No avião, o piloto já está farto de ouvir os miúdos de uma escola que não param de fazer barulho.
O homem chama uma hospedeira, que era nova no ofício, e diz-lhe para tratar do assunto.
Ela vai lá atrás e, quando regressa, já não há barulho.
Diz-lhe o piloto:
- Você é fantástica. Como é que fez?
- Ah, foi fácil. Abri a porta e disse-lhes que podiam ir para o recreio.
Anedotas de Crianças
Mais anedotas de Crianças
Viborazinha em pânico
A viborazinha entra em casa a correr, apavorada:
- Mãe, mãe!
- Que foi, filhinha?
- É verdade que nós somos venenosas?
- Sim, filhinha, somos venenosas… porque perguntas?
- É que eu mordi a língua…
- Mãe, mãe!
- Que foi, filhinha?
- É verdade que nós somos venenosas?
- Sim, filhinha, somos venenosas… porque perguntas?
- É que eu mordi a língua…
Um cuco defeituoso
Fui convidado para um jantar com um meu grupinho de velhos amigos.
Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite.
Ela não acreditou mas eu acabei por ir ao jantar.
A refeição foi estupenda, as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei a ver tudo de pernas para o ar.
Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa.
Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e cantou 3 vezes.
Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, fiz cu-cu mais 9 vezes.
Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo, por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.
Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas tinha chegado e disse-lhe que pela meia-noite.
Não pareceu nem um pouquinho desconfiada.
Ufa!
Daquela já me tinha escapado!
Então ela comentou:
- Amor! Precisamos de um cuco novo!
Quando perguntei porquê, respondeu:
- Bom, esta noite o nosso relógio fez cu-cu 3 vezes e depois disse alto: "Porra! Tou tramado!" Fez cu-cu mais 4 vezes, resmungou e arrotou, cantou cu-cu mais 3 vezes, mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes! Depois bateu com a cabeça na porta do corredor que deixei entreaberta. Entrou no quarto, tropeçou no gato, e só se deitou depois de cair duas vezes ao tentar despir-se! Não achas melhor trocar o cuco enquanto está na garantia?
Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite.
Ela não acreditou mas eu acabei por ir ao jantar.
A refeição foi estupenda, as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei a ver tudo de pernas para o ar.
Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa.
Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e cantou 3 vezes.
Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, fiz cu-cu mais 9 vezes.
Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo, por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.
Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas tinha chegado e disse-lhe que pela meia-noite.
Não pareceu nem um pouquinho desconfiada.
Ufa!
Daquela já me tinha escapado!
Então ela comentou:
- Amor! Precisamos de um cuco novo!
Quando perguntei porquê, respondeu:
- Bom, esta noite o nosso relógio fez cu-cu 3 vezes e depois disse alto: "Porra! Tou tramado!" Fez cu-cu mais 4 vezes, resmungou e arrotou, cantou cu-cu mais 3 vezes, mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes! Depois bateu com a cabeça na porta do corredor que deixei entreaberta. Entrou no quarto, tropeçou no gato, e só se deitou depois de cair duas vezes ao tentar despir-se! Não achas melhor trocar o cuco enquanto está na garantia?
Maldita carne!
A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.