarra um taco de basebol e começa a bater nos 2 sem piedade.

Para se acalmar, vai à cozinha beber água e fica surpreendida ao encontrar o marido a ler o jornal.

O marido diz:

- Olá querida! Já chegaste? Os teus pais chegaram hoje e deixei-os dormir na nossa cama. Deves estar com saudades, não?

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.