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Anedotas de Bêbados

Não gaste na primeira taberna!

Na rua, uma mulher passa ao lado de um mendigo e, apesar do cheiro a bebida, dá-lhe uma moeda e diz:

- Tome lá um euro, mas agora não vá gastá-lo na primeira taberna!

Responde o mendigo:

- Obrigado, minha senhora. Vejo que também é entendida… Realmente, na segunda o vinho é muito melhor!

Mais anedotas de Bêbados

Presidente da República e a tragédia

O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.

A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".

Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.

Um garoto se levanta e diz:

- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.

- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.

Uma rapariga levanta a mão.

- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?

- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.

A sala fica em silêncio.

Nenhum voluntário.

O Presidente olha para a turma:

- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?

Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.

Com uma voz tranquila ele diz:

- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!

- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?

- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!

Mesmo ninguém?

Um tipo fez análise durante cinco anos, até que descobriu que ele, o pai, o avô e os cinco tios tinham tendências homossexuais.

O psicólogo estupefacto perguntou-lhe:

- Mas não há ninguém na sua família que goste de mulheres?

- Claro que há! As minhas quatro irmãs!

Impossível ler

No consultório, o oculista faz os exames de rotina:

- O que é que está escrito aqui?

E o paciente responde:

- Não sei.

O médico aponta para uma palavra com letras maiores:

- E agora? O que está escrito aqui?

Ele se esforçou, mas não conseguiu ler nada.

O médico aponta então para a palavra com as letras maiores e pergunta:

- O que está escrito aqui?

- Ainda não sei - responde o paciente.

- Bom, só há uma maneira, vamos ter que operar - diz o médico.

Depois da operação, o paciente pergunta ao médico:

- E agora, doutor? O senhor acha que eu vou conseguir ler tudo?

- Claro que sim! A operação foi um sucesso!

E o paciente, todo contente:

- Obrigado, doutor! Como a medicina está avançada! O senhor acredita que antes da cirurgia eu era analfabeto?