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Anedotas de Políticos

Uma carta com esperança

Um rapaz de cinco anos queria ganhar 100 euros e pediu a Deus, rezando durante duas semanas.

Como nada acontecia, resolveu mandar uma carta para Deus, com seu pedido.

Os correios receberam a carta endereçada para Deus e então os funcionários decidiram remetê-la para a Assembleia do país.

A Assembleia acabou por ficar comovida com o pedido e acabaram por se juntar e enviar uma nota de 50 euros para o rapaz, pois acharam que 100 euros era muito dinheiro para uma criança tão pequena.

O rapaz recebeu os 50 euros e imediatamente sentou-se para escrever uma carta de agradecimento:

- Deus, muito obrigado por mandares-me o dinheiro que eu pedi. Contudo, notei que, por alguma razão, Deus o mandou da Assembleia. Como sempre, aqueles miseráveis ficaram com 50 euros de comissão.

Mais anedotas de Políticos

Um bom negócio!

Disseram a um alentejano que a água do mar fazia bem às varizes.

O homem foi à praia e encheu um garrafão.

Ao passar pelo nadador-salvador, perguntou-lhe:

- Quanto é?

O nadador-salvador, na brincadeira, responde-lhe:

- Cinquenta cêntimos!

O alentejano paga e vai-se embora.

Passados uns dias o alentejano passa novamente pela praia quando a maré estava baixa e exclama:

- Eh, lá… Isto é que é negócio!

Beijinhos

Num comboio, à frente de um velhinho, ia um casal de namorados na brincadeira.

O rapaz aperta o nariz da namorada e pergunta:

- Dói amorzinho?

- Dói - responde ela.

E então ele dá um beijo no nariz da rapariga e pergunta:

- E agora?

- Agora já passou.

Passados alguns instantes, ele aperta a bochecha da rapariga e pergunta:

- Dói?

- Dói.

Então ele dá-lhe um beijo na bochecha e pergunta:

- E agora?

- Agora já passou.

E continuam assim até que o velho que ia atrás deles, já cansado daquilo, diz:

- Ouve lá, boquinha do Espírito Santo, curas hemorroidas?

Esquecimento

Três idosas estavam a comentar os seus problemas de velhice.

A primeira diz:

- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.

A segunda diz:

- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.

A terceira, dando três batidas na madeira, diz:

- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.

E continuou:

- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.