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Anedotas de Bêbados

Governos

Numa rua iam dois bêbados, um atrás do outro.

O bêbado da frente diz:

- Se eu fosse o primeiro-ministro, isto era uma maravilha. As casas eram de borla, não havia inflação, toda a gente recebia bem, não existia pobreza, …

Falando sem parar, o homem caminha em direção a uma tampa do esgoto aberta e cai lá dentro.

Então o bêbado de trás diz:

- É sempre a mesma coisa. Um governo que prometia e já caiu!

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Podemos escolher?

Um muçulmano durante o período do Ramadão senta-se junto a um alentejano num voo.

Quando o avião desloca começam a servir as bebidas aos passageiros.

O alentejano pede um tinto de Borba reserva.

A hospedeira depois de servir o vinho pergunta ao muçulmano se quer beber alguma coisa.

Este responde com ar ofendido:

- Prefiro ser raptado por dezenas de mulheres da Babilónia antes que uma gota de álcool toque nos meus lábios.

- O alentejano engasgando-se, devolve rapidamente o copo de tinto à hospedeira e diz:

- Eu também prefiro. Não sabia é que se podia escolher!

Precisamos de mais um médico

Toca o telefone e o médico reconhece a voz de um colega do outro lado da linha:

- Precisamos de mais um jogador para jogar às cartas.

- Estou a caminho.

Enquanto ele veste uma blusa, a sua mulher pergunta:

- O caso é grave?

- É sim - responde ele, muito sério - é tão grave, que já há outros três médicos no local.

O que foi que eu fiz!

De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se!

Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.

Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.

O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.

Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.

No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.

Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:

- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!