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Anedotas de Loucos

Espelho meu

Num manicómio, dois loucos discutem:

- Esse espelho é meu! Dá cá isso!

Responde o outro:

- Estás parvo ou quê?! Não vês que tem a minha cara?

Mais anedotas de Loucos

A piscina

O hospício estava lotado, e os médicos precisavam urgentemente de saber quem é que já podia ir embora.

Então eles colocaram todos os loucos para saltar de um trampolim para uma piscina.

Só que ela estava vazia.

O primeiro saltou e caiu no chão.

O segundo, o terceiro, e todos os outros também caíram para o fundo da piscina.

Depois chega a vez de mais um louco.

Ele sobe ao trampolim, olha para baixo e volta para trás.

O médico pensou:

- "Olha, este pode sair. Não saltou."

- Porque é que não saltaste? - pergunta o médico ao louco.

- Não conte a ninguém, mas é que eu não sei nadar.

Que grande traquinice!

Desesperado, o diretor olhou para o relógio e, já sem acreditar que o assistente chegaria a tempo de lhe entregar um documento importante para a reunião que estava prestes começar, ligou ao dito cujo.

Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.

- 'Tá?

- O teu pai está?

- 'Tá… - ainda a sussurrar.

- Posso falar com ele?

- Não.

Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:

- E a tua mãe? Está aí?

- 'Tá.

- Ela pode falar comigo?

- Não. 'Tá ocupada.

- Há mais alguém aí?

- Sim… - sussurrou.

- Quem?

- Um polícia.

Um pouco surpreendido, o diretor continuou:

- O que é que o polícia está a fazer aí?

- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.

Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:

- Que barulho é esse?

- É do helicóptero que acabou de chegar.

- Um helicóptero!?

- É… ele trouxe uma equipa de busca.

- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.

E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:

- Eles 'tão à minha procura…

Nem aumenta, nem diminui!

Depois de dez anos, a moça do Censo voltou a uma pacata cidade e, depois de falar com todos os habitantes chegou à surpreendente conclusão que a população continuava exatamente a mesma!

Nem aumentou, nem diminuiu!

Espantada com o fato a moça foi perguntar à moradora mais antiga da cidade:

- Por acaso a senhora sabe explicar como isso pode acontecer?

- É muito simples! - afirmou a velhinha - Cada vez que nasce um bebê na cidade, foge um rapaz!