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Anedotas de Políticos

Uma carta com esperança

Um rapaz de cinco anos queria ganhar 100 euros e pediu a Deus, rezando durante duas semanas.

Como nada acontecia, resolveu mandar uma carta para Deus, com seu pedido.

Os correios receberam a carta endereçada para Deus e então os funcionários decidiram remetê-la para a Assembleia do país.

A Assembleia acabou por ficar comovida com o pedido e acabaram por se juntar e enviar uma nota de 50 euros para o rapaz, pois acharam que 100 euros era muito dinheiro para uma criança tão pequena.

O rapaz recebeu os 50 euros e imediatamente sentou-se para escrever uma carta de agradecimento:

- Deus, muito obrigado por mandares-me o dinheiro que eu pedi. Contudo, notei que, por alguma razão, Deus o mandou da Assembleia. Como sempre, aqueles miseráveis ficaram com 50 euros de comissão.

Mais anedotas de Políticos

Um beijinho inocente

Uma menina de sete anos admitiu aos seus pais que o Joãozinho lhe tinha dado um beijinho depois da aula.

- E como é que isso aconteceu? - perguntou a mãe assustada.

- Não foi fácil - admitiu a pequena rapariga - mas três meninas me ajudaram a segurá-lo.

O caminho

Dois padres estão perdidos e um deles pergunta para um homem que está visivelmente bêbado:

- Com licença, você sabe me informar onde fica a farmácia?

E o bêbado explica:

- Claro, fica ali na esquina virando à direita.

Os padres agradecem, começam a seguir o caminho mas um pergunta ao outro:

- Será que não deveríamos ajudar aquele pobre homem que tomou o caminho da bebida?

E o padre responde:

- É verdade. Temos o dever de ensinar a palavra do Senhor e ajudar aquele homem.

Eles voltam até ao bêbado e perguntam:

- Caro senhor, você gostaria que lhe ensinássemos o caminho de Deus?

Ao que o bêbado responde:

- Vocês não sabem nem o caminho da farmácia, imagino o caminho de Deus!

O prazer de uma dança

Começa a música e um bêbado vai cambaleando e trocando as pernas.

Ele dirige-se a uma senhora de preto e pede:

- Madame, a senhora dá-me o prazer desta dança?

A senhora responde:

- Não, e por três motivos!

O bêbado diz:

- Três? E que motivos são esses?

A senhora muito séria explica:

- Primeiro, o senhor está bêbado num funeral. Segundo, não se dança o hino nacional. E terceiro, não sou Madame, sou sim o padre!