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Anedotas de Ignorância

Últimas palavras

Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.

Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.

O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.

O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.

No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.

Ele aproveita a presença de todos e diz:

- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.

Ele abre o bloco e lê em voz alta:

- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!

Mais anedotas de Ignorância

Um para mim, um para ti

Numa cidade do interior havia uma figueira carregada dentro do cemitério.

Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e levar todos os figos.

Eles saltaram o muro, subiram a árvore com as mochilas penduradas no ombro e começaram a distribuir o prémio:

- Um para mim, um para ti. Um para mim, um para ti.

- Meu, deixaste cair dois para o lado de fora do muro!

- Não faz mal, depois de nós terminarmos aqui vamos buscar os outros dois.

- Então está bem, mais um para mim, um para ti.

Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, ouviu esse negócio de "um para mim e um para ti" e saiu correndo para a esquadra.

Chegando lá, contou para o polícia:

- Guarda, vem comigo! Deus e o Diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!

- Ah, cala a boca bêbado, vai dormir!

- Juro que é verdade! Vem comigo!

Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a ouvir:

- Um para mim, um para ti.

O guarda assustado:

- É verdade! É o dia do Apocalipse! Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois?

- Um para mim, um para ti. Pronto, acabamos aqui. E agora?

- Agora nós vamos lá fora e levar os dois que estão do outro lado do muro.

- Cooooorrrreeeee… Poooooorrrrrra!

Estava escrito!

Um polícia estava na estrada, e ao chegar ao posto onde trabalha, avista um carro andando em baixíssima velocidade.

Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.

Aliás, a motorista.

É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.

- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.

- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?

- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?

A velhinha não diz nada.

Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".

- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?

- Está bem. Está bem.

- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!

- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".

Falhou

Bom, tinha um pai morcego que resolveu colocar seus filhos para caçar.

Manda o primeiro.

Voltou com a boca cheia de sangue, seu pai lhe deu os parabéns e perguntou:

- Parabéns, 30 minutos foi muito bem, o que você mordeu?

E o filho reponde:

- Está vendo aquele cachorro ali?

O pai diz:

- Sim.

E o filho responde:

- Fui nele.

Dai o segundo volta depois de 15 minutos com a boca cheia de sangue. Seu pai diz:

- Parabéns, 51 minutos! O que você mordeu?

E o filho responde:

- Ta vendo aquele homem ali? Eu mordi ele.

E o pai feliz diz:

- Parabéns filho.

Dai saiu o terceiro, e dai depois de 3 minutos ele voltou com a boca cheia de sangue, e o pai lhe pergunta:

- Parabéns filho, 3 minutos é muito melhor que os outros - e lhe pergunta - o que você mordeu?

E o filho lhe responde:

- Pai, está vendo aquele muro ali?

E o pai responde:

- Estou!

- Mas eu não vi pai.