O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:
- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."
Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:
- Para quem é essa carta?
- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.
- E o que está escrito nela?
- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!
Anedotas de Loucos
Mais anedotas de Loucos
Fuga do deserto
Como é que o MacGyver consegue sair do deserto só com uma cenoura?
Ele tira a vitamina da cenoura, separa a vita da mina, explode a mina, então acontece um terremoto que separa a terra da moto aí ele pega a moto e vai embora.
Ele tira a vitamina da cenoura, separa a vita da mina, explode a mina, então acontece um terremoto que separa a terra da moto aí ele pega a moto e vai embora.
Calma!
A professora aponta para o mapa e diz:
- Hoje vamos até à Argentina!
Diz o Joãozinho:
- Ó professora, espere só um bocadinho que eu tenho de avisar a minha mãe!
- Hoje vamos até à Argentina!
Diz o Joãozinho:
- Ó professora, espere só um bocadinho que eu tenho de avisar a minha mãe!
Esquecimento
Três idosas estavam a comentar os seus problemas de velhice.
A primeira diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.
A segunda diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.
A terceira, dando três batidas na madeira, diz:
- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.
E continuou:
- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.
A primeira diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.
A segunda diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.
A terceira, dando três batidas na madeira, diz:
- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.
E continuou:
- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.