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Anedotas de Bêbados

Governos

Numa rua iam dois bêbados, um atrás do outro.

O bêbado da frente diz:

- Se eu fosse o primeiro-ministro, isto era uma maravilha. As casas eram de borla, não havia inflação, toda a gente recebia bem, não existia pobreza, …

Falando sem parar, o homem caminha em direção a uma tampa do esgoto aberta e cai lá dentro.

Então o bêbado de trás diz:

- É sempre a mesma coisa. Um governo que prometia e já caiu!

Mais anedotas de Bêbados

Desejos no deserto

Uma loira, uma morena e uma ruiva estão perdidas no deserto.

Encontram uma lamparina, e depois de a esfregar, um génio acaba por sair e concede um desejo a cada uma.

A ruiva pede:

- Eu quero regressar a casa.

Então o génio a faz regressar a casa.

Então a morena diz:

- Quero ir para casa ter com a minha família.

A mesma regressa a casa com a sua família, e depois a loira pede:

- Gostava que as minha amigas estivessem aqui comigo…

Não há peixes!

Uma loira ouviu dizer que o máximo da diversão é pescar no gelo.

Ela compra todos os livros a respeito, vai para Nova Iorque, compra o equipamento necessário e escolhe um bom lugar para começar a pescaria.

Depois de se instalar, ela começa a fazer um buraco no gelo. De repente uma voz vinda do céu avisa:

- "NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO".

Estupefacta, a loira se desloca para o lado e começa a fazer outro buraco.

Outra vez uma voz vinda do céu avisa:

- "NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO".

Preocupada, a loira levanta-se, vai para o lado oposto do gelo, e começa a fazer outro buraco.

E, mais uma vez, uma voz vinda do céu avisa:

- "NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO".

Ela para, olha para o céu e diz:

- É o Senhor, meu Deus?

A voz responde:

- Não, daqui é o gerente do ringue de patinação.

Já sei andar de bicicleta

O Joãozinho diz à mãe:

- Mãe, hoje vou aprender a andar de bicicleta!

A mãe concordou.

Lá foi o Joãozinho todo contente.

Passado algum tempo chama pela mãe e grita:

- Mãe, olha, eu sem mãos!

Passado mais um bocado, grita:

- Mãe, olha, eu sem pés!

Passado outro bocado diz ele:

- Mãe, olha, eu sem dentes!