Seguiu o meu conselho e dormiu de janela aberta? - pergunta o médico.
- Segui - responde o paciente.
- E a asma desapareceu?
- Não, mas o relógio, a televisão, o MP3 e o PC desapareceram.
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Viborazinha em pânico
A viborazinha entra em casa a correr, apavorada:
- Mãe, mãe!
- Que foi, filhinha?
- É verdade que nós somos venenosas?
- Sim, filhinha, somos venenosas… porque perguntas?
- É que eu mordi a língua…
- Mãe, mãe!
- Que foi, filhinha?
- É verdade que nós somos venenosas?
- Sim, filhinha, somos venenosas… porque perguntas?
- É que eu mordi a língua…
Esquecimento
Três idosas estavam a comentar os seus problemas de velhice.
A primeira diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.
A segunda diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.
A terceira, dando três batidas na madeira, diz:
- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.
E continuou:
- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.
A primeira diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.
A segunda diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.
A terceira, dando três batidas na madeira, diz:
- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.
E continuou:
- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.
Traição
Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:
- Por favor, quero comprar arsénico.
- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?
- Matar meu marido.
- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender…
A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.
- Ah boooom!… Com receita é outra coisa!
- Por favor, quero comprar arsénico.
- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?
- Matar meu marido.
- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender…
A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.
- Ah boooom!… Com receita é outra coisa!