O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:
- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."
Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:
- Para quem é essa carta?
- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.
- E o que está escrito nela?
- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!
Anedotas de Loucos
Mais anedotas de Loucos
Peixes num tanque
Estavam dois peixes num tanque.
Um vira-se para o outro o diz:
- Tu conduzes, que eu tomo conta das armas!
Um vira-se para o outro o diz:
- Tu conduzes, que eu tomo conta das armas!
Boleia a anão
Dois amigos conversam:
- Hoje vi um anão numa paragem e acabei por lhe oferecer boleia até casa!
- E ele aceitou?
- Não!
- Um pouco ingrato. E tu? O que fizeste?
- Olha, fechei a mochila e continuei o caminho.
- Hoje vi um anão numa paragem e acabei por lhe oferecer boleia até casa!
- E ele aceitou?
- Não!
- Um pouco ingrato. E tu? O que fizeste?
- Olha, fechei a mochila e continuei o caminho.
Vou-te apanhar!
Um homem estava passando à frente de um hospício, quando de repente olha para o muro e vê a metade da cabeça de um louco olhando para ele.
O louco então diz:
- Eu vou te apanhar!
O homem nem liga e continua a andar.
O louco diz de novo:
- Eu vou te apanhar! Cuidado!
O homem fica meio apreensivo e apressa o passo, até que ele diz de novo:
- Eu vou te apanhar! - e de repente solta o muro do hospício.
O homem corre e o louco segue-o atrás.
Começa uma verdadeira perseguição, o homem fugindo do louco e o louco indo atrás dele, estando cada vez mais perto a cada passo dado.
Até que chega uma hora em que o homem se vê encurralado num beco sem saída, e o louco chega cada vez mais perto.
Então o homem fica desesperado e começa a gritar:
- Por favor, não me mate! Por favor!
O louco chega ao pé do homem, toca nele e diz:
- Apanhei-te, agora és tu! - e sai a correr.
O louco então diz:
- Eu vou te apanhar!
O homem nem liga e continua a andar.
O louco diz de novo:
- Eu vou te apanhar! Cuidado!
O homem fica meio apreensivo e apressa o passo, até que ele diz de novo:
- Eu vou te apanhar! - e de repente solta o muro do hospício.
O homem corre e o louco segue-o atrás.
Começa uma verdadeira perseguição, o homem fugindo do louco e o louco indo atrás dele, estando cada vez mais perto a cada passo dado.
Até que chega uma hora em que o homem se vê encurralado num beco sem saída, e o louco chega cada vez mais perto.
Então o homem fica desesperado e começa a gritar:
- Por favor, não me mate! Por favor!
O louco chega ao pé do homem, toca nele e diz:
- Apanhei-te, agora és tu! - e sai a correr.