Numa rua iam dois bêbados, um atrás do outro.
O bêbado da frente diz:
- Se eu fosse o primeiro-ministro, isto era uma maravilha. As casas eram de borla, não havia inflação, toda a gente recebia bem, não existia pobreza, …
Falando sem parar, o homem caminha em direção a uma tampa do esgoto aberta e cai lá dentro.
Então o bêbado de trás diz:
- É sempre a mesma coisa. Um governo que prometia e já caiu!
Anedotas de Bêbados
Mais anedotas de Bêbados
Estivemos
O Joãozinho estava a fazer os trabalhos das férias em casa da avó, quando se depara com a seguinte tarefa: "Escrever uma frase acerca de um passeio dado."
A avó, que estava ao lado, aconselha-o a dizer a frase em voz alta, antes de ela a escrever.
- Está bem - diz o rapaz - Então a frase é: "No domingo passado, eu e os meus pais estivamos na praia."
- "Estivemos" - corrige a avó.
- Não avó! - contraria o Joãozinho - tu não estavas!
A avó, que estava ao lado, aconselha-o a dizer a frase em voz alta, antes de ela a escrever.
- Está bem - diz o rapaz - Então a frase é: "No domingo passado, eu e os meus pais estivamos na praia."
- "Estivemos" - corrige a avó.
- Não avó! - contraria o Joãozinho - tu não estavas!
Sou uma ervilha!
Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
- Diga-me, qual é o seu problema?
- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
- Sim, mas e daí?
- O senhor já viu uma ervilha com braços?
- Não…
- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
- Não… nunca pensei nisso…
- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
- Diga-me, qual é o seu problema?
- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
- Sim, mas e daí?
- O senhor já viu uma ervilha com braços?
- Não…
- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
- Não… nunca pensei nisso…
- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?
Escrevendo uma carta
O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:
- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."
Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:
- Para quem é essa carta?
- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.
- E o que está escrito nela?
- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!
- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."
Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:
- Para quem é essa carta?
- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.
- E o que está escrito nela?
- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!