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Anedotas de Loucos

Escrevendo uma carta

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que está escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!

Mais anedotas de Loucos

Alentejano telefona para a GNR

- Estouuuu… é da GNR?

- É sim, em que posso ajudá-lo?

- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira pra larera.

- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.

No dia seguinte os guardas da GNR estavam em casa do Manel.

Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os troncos que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma.

Praguejaram e foram-se embora.

Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel:

- Oh Maneli, já aí foram os tipos da GNR?

- Já.

- E racharam-te a lenha toda?

- Sim!

- Então feliz Natal, amigo! Esse foi o mê presente deste ano!

O que é que tinha?

Uma loira encontra-se com uma velha amiga, e esta lhe diz:

- Olá! Há quanto tempo! Como vais, minha querida?

A loira responde:

- Vou muito mal!

A amiga pergunta:

- O que foi que aconteceu?

A loira diz:

- O meu marido morreu na semana passada!

Horrorizada, a amiga diz:

- Não me digas, os meus sentimentos! O que é que ele tinha?

Triste, a loira responde:

- Infelizmente, pouca coisa. Uma casa, duas lojas no centro da cidade e um terreno na aldeia natal!

Que dores de cabeça!

Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.

O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.

O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.

Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:

- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?

O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.

Afinal de contas era o papagaio do capitão.

Então, um dia o navio afundou.

O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.

Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.

Isto continuou por vários dias.

Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:

- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?