O homem chega ao pé do amigo e diz:
- A minha sogra morreu e agora fiquei na dúvida, não sei se vou trabalhar ou se vou para o enterro dela. O que é que tu achas?
E o amigo:
- Primeiro o trabalho, depois a diversão!
Anedotas de Família
Mais anedotas de Família
Professora pede boas ações
Uma professora:
- Hoje é o dia mundial das boas ações, portanto, o Joãozinho, o Carlinhos e o Zezinho - que eram os três "melhores" alunos da turma - vão lá fora praticar uma boa ação, e voltam para contar aos colegas o que fizeram, está bem?
Os miúdos lá foram e passado quase uma hora voltaram.
- Então Joãozinho, qual foi a boa ação que praticaste?
- Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua!
- Muito bem, e tu Carlinhos?
- Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
- Ah sim? E tu Zezinho?
- Pois… Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
- O quê? Os três!? Então e demoraram tanto tempo porquê?
- Não havia maneira do raio da velha querer atravessar a rua!
- Hoje é o dia mundial das boas ações, portanto, o Joãozinho, o Carlinhos e o Zezinho - que eram os três "melhores" alunos da turma - vão lá fora praticar uma boa ação, e voltam para contar aos colegas o que fizeram, está bem?
Os miúdos lá foram e passado quase uma hora voltaram.
- Então Joãozinho, qual foi a boa ação que praticaste?
- Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua!
- Muito bem, e tu Carlinhos?
- Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
- Ah sim? E tu Zezinho?
- Pois… Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
- O quê? Os três!? Então e demoraram tanto tempo porquê?
- Não havia maneira do raio da velha querer atravessar a rua!
Amigos, amigos, porcos à parte
Há dois alentejanos que vão à feira de Beja e compram dois porcos, um para cada um.
Então, chegam à aldeia e metem os dois porcos na mesma pocilga.
Entretanto, anoitece e um dos compadres começa-se a lembrar:
"Os dois porcos estão na pocilga. Temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro."
No outro dia, diz um compadre para o outro:
- Compadre, temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro!
- Tá bem!
No outro dia encontram-se, e diz um para o outro:
- Então compadre, já fez o sinal ao porco?
- Já sim senhor! Cortei-lhe metade do rabo.
- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!
- Não há problema compadre! A gente faz outro sinal.
No outro dia:
- Então compadre, qual foi o sinal que fez desta vez ao porco?
- Olhe compadre, cortei-lhe metade da orelha direita!
- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!
- Mas olhe! Deixe lá isso, você fica com o branco que eu fico com o preto!…
Então, chegam à aldeia e metem os dois porcos na mesma pocilga.
Entretanto, anoitece e um dos compadres começa-se a lembrar:
"Os dois porcos estão na pocilga. Temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro."
No outro dia, diz um compadre para o outro:
- Compadre, temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro!
- Tá bem!
No outro dia encontram-se, e diz um para o outro:
- Então compadre, já fez o sinal ao porco?
- Já sim senhor! Cortei-lhe metade do rabo.
- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!
- Não há problema compadre! A gente faz outro sinal.
No outro dia:
- Então compadre, qual foi o sinal que fez desta vez ao porco?
- Olhe compadre, cortei-lhe metade da orelha direita!
- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!
- Mas olhe! Deixe lá isso, você fica com o branco que eu fico com o preto!…
Um voo aterrorizador
Numa terra no meio do deserto havia um aeroporto com apenas uma ligação à cidade principal.
Por ser uma terra pequena só havia dois pilotos disponíveis para essa ligação, o problema é que estes pilotos eram já idosos e usavam uma pala num olho e bengala, por isso, sempre que entravam no avião no início dos voos, os passageiros acabavam sempre por pensar que era uma piada.
Na porta do avião havia placas que acendiam conforme a situação do voo no início da descolagem que diziam: "500 metros para o fim da pista", "200 metros para o fim da pista", "100 metros para o fim da pista", e finalmente "20 metros para o fim da pista" acabando por fazer os passageiros gritarem:
- Ahhhhhhhhhhhh!
E mesmo no fim da pista o avião acaba por levantar e os passageiros suspiram de alívio.
Na cabine o piloto exclama para o outro:
- Quando eles deixarem de gritar ficamos lixados!
Por ser uma terra pequena só havia dois pilotos disponíveis para essa ligação, o problema é que estes pilotos eram já idosos e usavam uma pala num olho e bengala, por isso, sempre que entravam no avião no início dos voos, os passageiros acabavam sempre por pensar que era uma piada.
Na porta do avião havia placas que acendiam conforme a situação do voo no início da descolagem que diziam: "500 metros para o fim da pista", "200 metros para o fim da pista", "100 metros para o fim da pista", e finalmente "20 metros para o fim da pista" acabando por fazer os passageiros gritarem:
- Ahhhhhhhhhhhh!
E mesmo no fim da pista o avião acaba por levantar e os passageiros suspiram de alívio.
Na cabine o piloto exclama para o outro:
- Quando eles deixarem de gritar ficamos lixados!