A mãe pergunta ao filho:
- Porque é que já não passas tempo com o vizinho?
E diz o miúdo:
- Mãe, você gostava de passar tempo com alguém que fuma, bebe muito e ainda diz asneiras?
- Credo, claro que não! - responde a mãe chocada.
E conclui o miúdo:
- Pois é mãe, ele também não gosta!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Desapareceu?
Seguiu o meu conselho e dormiu de janela aberta? - pergunta o médico.
- Segui - responde o paciente.
- E a asma desapareceu?
- Não, mas o relógio, a televisão, o MP3 e o PC desapareceram.
- Segui - responde o paciente.
- E a asma desapareceu?
- Não, mas o relógio, a televisão, o MP3 e o PC desapareceram.
O baú
O João casou-se com a Joana e no dia do casamento a Joana levou para casa um grande baú.
Pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.
Durante 50 anos de casamento, o João nunca abriu o baú.
No entanto, o João não aguentou e perguntou à Joana o que tinha naquele baú.
Ela resolve mostrar o baú.
Ao abrir, João viu 60 mil euros e quatro batatas.
Curioso, perguntou porquê quatro batatas.
Ela confessa:
- De cada vez que te trai, coloquei uma batata no baú.
O João ficou furioso, mas pensou um pouco e disse para si mesmo:
- "Vou perdoar… Quatro batatas em 50 anos, significam uma traição a cada 12,5 anos."
Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.
Responde a Joana:
- Sempre que o baú ficava cheio de batatas, eu vendia-as.
Pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.
Durante 50 anos de casamento, o João nunca abriu o baú.
No entanto, o João não aguentou e perguntou à Joana o que tinha naquele baú.
Ela resolve mostrar o baú.
Ao abrir, João viu 60 mil euros e quatro batatas.
Curioso, perguntou porquê quatro batatas.
Ela confessa:
- De cada vez que te trai, coloquei uma batata no baú.
O João ficou furioso, mas pensou um pouco e disse para si mesmo:
- "Vou perdoar… Quatro batatas em 50 anos, significam uma traição a cada 12,5 anos."
Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.
Responde a Joana:
- Sempre que o baú ficava cheio de batatas, eu vendia-as.
Carta misteriosa
O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:
- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."
Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:
- Para quem é essa carta?
- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.
- E o que está escrito nela?
- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!
- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."
Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:
- Para quem é essa carta?
- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.
- E o que está escrito nela?
- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!