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Anedotas de Animais

Que dores de cabeça!

Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.

O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.

O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.

Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:

- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?

O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.

Afinal de contas era o papagaio do capitão.

Então, um dia o navio afundou.

O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.

Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.

Isto continuou por vários dias.

Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:

- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?

Mais anedotas de Animais

Jesus e Judas

Jesus reuniu os seus discípulos para subirem a montanha.

Antes de começarem a caminhada, Jesus pediu que cada um levasse consigo uma pedra.

Todos os apóstolos carregaram grandes pedras, como forma de sacrifício.

Judas, no entanto, levou apenas uma pedrinha na mão e ia atirando-a ao ar pelo caminho, brincando com ela.

Findas as quatro horas de caminhada, Jesus rodeou-se dos 12 e transformou as pedras de cada um em pão.

Todos comeram e se saciaram menos Judas, que passou fome, já que tinha apenas uma bucha de pão para comer.

No dia seguinte, Jesus chamou-os novamente para subir a montanha.

Judas, desta vez, levou um grande pedregulho com ele, ao passo que os outros, ainda com dores nas costas do dia anterior, levaram apenas pequenas pedras.

Judas esforçou-se para carregar o pedregulho.

Chegou ao fim completamente suado, cheio de dores e com bolhas nas mãos e nos pés.

Jesus reuniu os 12 em seu redor, olhou para Judas, viu o tamanho do pedregulho que ele carregava e o estado em que ele se encontrava e disse:

- Ó Judas! Mas nós hoje trouxemos lanche!

O que foi que eu fiz!

De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se!

Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.

Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.

O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.

Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.

No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.

Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:

- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!

Alentejano telefona para a GNR

- Estouuuu… é da GNR?

- É sim, em que posso ajudá-lo?

- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira pra larera.

- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.

No dia seguinte os guardas da GNR estavam em casa do Manel.

Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os troncos que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma.

Praguejaram e foram-se embora.

Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel:

- Oh Maneli, já aí foram os tipos da GNR?

- Já.

- E racharam-te a lenha toda?

- Sim!

- Então feliz Natal, amigo! Esse foi o mê presente deste ano!