Ícone Anedotas

Anedotas de Bêbados

Não gaste na primeira taberna!

Na rua, uma mulher passa ao lado de um mendigo e, apesar do cheiro a bebida, dá-lhe uma moeda e diz:

- Tome lá um euro, mas agora não vá gastá-lo na primeira taberna!

Responde o mendigo:

- Obrigado, minha senhora. Vejo que também é entendida… Realmente, na segunda o vinho é muito melhor!

Mais anedotas de Bêbados

Só quando eu pagar o trator!

Era uma vez um pai com 3 filhos.

O mais velho pediu:

- Quero um carro. Na faculdade só eu é que não tenho carro!

- Só quando eu pagar o trator.

Vem o outro filho:

- Quero uma moto!

- Só quando eu pagar o trator.

A seguir vem o filho mais novo.

- Pai, quero uma bicicleta!

- Só quando eu pagar o trator.

O miúdo vai para o quintal amuado, vê o galo em cima da galinha, dá-lhe um pontapé e diz:

- Nesta casa enquanto o pai não pagar o trator anda tudo a pé!

Um a dez

Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.

Entra o primeiro candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

- Por que é que contou de trás para a frente?

- É que eu trabalhava na NASA.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o segundo candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

- Porque eu trabalhava como carteiro.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o terceiro e último candidato:

- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?

- Era funcionário público.

- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?

- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.

Escrevendo uma carta

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que está escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!