Depois de passar a noite com a amante, o marido entra em casa e percebe que está com um arranhão na cara feito pela amante.
Ao ver o gato estendido no sofá, tem a brilhante ideia de assustar o animal, que acaba por miar alto!
Com o barulho, a mulher acorda assustada e pergunta:
- Que barulho foi esse?
- Foi o gato! - responde o marido - entrei em casa e ele atirou-se a mim e arranhou-me!
- É verdade! - concorda a mulher - este gato está impossível! Olha só o chupão que ele me deu no pescoço!
Anedotas de Família
Mais anedotas de Família
Viagem para as Caraíbas
Uma loira entra num avião com bilhete de classe económica e senta-se nos lugares de classe executiva.
A hospedeira diz-lhe que tem de se sentar na parte de três do avião, ao que a loira responde:
- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.
A hospedeira percebeu que não consegue resolver o caso e chama o comandante.
Este diz à loira para se sentar na parte de três do avião que são os lugares de classe económica.
Ela responde:
- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.
O comandante então, diz-lhe umas palavras ao ouvido, a loira levanta-se e dirige-se para os últimos lugares do avião.
A hospedeira, curiosa, pergunta ao comandante:
- O que é que lhe disse?
O comandante responde:
- Disse-lhe que esta parte do avião não vai para as Caraíbas.
A hospedeira diz-lhe que tem de se sentar na parte de três do avião, ao que a loira responde:
- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.
A hospedeira percebeu que não consegue resolver o caso e chama o comandante.
Este diz à loira para se sentar na parte de três do avião que são os lugares de classe económica.
Ela responde:
- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.
O comandante então, diz-lhe umas palavras ao ouvido, a loira levanta-se e dirige-se para os últimos lugares do avião.
A hospedeira, curiosa, pergunta ao comandante:
- O que é que lhe disse?
O comandante responde:
- Disse-lhe que esta parte do avião não vai para as Caraíbas.
Estivemos
O Joãozinho estava a fazer os trabalhos das férias em casa da avó, quando se depara com a seguinte tarefa: "Escrever uma frase acerca de um passeio dado."
A avó, que estava ao lado, aconselha-o a dizer a frase em voz alta, antes de ela a escrever.
- Está bem - diz o rapaz - Então a frase é: "No domingo passado, eu e os meus pais estivamos na praia."
- "Estivemos" - corrige a avó.
- Não avó! - contraria o Joãozinho - tu não estavas!
A avó, que estava ao lado, aconselha-o a dizer a frase em voz alta, antes de ela a escrever.
- Está bem - diz o rapaz - Então a frase é: "No domingo passado, eu e os meus pais estivamos na praia."
- "Estivemos" - corrige a avó.
- Não avó! - contraria o Joãozinho - tu não estavas!
Maldita carne!
A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.