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Anedotas de Bêbados

Governos

Numa rua iam dois bêbados, um atrás do outro.

O bêbado da frente diz:

- Se eu fosse o primeiro-ministro, isto era uma maravilha. As casas eram de borla, não havia inflação, toda a gente recebia bem, não existia pobreza, …

Falando sem parar, o homem caminha em direção a uma tampa do esgoto aberta e cai lá dentro.

Então o bêbado de trás diz:

- É sempre a mesma coisa. Um governo que prometia e já caiu!

Mais anedotas de Bêbados

São todos uns animais!

Um bêbado entra num autocarro e desata a gritar:

- Aqui à minha frente, são todos palermas! Os desgraçados lá atrás são todos cabrões! Os merdas aqui ao meu lado são todos filhos da m**.

O motorista, indignado com a conversa, faz uma travagem brusca, as pessoas desequilibram-se, algumas até caem.

O motorista agarra o bêbado pelos colarinhos e ameaça:

- Quem é palerma e cabrão aqui?

Responde o bêbado de mansinho:

- Não sei. Agora, com a travagem, misturaste tudo!

Nem aumenta, nem diminui!

Depois de dez anos, a moça do Censo voltou a uma pacata cidade e, depois de falar com todos os habitantes chegou à surpreendente conclusão que a população continuava exatamente a mesma!

Nem aumentou, nem diminuiu!

Espantada com o fato a moça foi perguntar à moradora mais antiga da cidade:

- Por acaso a senhora sabe explicar como isso pode acontecer?

- É muito simples! - afirmou a velhinha - Cada vez que nasce um bebê na cidade, foge um rapaz!

Últimas palavras

Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.

Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.

O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.

O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.

No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.

Ele aproveita a presença de todos e diz:

- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.

Ele abre o bloco e lê em voz alta:

- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!