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Anedotas de Bêbados

Não gaste na primeira taberna!

Na rua, uma mulher passa ao lado de um mendigo e, apesar do cheiro a bebida, dá-lhe uma moeda e diz:

- Tome lá um euro, mas agora não vá gastá-lo na primeira taberna!

Responde o mendigo:

- Obrigado, minha senhora. Vejo que também é entendida… Realmente, na segunda o vinho é muito melhor!

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O guarda-chuva

Um homem estava a beber uma cerveja num bar, quando chega outro homem que começa a falar com ele:

- O senhor esteve aqui há três meses!

- Pode ser, mas como é que você tem certeza disso? - pergunta intrigado o homem.

Explica o primeiro:

- Reconheci pelo guarda-chuva!

Responde o segundo:

- Mas há três meses eu nem tinha este guarda-chuva!

E diz o primeiro:

- Mas eu tinha!

O quê!

O sujeito está viajando a negócios há duas semanas, quando resolve ligar para casa:

- Alô!

- É a Maria?

- É…

- Eu quero falar com a patroa!

- A patroa está dormindo…

- Dormindo a esta hora? Quatro da tarde! Chama ela mesmo assim!

- É que ela está no quarto com o namorado.

- Com o namorado?

- Sim!

- Escuta uma coisa, Maria, você quer ganhar 10 mil?

- Quero sim!

- Então, vá até o escritório, pegue o revólver na primeira gaveta e mate os dois.

- Espera aí…

Pouco depois:

- Pronto, e agora o que eu faço?

- Agora você joga os corpos na piscina…

- Piscina? Aqui não tem piscina, não!

- Não?! Aí não é o 560-1921?

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.