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Anedotas de Crianças

Aluno "bom" para o pai

O miúdo chega a casa todo contente e diz ao pai:

- Pai, tenho boas notícias!

- Aí sim? Ora conta lá.

- Lembras-te do computador que me prometeste se eu passasse de ano?

- Sim…

- Já não precisas de gastar dinheiro!

Mais anedotas de Crianças

Em rota de colisão

Durante manobras de navios espanhóis na costa portuguesa, o seguinte diálogo foi captado e gravado por um radioamador português.

O comandante de um navio espanhol estava perto da costa portuguesa quando avistou uma luz distante e resolveu enviar uma mensagem via rádio:

- "Aqui habla el capitan J. Alonso. El curso de su navio esta en ruta directa con el nuestro. Por favor alteren su curso 15 grados hacia el norte. Cambio".

O português respondeu:

- "Vocês é que estão em rota de colisão connosco. Alterem vocês o vosso rumo 15 graus para sul".

O comandante espanhol ficou irritado e respondeu:

- "Nosotros exigimos que alteren el vuestro curso 15 grados al norte!".

O português insistiu:

- "Alterem o vosso rumo 15 graus para sul".

O comandante (nuestro hermano) ficou irritadíssimo e gritou:

- "AQUI DEL REAL IBER ESP., EL MAYOR PORTA AVIONES DE GUERRA DE LA PENINSULA, DE LA REAL MARINA ESPANOLA - LE REPITO - AQUI DEL IBER ESP. EL MAYOR PORTA AVIONES DE GUERRA DE LA PENINSULA, DE LA REAL MARINA ESPANOLA E ESTAMOS EN MANIOBRAS CON MAS 2 FRAGATAS, 2 DESTROYERS Y NUMEROSOS NAVIOS DE APOYO. LES EXIGIMOS QUE VOSOTROS CAMBIEN RAPIDAMENTE DE CURSO 15 GRADOS HACIA EL NORTE. ESTAMOS PREPARADOS PARA TOMAR TODAS LAS CONTRA - MEDIDAS QUE SEAN NECESSARIAS PARA GARANTIZAR LA SEGURIDAD DE NUESTROS HOMBRES. CONTESTE PRONTO. CAMBIO".

Ao que o português respondeu:

- "E daqui é do Farol do Cabo de S. Vicente. Terminado!".

Alta golpada

Um alentejano apanha um comboio até ao Porto e senta-se ao lado de um senhor muito bem vestido.

Mete conversa:

- Por acaso o senhor nunca apareceu na televisão?

- Sim, eu costumo ir a muitos concursos de cultura geral. Como a viagem vai ser longa, não quer fazer um jogo comigo?

- Vamos a isso!

- Então fazemos assim: como eu tenho mais cultura do que o meu amigo, você faz-me uma pergunta sobre um assunto qualquer e se eu não souber responder, dou-lhe 20 euros. A seguir faço-lhe eu uma pergunta e se não souber a resposta, dá-me só 10 euros. Concorda?

- Parece-me bem…

- Então, eu faço-lhe a primeira pergunta: diga-me o nome do autor da peça "Who's afraid of Virgínia Wolf"…

- Por acaso não estou a ver quem seja…

- A resposta era Edward Albee… Dê-me os 10 euros e faça-me uma pergunta qualquer.

- Tome lá o dinheiro. Bem, agora é a minha vez: qual o animal que vive na planície alentejana, tem dois focinhos e cinco patas?

- Olhe, essa nem eu sei.

- Então, passe para cá 20 euros.

- Faz favor. Mas agora diga-me, que raio de animal é esse?

- Também não sei. Tome lá 10 euros.

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.