Desesperado, o diretor olhou para o relógio e, já sem acreditar que o assistente chegaria a tempo de lhe entregar um documento importante para a reunião que estava prestes começar, ligou ao dito cujo.
Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.
- 'Tá?
- O teu pai está?
- 'Tá… - ainda a sussurrar.
- Posso falar com ele?
- Não.
Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:
- E a tua mãe? Está aí?
- 'Tá.
- Ela pode falar comigo?
- Não. 'Tá ocupada.
- Há mais alguém aí?
- Sim… - sussurrou.
- Quem?
- Um polícia.
Um pouco surpreendido, o diretor continuou:
- O que é que o polícia está a fazer aí?
- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.
Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:
- Que barulho é esse?
- É do helicóptero que acabou de chegar.
- Um helicóptero!?
- É… ele trouxe uma equipa de busca.
- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.
E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:
- Eles 'tão à minha procura…
Anedotas de Crianças
Mais anedotas de Crianças
O incêndio
Uma morena, uma ruiva e uma loira escapam a um incêndio fugindo para o telhado do prédio.
Os bombeiros estão na rua, 10 andares abaixo, com um grande pano para que elas saltem.
Os bombeiros gritam à morena:
- Salte! Salte! É a sua única hipótese de sobreviver!
A morena salta e… OOOOLLLÉÉ! Os bombeiros puxam o pano no último instante e… a morena esborracha-se como um tomate.
- Força! Salte! Tem que saltar! - dizem os bombeiros à ruiva.
- Oh não! Vocês vão me fazer a mesma coisa! - responde a ruiva.
- Não! Nós só não gostamos é de morenas! De ruivas gostamos!
- OK - diz a ruiva, ao mesmo tempo que salta.
OOOOOOOOOOOLÉ! Os bombeiros desviam o pano e a ruiva espeta-se no chão, mesmo ao lado da morena.
Finalmente, a loira chega-se à beira do telhado. Mais uma vez, os bombeiros gritam:
- Salte! Tem que saltar!
- Nem pensem! Vocês vão tirar o pano de baixo quando eu saltar! - grita a loira.
- Não! De maneira nenhuma! Tem que saltar! Nós não vamos tirar o pano!
- Olhem - diz a loira - nada do que possam dizer me vai convencer que não vão tirar o pano! Por isso, o que eu quero que façam é que pousem o pano e se afastem todos dele…
Os bombeiros estão na rua, 10 andares abaixo, com um grande pano para que elas saltem.
Os bombeiros gritam à morena:
- Salte! Salte! É a sua única hipótese de sobreviver!
A morena salta e… OOOOLLLÉÉ! Os bombeiros puxam o pano no último instante e… a morena esborracha-se como um tomate.
- Força! Salte! Tem que saltar! - dizem os bombeiros à ruiva.
- Oh não! Vocês vão me fazer a mesma coisa! - responde a ruiva.
- Não! Nós só não gostamos é de morenas! De ruivas gostamos!
- OK - diz a ruiva, ao mesmo tempo que salta.
OOOOOOOOOOOLÉ! Os bombeiros desviam o pano e a ruiva espeta-se no chão, mesmo ao lado da morena.
Finalmente, a loira chega-se à beira do telhado. Mais uma vez, os bombeiros gritam:
- Salte! Tem que saltar!
- Nem pensem! Vocês vão tirar o pano de baixo quando eu saltar! - grita a loira.
- Não! De maneira nenhuma! Tem que saltar! Nós não vamos tirar o pano!
- Olhem - diz a loira - nada do que possam dizer me vai convencer que não vão tirar o pano! Por isso, o que eu quero que façam é que pousem o pano e se afastem todos dele…
Alentejano telefona para a GNR
- Estouuuu… é da GNR?
- É sim, em que posso ajudá-lo?
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira pra larera.
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.
No dia seguinte os guardas da GNR estavam em casa do Manel.
Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os troncos que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma.
Praguejaram e foram-se embora.
Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel:
- Oh Maneli, já aí foram os tipos da GNR?
- Já.
- E racharam-te a lenha toda?
- Sim!
- Então feliz Natal, amigo! Esse foi o mê presente deste ano!
- É sim, em que posso ajudá-lo?
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira pra larera.
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.
No dia seguinte os guardas da GNR estavam em casa do Manel.
Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os troncos que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma.
Praguejaram e foram-se embora.
Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel:
- Oh Maneli, já aí foram os tipos da GNR?
- Já.
- E racharam-te a lenha toda?
- Sim!
- Então feliz Natal, amigo! Esse foi o mê presente deste ano!
Tudo é relativo
Um macaquinho perguntou à mãe:
- Ó mãe! Porque somos tão feios?
A mãe respondeu:
- Filho, deves agradecer a Deus por sermos assim. Devias ver a pessoa que está a ler esta anedota.
- Ó mãe! Porque somos tão feios?
A mãe respondeu:
- Filho, deves agradecer a Deus por sermos assim. Devias ver a pessoa que está a ler esta anedota.