O leão e a gazela entram num restaurante na selva e chamam o empregado:
- Eu queria uma salada mista de grama, relva e capim - pede a gazela.
- Pois não. E o senhor, o que vai pedir? - diz o empregado ao leão.
- Nada, obrigado.
- Ele não está com fome? - pergunta o empregado para a gazela acompanhante.
- Você acha que se ele estivesse com fome eu estaria aqui sentada?
Anedotas de Animais
Mais anedotas de Animais
Casamento
Faltavam dois dias para o casamento, e o noivo vai procurar o padre:
- Padre, eu vim aqui propor um negócio. Eu trouxe mil euros, mas em troca gostava que o senhor tirasse algumas palavras do discurso de casamento, como "amar, honrar, ser fiel, …" Basta não dizer essas partes!
O padre aceita o dinheiro, e o noivo fica satisfeito.
Quando chega o dia do casamento, o padre olha para o noivo e diz:
- Promete viver apenas para ela, obedecer a cada uma das suas ordens, levar o café à cama todos os dias e jurar perante Deus que nunca terá olhos para outra mulher?
O noivo, sem palavras, acaba por concordar.
Mais tarde, durante a festa, chama o padre para um canto:
- Então? Eu pensei que tínhamos feito um acordo?!
O padre devolve-lhe os mil euros:
- Sinto muito, meu filho. Mas ela triplicou a tua oferta!
- Padre, eu vim aqui propor um negócio. Eu trouxe mil euros, mas em troca gostava que o senhor tirasse algumas palavras do discurso de casamento, como "amar, honrar, ser fiel, …" Basta não dizer essas partes!
O padre aceita o dinheiro, e o noivo fica satisfeito.
Quando chega o dia do casamento, o padre olha para o noivo e diz:
- Promete viver apenas para ela, obedecer a cada uma das suas ordens, levar o café à cama todos os dias e jurar perante Deus que nunca terá olhos para outra mulher?
O noivo, sem palavras, acaba por concordar.
Mais tarde, durante a festa, chama o padre para um canto:
- Então? Eu pensei que tínhamos feito um acordo?!
O padre devolve-lhe os mil euros:
- Sinto muito, meu filho. Mas ela triplicou a tua oferta!
Vamos fingir!
O padre e a freira estão viajando pelo Canadá e acabam ficando presos numa tempestade de neve.
Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.
Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.
Logo ele ouve a voz da freira:
- Padre, estou com frio!
Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com frio! - geme a freira.
Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com muito frio! - geme a freira, pela terceira vez.
- Escuta irmã - diz ele, sem se levantar. - Eu tenho uma ideia, já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?
- Por mim está ótimo! - responde a freira.
- Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!
Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.
Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.
Logo ele ouve a voz da freira:
- Padre, estou com frio!
Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com frio! - geme a freira.
Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com muito frio! - geme a freira, pela terceira vez.
- Escuta irmã - diz ele, sem se levantar. - Eu tenho uma ideia, já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?
- Por mim está ótimo! - responde a freira.
- Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!
Traição
Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:
- Por favor, quero comprar arsénico.
- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?
- Matar meu marido.
- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender…
A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.
- Ah boooom!… Com receita é outra coisa!
- Por favor, quero comprar arsénico.
- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?
- Matar meu marido.
- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender…
A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.
- Ah boooom!… Com receita é outra coisa!