Alguém toca a campainha da casa da Dona Maria. Ao abrir ela encontra o Joãozinho.
- Dona Maria, eu posso entrar lá no seu quintal?
- Não. Deixa que eu vou lá por ti. Que é que foi que caiu lá desta vez?
- A minha flecha.
- E onde é que ela está?
- Espetada no seu gato.
Anedotas de Joãozinho
Mais anedotas de Joãozinho
O poste
Um bêbado está pendurado num poste cantando, até que chega um Guarda e diz:
- Desça já daí!
O bêbado desce e o Guarda pergunta:
- Quem é você?
- Já não se lembra de mim? Sou o mesmo de lá de cima!
- Desça já daí!
O bêbado desce e o Guarda pergunta:
- Quem é você?
- Já não se lembra de mim? Sou o mesmo de lá de cima!
Maldita carne!
A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.
Tinta fresca
Um pai e um filho foram passear ao Zoo.
Estavam a passear pelos jardins, quando o filho aproxima-se da jaula dos tigres.
O pai diz:
- Cuidado com os tigres!
Passam por outra, mas já a dos leões, e o pai diz:
- Cuidado com os leões!
Continuam a andar, quando passam por uma jaula que tinha a porta aberta e que dizia:
- Cuidado, tinta fresca!
Após ler o aviso o pai grita para o filho:
- Cuidado, cuidado! A tinta fresca fugiu!
Estavam a passear pelos jardins, quando o filho aproxima-se da jaula dos tigres.
O pai diz:
- Cuidado com os tigres!
Passam por outra, mas já a dos leões, e o pai diz:
- Cuidado com os leões!
Continuam a andar, quando passam por uma jaula que tinha a porta aberta e que dizia:
- Cuidado, tinta fresca!
Após ler o aviso o pai grita para o filho:
- Cuidado, cuidado! A tinta fresca fugiu!