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Anedotas de Ignorância

Últimas palavras

Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.

Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.

O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.

O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.

No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.

Ele aproveita a presença de todos e diz:

- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.

Ele abre o bloco e lê em voz alta:

- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!

Mais anedotas de Ignorância

O ladrão

O chefe todo enervado, pergunta:

- Meu Deus! O ladrão fugiu!

- Como? - pergunta o polícia ao seu superior.

- Como pergunto eu! Eu mandei-te fechar todas as saídas!

Ao que o polícia respondeu:

- Pois chefe, o ladrão deve ter fugido pela entrada.

Coitado do ladrão

Um homem rindo às gargalhadas conta para o amigo:

- Hoje às 3 da manhã entrou um ladrão em casa!

O amigo diz:

- A sério?! Mas um ladrão entrou na tua casa e estás a rir? E o que é que ele levou?

E o homem responde:

- Levou porrada da minha mulher! Achou que era eu a chegar bêbado!

Nem aumenta, nem diminui!

Depois de dez anos, a moça do Censo voltou a uma pacata cidade e, depois de falar com todos os habitantes chegou à surpreendente conclusão que a população continuava exatamente a mesma!

Nem aumentou, nem diminuiu!

Espantada com o fato a moça foi perguntar à moradora mais antiga da cidade:

- Por acaso a senhora sabe explicar como isso pode acontecer?

- É muito simples! - afirmou a velhinha - Cada vez que nasce um bebê na cidade, foge um rapaz!