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Anedotas de Animais

Um jantar na selva

O leão e a gazela entram num restaurante na selva e chamam o empregado:

- Eu queria uma salada mista de grama, relva e capim - pede a gazela.

- Pois não. E o senhor, o que vai pedir? - diz o empregado ao leão.

- Nada, obrigado.

- Ele não está com fome? - pergunta o empregado para a gazela acompanhante.

- Você acha que se ele estivesse com fome eu estaria aqui sentada?

Mais anedotas de Animais

Já chegamos!

Três bêbados entram num táxi.

O taxista reparou que não estavam no seu perfeito juízo.

Ligou o motor do carro, acelerou sem sair do lugar e disse:

- Já chegamos.

O primeiro bêbado pagou, o segundo agradeceu e o terceiro bateu no taxista.

O taxista perguntou:

- Porque me bates?

O bêbado responde:

- Da próxima modere a velocidade porque quase nos matava!

Filhos sem nada para comer

Havia uma família em que o marido chegava a casa e os filhos estavam todos a chorar com fome.

E a mulher dizia sempre assim:

- Então Joaquim, o que trouxestes hoje para a gente comer?

- Não trouxe nada!

- Então os miúdos estão a chorar com fome?!

- Espera aí, que eu vou já resolver! Chama lá o mais pequeno!

Ele puxa uma cadeira, põe o miúdo ao colo e diz:

- Então filho?! O que é que dizias agora a um bife com batatas fritas?

- Aí, meu pai! Era tão bom!

- Ah, então depois uma sopa assim bem quentinha?!

- Aí, era uma maravilha!

- Ah, e depois da sopa assim um gelado?!

O miúdo não disse nada.

O homem, ao ver que este já estava a dormir diz:

- Maria, traz-me o outro que este já jantou!

O que foi que eu fiz!

De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se!

Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.

Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.

O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.

Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.

No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.

Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:

- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!