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Anedotas de Joãozinho

Joãozinho incomoda a Dona Maria

Alguém toca a campainha da casa da Dona Maria. Ao abrir ela encontra o Joãozinho.

- Dona Maria, eu posso entrar lá no seu quintal?

- Não. Deixa que eu vou lá por ti. Que é que foi que caiu lá desta vez?

- A minha flecha.

- E onde é que ela está?

- Espetada no seu gato.

Mais anedotas de Joãozinho

2 boas notícias

Deus chama ao Céu três representantes do Mundo.

Um dos EUA, outro da Rússia e o terceiro de Portugal, aos quais anuncia duas notícias que eles devem transmitir aos seus:

1.º: Eu (Deus) existo!
2.º: O Mundo vai acabar dentro de 2 meses!

O dos americanos:
- Tenho 2 notícias para vos dar, uma boa e uma má:
A boa é que Deus realmente existe! Eu estive com ele!
A má: o Mundo vai acabar dentro de 2 meses!

O dos russos:
- Tenho 2 notícias más para vos dar:
A primeira é que Deus realmente existe e a segunda é que o Mundo vai acabar dentro de 2 meses!

O dos portugueses:
- Tenho 2 notícias boas para vos dar:
A primeira: sou um enviado de Deus!
A segunda: a crise vai acabar dentro de 2 meses!

Não ia dar certo

Um bêbado foi à igreja para se confessar.

Quando saiu pegou na bicicleta e o padre começou a dizer:

- Que Deus, S. Pedro, S. João e a Virgem Maria, o Acompanhe.

Mais à frente o bêbado cai da bicicleta e diz:

- Eu sabia que tanta gente na mesma bicicleta não ia dar certo!

Maldita carne!

A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:

- Amor… amor!

- O quê?!

- Acorda!

- O que é?!

- Acorda!

Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:

- O que é que aconteceu?!

- Estou com um desejo.

- Desejo?

- Sim… de comer carne de corvo!

- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?

- Vai ao zoo.

- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.

- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.

Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.

Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:

- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.

A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:

- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.