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Anedotas de Ignorância

Expulsão

Dois amigos encontram-se e um deles estava visivelmente triste, e então pergunta o outro:

- O que se passa?

E responde o primeiro:

- É que fui expulso da universidade!

- A sério?! Então porquê? - pergunta o segundo.

E diz o primeiro:

- Sei lá! Já não vou lá há meio ano!

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Alta golpada

Um alentejano apanha um comboio até ao Porto e senta-se ao lado de um senhor muito bem vestido.

Mete conversa:

- Por acaso o senhor nunca apareceu na televisão?

- Sim, eu costumo ir a muitos concursos de cultura geral. Como a viagem vai ser longa, não quer fazer um jogo comigo?

- Vamos a isso!

- Então fazemos assim: como eu tenho mais cultura do que o meu amigo, você faz-me uma pergunta sobre um assunto qualquer e se eu não souber responder, dou-lhe 20 euros. A seguir faço-lhe eu uma pergunta e se não souber a resposta, dá-me só 10 euros. Concorda?

- Parece-me bem…

- Então, eu faço-lhe a primeira pergunta: diga-me o nome do autor da peça "Who's afraid of Virgínia Wolf"…

- Por acaso não estou a ver quem seja…

- A resposta era Edward Albee… Dê-me os 10 euros e faça-me uma pergunta qualquer.

- Tome lá o dinheiro. Bem, agora é a minha vez: qual o animal que vive na planície alentejana, tem dois focinhos e cinco patas?

- Olhe, essa nem eu sei.

- Então, passe para cá 20 euros.

- Faz favor. Mas agora diga-me, que raio de animal é esse?

- Também não sei. Tome lá 10 euros.

Com ela não

Um dia, o filho entra na sala e diz ao pai:

- Pai, estou interessado na filha da vizinha! O que é que achas dela?

O pai acaba por ficar nervoso e diz ao filho:

- Não podes ficar com ela! Há muitos anos atrás traí a tua mãe com a vizinha! A filha da vizinha é tua irmã!

Entretanto a mulher do homem chega a casa e ouve a conversa.

De forma a consolar o filho diz:

- Podes sim filho! Esse aí nem é o teu pai!

Se não é uma, é outra!

O Joãozinho pergunta à mãe:

- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?

- Claro que sim, filho.

- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?

- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.

- Então podes ficar contente!

- Porquê?

- Porque eu não parti a perna.