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Anedotas de Família

Gato maluco

Depois de passar a noite com a amante, o marido entra em casa e percebe que está com um arranhão na cara feito pela amante.

Ao ver o gato estendido no sofá, tem a brilhante ideia de assustar o animal, que acaba por miar alto!

Com o barulho, a mulher acorda assustada e pergunta:

- Que barulho foi esse?

- Foi o gato! - responde o marido - entrei em casa e ele atirou-se a mim e arranhou-me!

- É verdade! - concorda a mulher - este gato está impossível! Olha só o chupão que ele me deu no pescoço!

Mais anedotas de Família

Um bom negócio!

Disseram a um alentejano que a água do mar fazia bem às varizes.

O homem foi à praia e encheu um garrafão.

Ao passar pelo nadador-salvador, perguntou-lhe:

- Quanto é?

O nadador-salvador, na brincadeira, responde-lhe:

- Cinquenta cêntimos!

O alentejano paga e vai-se embora.

Passados uns dias o alentejano passa novamente pela praia quando a maré estava baixa e exclama:

- Eh, lá… Isto é que é negócio!

Escolha difícil

Um rapaz entra numa barbearia e o barbeiro sussurra para o seu cliente:

- Esta é a criança mais idiota do mundo. Deixe-me provar-lhe.

O barbeiro coloca uma moeda de 1 euro numa mão e uma de 20 cêntimos na outra, e em seguida, chama o rapaz e pergunta:

- Qual delas é que tu queres, filho?

O menino pega na moeda de 20 cêntimos e sai.

- O que foi que eu disse? - diz o barbeiro - aquela criança nunca aprende!

Mais tarde, quando o cliente sai, ele vê o mesmo rapaz que estava a sair da loja de gelados.

- Então rapaz! Posso fazer-te uma pergunta? Por que é que pegaste na moeda de 20 cêntimos em vez da de 1 euro?

O menino lambe o gelado e responde:

- Porque no dia que eu ficar com a de 1 euro, o jogo acaba!

Um a dez

Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.

Entra o primeiro candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

- Por que é que contou de trás para a frente?

- É que eu trabalhava na NASA.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o segundo candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

- Porque eu trabalhava como carteiro.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o terceiro e último candidato:

- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?

- Era funcionário público.

- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?

- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.